Artistas pesquisados

Este espaço apresenta brevemente os artistas que estão sendo estudados ao longo da pesquisa. Cada página conta com uma imagem de seu trabalho, algumas informações sobre eles e links de acesso aos seus sites pessoais.

Aleta Valente (Aleta Gomes Vieira – Rio de Janeiro,1986) é uma artista brasileira formada em 2014 pela Escola de Artes Visuais do Parque Lage/Escola de Belas Artes da UFRJ. Participou das residências Bangu I Art Residency, no Rio de Janeiro,  e no Museu Bispo do Rosário de Arte Contemporânea, Rio de Janeiro. Expôs na Bienal de Belas Artes da UFRJ (2013) e exposições coletivas em galerias como a Gentil Carioca e Instituto Tomie Ohtake. Em 2017 foi indicada pela primeira vez ao Prêmio PIPA. Define seu trabalho como “resultado de perguntas que me faço durante os confrontos sociais diários.”, os perfis do Instagram e Facebook, intitulado “Ex Miss Febem”, criados pela artista se encaixa bem nessa definição e foi o primeiro trabalha a obter maior repercussão.
Fonte: informações disponíveis nas redes sociais da artista 

Andressa Ce. nasceu em São Caetano do Sul – SP. Possui bacharelado em fotografia pelo Centro Universitário Senac e foi artista residente do LAB MIS em 2014. Desde 2013, organiza o blog do projeto Histórias Nem Tão Reais, que resultou em dois livros: Matrioska, de Ella A. (2013) e Intimidade Miojo, de Sam Terri (2017). Em 2018, publicou o livro Um dia seremos famosos e nada disso vai importar, pela Editora Madalena, e também a versão francesa Um dia seremos famosos, pela Editions Bessard. Andressa também é livreira, pesquisando para a Livraria Madalena, e é responsável pela coordenação e produção editorial na Editora Madalena.

Fonte: https://historiasnemtaoreais.com/

Andrei Thomaz. Eclipses (2007 - 2016).

Andrei Thomaz é artista visual e programador. Mestre em Artes Visuais pela ECA/USP e formado em Artes Plásticas pela UFRGS. Sua produção artística abrange diversas mídias, digitais e analógicas, envolvendo também várias colaborações com outros artistas, entre as quais encontram-se performances sonoras e instalações interativas.
 É representado pela Adelina Galeria.
Fonte: Site oficial do artista.

Cláudio Bueno é artista, pesquisador e professor. Em suas pesquisas tem explorado as relações entre corpos, espaços e tecnologias, com ênfase em modos de estar, aprender e fazer junto. Desenvolve instalações, performances, ações coletivas e textos que exploram o cruzamento desses campos.

Fonte: Site oficial do artista.

Eduardo Montelli (Porto Alegre – RS, 1989) é artista visual e vive em Porto Alegre. Bacharel em Artes Visuais e mestre em Poéticas Visuais pelo IA/UFRGS, atualmente doutorando em Linguagens Visuais pelo PPGAV/UFRJ. Sua prática transita entre performance, cinema experimental, fotografia, escultura, arte digital e arquivamento. Investiga a influência de documentações, narrativas e outras formas de “inscrição de si” no modo como vivemos e nos tornamos o que somos. A partir de um processo de improvisação e experimentação cotidiana nos espaços habitados por ele, especialmente nas casas em que vive. Produz imagens que entrecruzam ficção e realidade, materialidade e virtualidade, revelando uma identidade em constante construção e desconstrução. 

Fonte: Informações disponíveis no site oficial do artista.

Fábio de Oliveira Nunes (São Paulo, São Paulo, 1979). Artista multimídia, designer digital e professor universitário na UNESP. Os trabalhos de Fábio Fon estabelecem diálogos entre a prática artística e a teórica. Atuando entre outras áreas, nos estudos de hipermídia, web arte, arte mídia e poéticas da visualidade.  Da iniciação científica ao pós-doutorado, há um questionamento entre a máquina, quem a acessa e a postura crítica diante das relações sociais no cenário tecnológico atual.
Fontes: Site oficial do artista e Enciclopédia Itaú Cultural.

Felipe Cama (Porto Alegre, 1970), vive e trabalha em São Paulo, formado em Comunicação pela Escola de Comunicações e Artes da USP, é representado pela Zipper Galeria. Em suas obras se apropria de imagens de diferentes fontes, desde imagens digitais na internet, fotografias de publicidade, até fotos encontradas em álbuns de viagem virtuais e reproduções de obras de história da arte em mídias como pintura, fotografia, colagem e vídeo. Sua pesquisa trata dos processos de produção, distribuição e consumo dessas imagens de mídias digitais.
Fonte: Site oficial do artista e Prêmio Pipa.

Gilbertto Prado, artista multimídia e professor do Departamento de Artes Plásticas da ECA-USP é coordenador do Grupo Poéticas Digitais. Estudou Engenharia e Artes Plásticas na Unicamp e em 1994 obteve seu doutorado em Artes na Universidade Paris I – Panthéon Sorbonne. Foi professor do Instituto de Artes da Unicamp e professor convidado da Universidade Paris 8. Tem realizado e participado de inúmeras exposições no Brasil e no exterior. Recebeu o 9º Prix Möbius International des Multimédias, Beijin, 2001 (Menção Especial) e  o 6º Prêmio Sergio Motta de Arte e Tecnologia, 2006, entre outros. Publicou em 2003 o livro Arte Telemática, pelo Itaú Cultural. Trabalha com arte em rede e instalações interativas. 

Fonte: Informações disponíveis no site oficial do artista.

Giselle Beiguelman pesquisa preservação de arte digital, arte e ativismo na cidade em rede e as estéticas da memória no século 21. Desenvolve projetos de intervenções artísticas no espaço público e com mídias digitais. É professora Livre-docente da FAUUSP e foi coordenadora do seu curso de Design de 2013 a 2015. Entre seus projetos recentes destacam-se Memória da Amnésia (2015), Odiolândia (2017) e a curadoria de Arquinterface: a cidade expandida pelas redes (2015). É membro do Laboratório para OUTROS Urbanismos (FAUUSP) e do Interdisciplinary Laboratory Image Knowledge – Humboldt-Universität zu Berlin. 

Fonte: Site oficial da artista.

João Castilho (Belo Horizonte, Brasil, 1978) é artista visual e trabalha com fotografia, vídeo, escultura e instalação. Sua produção têm inspiração no cinema, na literatura, na cultura popular, nas paisagens do cerrado brasileiro, na relação com a natureza, nas cenas cotidianas e temas da atualidade. O trabalho de João Castilho está presente em coleções institucionais como Musée du Quai Branly, Paris; Pinacoteca do Estado, em São Paulo; Coleção Pirelli/MASP de Fotografia, São Paulo; e Museu Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro. Ganhou prêmios da Fundação Conrado Wessel de Arte, em 2014; e a Bolsa de Fotografia, do Instituto Moreira Salles, em 2013. Foi um dos artistas selecionados para o 19º Festival de Arte Contemporânea Sesc_Videobrasil e da Bienal do Mercosul, em 2015.

Fonte: site oficial do artista e Zipper Galeria.

Laís Pontes (Fortaleza, CE ) explora a construção da identidade na era das mídias sociais e sua problematização contemporânea e questões de cultura on-line, como a fluidez da desta identidade na sociedade contemporânea e a mídia social como uma extensão do self (uma expansão do conceito de McLuhan). Usando seu corpo e sua vida para realizar experimentos, investiga as mídias sociais como fenômeno e sua influência no comportamento – em particular, a relação entre a existência online e offline de um indivíduo se valendo de redes como Facebook, Twitter e Instagram no processo de criação.
Fonte: Site oficial da artista.

Lucas Bambozzi é artista multimídia, professor no departamento de artes visuais na Faap e na Escola Entrópica no Instituto Tomie Ohtake e pesquisador em novos meios. Produz vídeos, instalações, performances audiovisuais e projetos interativos, tendo trabalhos exibidos em mais de 40 países. Conduziu atividades pioneiras ligadas a arte na Internet no Brasil entre 1995 e 1999 na Casa das Rosas. Além de um dos criadores e coordenador do Festival arte.mov – Arte em Mídias Móveis (2006-2012) e do Labmovel, um veículo criado para atividades laboratoriais e artísticas em espaços públicos (2012) que recebeu em 2013 menção honrosa no Prixars, do Ars Electronica. É um dos idealizadores e curadores do Multitude, um evento  de arte contemporânea que tem como ponto de confluência o embate com o termo multidão.

Fonte: site oficial do artista 

Maria Luiza (Malu) Fragoso possui Licenciatura em Educação Artística, com Habilitação em Desenho, pela Universidade de Brasília (1984), mestrado em Fine Arts, major in Printmaking, pela George Washington University (1993), e doutorado em Multimeios pelo Instituto de Artes da UNICAMP (SP) (2003), onde desenvolveu pesquisa sobre experimentações artísticas na rede Internet com bolsa da CAPES. Sua pesquisa de caráter transdisciplinar nos domínios da arte, ciência, tecnologia e culturas tradicionais investiga processos de transculturalidade provocados pela transposição entre áreas de conhecimento. Parte do diálogo entre culturas, seus respectivos conhecimentos e modos de expressão inseridos no contexto da multimídia e da arte computacional ao explorar o potencial estético a partir de uma aisthesis reinventada. O trabalho de pesquisa produz como resultados estudos teórico-práticos no campo da experimentação artística envolvendo ambientes telemáticos, performances e instalações computacionais.

Fonte: Informações disponíveis em nano.eba.ufrj.br

Marcelo Amorim (Goiânia, 1977) estrutura sua poética em torno da coleção e apropriação de imagens para a partir delas produzir principalmente desenho, pintura e vídeo. Retiradas de acervos particulares, manuais, livros didáticos, mídias sociais, as imagens tem procedências diversas e parecem ser de um passado distante.  Suas obras estão caracterizadas pela intertextualidade entre as mídias – transformação e construção de imagens pré-existentes, através de montagens e transposições o artista liberta intenções, particularidades e gestos contidos nas imagens com o intuito de revelar seu papel de conformadoras de comportamentos e levantar questões sobre os valores culturais históricos e sua evolução ao longo do tempo. Premiado no Salão Nacional de Artes de Itajaí (2012), seu trabalho integra as coleções institucionais da Fundação Cultural de Itajaí, Museu de Arte de Ribeirão Preto, Instituto de Cultura Contemporânea e do Instituto Figueiredo Ferraz.
Fonte: informações fornecidas pelo site oficial do artista e Zipper Galeria

martha gabriel - rosadosventos

Martha Gabriel é escritora, consultora e palestrante nas áreas marketing digital, inovação e educação. Desde 2001 vem desenvolvendo trabalhos artísticos que abordam principalmente a experiência de tecnologias móveis e sua interação com o indivíduo na dinâmica dos fluxos de informações de diferentes naturezas. Tendo participado de importantes exposições nacionais e internacionais como a Emoção Art.Ficial 6.0 – Bienal Internacional de Arte Digital Itaú Cultural de 2012 e a Florence Biennale 2009.

Fonte: informações fornecidas pelo site oficial do artista

Rafael Marchetti é formado pela Escola Nacional de Belas Artes Manuel Belgrado de Buenos Aires (1997) e frequentemente atua em conjunto com a artista brasileira Giselle Beiguelman. Se denomina Net Artista e obteve destaque em diversas premiações como o Prêmio Sergio Motta de Arte e Tecnologia (2002). Foi contemplado pelo Programa de Bolsas para Artistas – UNESCO-Aschberg (2005) no centro CYPRESS, dirigido por Louis Bec, Marseille France. Além disso, é co-fundador dos grupos: Influenza (2001-2005) e Preguiça Febril (2004); co-fundador e diretor do laboratório rural.scapes em residência (2013-2016). Também atua como coordenador do projeto WikiMap Madrid, em colaboração conjunta do MediaLab Madrid e Ars Electrónica FutureLab, Linz Austria. Colaborador e consultor da Associação Cultural Banquete (2005-2010).

Fonte: informações do site oficial do artista e Enciclopédia Itau Cultural.

Simone Michelin (Bento Gonçalves, RS, 1956) vive e trabalha no Rio de Janeiro, Brasil. Professora adjunta e pesquisadora da Escola de Belas Artes / Universidade Federal do Rio de Janeiro. Em 1998, passa a desenvolver pesquisa em arte e tecnologia na School of Communications and Theater e na Tyler School of Art da Temple University (Nova York), que conclui em 1999. Sua produção aborda processos artísticos mediados muitas vezes por computadores em ações in situ. Centrando-se na mistura de uma arquitetura e arte eletrônica com referência especial ao vídeo e ao corpo. É representada pela galeria A Gentil Carioca.
Fonte: Site oficial da artista e Enciclopédia Itaú Cultural. 

Suzete Venturelli (São Paulo, SP, 1956) é artista e pesquisadora do CNPq. Sua área de atuação é a arte computacional, termo que ela mesma define como postura da arte em tempos tecnológicos. Sua produção tem por base a arte computacional e a interatividade calcadas na pesquisa artística e científica, caracterizada pela colaboração com diferentes áreas. Com formação e atuação acadêmica é cocente Universidade de Brasília desde 1986 integra o Laboratório de Pesquisa em Arte Computacional (Midialab). Suas obras participam de diversas exposições desde os anos 90, como a Rumos Itaú Cultural. E o reconhecimento no Prêmio Sergio Motta (2001 : São Paulo, SP), se firmando como uma importante artista do cenário brasileiro. 
Fonte: informações da página Enciclopédia Itaú Cultural

Tania Regina Fraga da Silva (Andradina, São Paulo, 1951) é engenheira-arquiteta, artista, designer. Seus trabalhos refletem o interesse em áreas distintas, exatas e artes, que a artista busca integrar na sua produção, buscando convergir em obras que expressam a multiplicidade através de desenhos, esculturas, joias, arquitetura, realidades virtuais: vislumbres de padrões e de relações entre números. Com uma carreira acadêmica solidificada, principalmente após sua aposentadoria passa a se dedicar exclusivamente ao trabalho artístico. Participou de diversas exposições como EmMeio#, realizada no Museu Nacional da República, em Brasília, e também no exterior, como na exposição do 3th Computer Art Congress, realizado em Paris, em 2012, além de participar da 5a. Bienal de Arte e Tecnologia, 2010, onde foi contemplada no Rumos Transmídia (2002), ambos pelo Instituto Itaú Cultural. 

Fonte: informações disponíveis no site oficial da artista.

Tina Velho (1960 -) é midiartista, professora do Núcleo de Arte e Tecnologia e das Oficinas de Imagem Gráfica da Escola de Artes Visuais do Parque Lage. Seu trabalho inclui experimentos a partir de tecnologias digitais de transmissão de imagens ao vivo geradas pelo sistema de câmeras de vigilância. Em 1998 foi co-fundadora do Núcleo de arte e tecnologia da Escola de Artes Visuais do Parque, onde desde então coordena projetos, desenvolve pesquisas e ministra cursos. Coordenou em 2009 o projeto de reestruturação das Oficinas da Imagem Gráfica da Escola de Artes Visuais do Parque Laje, implantando, então, um novo espaço para criação e interseção entre as gravuras tradicionais, fotografia e as mídias digitais.
Fonte: informações disponíveis no site da artista e Enciclopédia Itaú Cultural.

Tom Lisboa é natural de Goiânia/GO. Mestre em Comunicação e Linguagens, atua como artista visual , professor de cinema e fotografia, curador independente e está radicado em Curitiba desde 1987. Uma de suas obras mais conhecidas é a série Polaroides (in)visíveis na qual ele trabalha com fotografias instantâneas para revelar de forma inusitada ângulos diferentes de imagens cotidianas da cidade.

Fonte: informações fornecidas pelo site oficial do artista

traplev

Traplev (Roberto Moreira Junior – Caçador,SC, 1977), vive e trabalha em Recife, PE. A produção do artista explora diversas questões como a conjuntura política, os meios de comunicação, redes sociais e o comportamento humano na internet, utilizando material jornalístico e notícias compartilhadas nas redes sociais, a fim de trabalhar com uma crítica a esse bombardeio midiático. O artista explora softwares de edição de imagem, seus mecanismos e almeja destacar e indagar sobre outras formas de se relacionar com as redes sociais e a saturação de imagens, com uma posição mais crítica e ativa.
Fonte: Site oficial do artista. 

Vitória Cribb é formada pela Escola Superior de Desenho Industrial da UERJ, Rio de Janeiro, Brasil. A artista vem criando nos últimos anos narrativas digitais e visuais que permeiam técnicas como: criação de avatares em 3D, filtros em realidade aumentada e ambientes imersivos, utilizando o ambiente digital como meio para explicar suas investigações e questões atuais percorridas por seu subconsciente. A artista investiga os comportamentos e desenvolvimentos de novas tecnologias visuais/sociais e transpõe o seu pensamento através da imaterialidade presente no digital.

Fonte: Site Oficial da Artista e Prêmio Pipa.

Wisrah Villefort é um artista visual mineiro, se denomina artista pós-internet; entre seus projetos mais conhecidos estão os perfis do Instagram @3megapixels e @mercado_livre. Se refere ao seu trabalho como algo não finalizado, como um sistema de hipermídia que interliga pontos que criam narrativas, que se mantém abertas. Explora as possibilidades artísticas a partir das fotografias e imagens sem propósito artístico que circulam online.

Fonte: Site do artista e entrevista 

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