Corpos televisivos: artifício e naturalidade na compensação de sentidos entre o masculino e o feminino (2005)
Autoras: Nísia Martins do Rosário e Lisiane Machado Aguiar.
O artigo visa discutir a construção dos sentidos nos textos audiovisuais televisivos a partir do fascínio que eles criam sobre os corpos humanos. O foco do estudo centra-se, sobretudo, nos processos de significação legitimados pela tevê para os gêneros – do feminino ao masculino -, entendendo-se que esses processos se constituem principalmente sobre signos padronizados da aparência e da simulação. A linguagem televisual, aliás, parece se organizar de tal forma que aquele que domina um conjunto de recursos expressivos dessa mídia acaba construindo a naturalidade sobre o artifício: é o caso dos apresentadores. Nessa via, da padronização e da impossibilidade de alcançar a perfeição que o discurso televisivo impõe, que transparece o fator compensatório.
Palavras-chave: semiose, televisão, corpo.
Trabalho publicado nos Anais do XXVIII Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação – Intercom, 2005, Rio de Janeiro.
Corpos televisivos: artifício e naturalidade na compensação de sentidos entre o masculino e o feminino. Disponível em: http://corporalidades.com.br/site/wp-content/uploads/downloads/2013/12/2005.pdf
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