I Lv Yr GIF – 2013

Acesso em: 12/10/2021
Este é um projeto baseado na cultura da primeira net art, produzido inteiramente com gifs animados coletados em coleções pessoais de artistas como Jimpunk, Marisa Olson e Superbad e uma série de Tumblrs, e que foram manipulados pela artista, em suas funções e tamanhos. Inspirado pelos recursos de pinça e zoom do iPad, aqui o low-tech rima com Wi-Fi e mobilidade, remixando o passado e o futuro da internet em um delírio óptico em preto e branco.
Glitched Landscapes Game – 2013

Acesso em: 12/10/2021
É um convite para enfrentar paisagens urbanas, e experimentar sua desordem como paradigma essencial para sua fruição. O projeto combina duas inquietações: a paisagem urbana e o novo estatuto do audiovisual em rede. Investiga estéticas do ruído, em particular o glitch, e os modos pelos quais dialoga com espaços fragmentados e as experiências que temos das fraturas urbanas. Ao mesmo tempo, põe em circulação estratégias de programação em html5, que permitem novos formatos de visualização on-line, pois confundem os limites entre imagem estática e em movimento e solicitam outros órgãos e partes do corpo no processo de figurar. O site mostra uma tela quadriculada com um botão Start Game no meio e um contador zerado na parte superior direita. Ao clicar no botão, aparece um quebra cabeça da Ponte do Brooklyn, em Nova Iorque.
Algorritmos – 2016

Acesso em: 12/10/2021
Obra baseada nas canções da banda Filarmônica de Pasárgada, presentes no CD Algorritmos (2016) o site é dedicado ao tema da internet e da relação do homem com o computador, que por fim apresenta caracteres sem formatação específica ao som de “Por favor, aguarde” de Marcelo Segreto.
Coronário – 2020

Acesso em: 12/10/2021
Coronário é um projeto de web/net art, na forma de um ensaio como processo para ampliar a percepção e o raciocínio a partir de novas formas de estudo da realidade relacionada com as novas tecnologias online. Utiliza o Google Trends, ferramenta de pesquisa de palavras, que reuniu 25 das mais popularizadas pelo contexto atual, como álcool gel, máscara, confinamento, live, entre outras. As palavras estão distribuídas em um mapa de calor, que incorpora a dinâmica do público em sua mudança de cor, sendo as mais acessadas ao vermelho (mais quentes) numa escala que varia até o azul (mais frias). A artista toma a tecnologia como questão estética, explorando ferramentas disponíveis para diferentes funções no campo da publicidade e controle de público para nos fazer nossa realidade cotidiana.