DIA DO ESTUDANTE

Neste 11 de Agosto, em que se comemora Dia do Estudante, o Diretório Acadêmico de Ciência Econômicas, Contabéis e Atuarias, gostaria de parabenizar todos aqueles que como alunos ou professores, buscam absorver e desenvolver conhecimentos, em especial aqueles que engrandecem a Economia, a Contabilidade e a Atuária, e a educação no nossa universidade.

Como Diretório Acadêmico, nos empenhamos em fazer com que os dias de nossa passagem pela Universidade sejam os melhores e mais produtivos possível. Construimos cotidianamente um espaço onde os estudantes da FCE se encontram para confratenização e debates e, lutamos por melhores condições de ensino, cientes que estes esforços não serão em vão.

CARTA DE ILHÉUS

Todo ano, nas férias de Julho, acontece o Encontro Nacional de Economia (ENECO) e este ano não foi diferente. Mais de mil estudantes de todo país se reuniram na Universidade Estadual de Santa Cruz, em Ilhéus – Bahia, para debaterem e trocarem experiências.. Ao final de cada encontro há uma plenária final, onde o conjunto de estudantes presentes vota reivindicações e elabora uma carta com idéias discutidas no evento. Dessa forma a Federação Nacional de Economia (FENECO) tira suas bandeiras de luta para o próximo ano. É nessa plenária que também se escolhe a próxima sede para o ENECO, que ano que vem será em Florianópolis – Santa Catarina.

Segue abaixo a Carta Ilhéus 2008:

“O ENECO Ilhéus deu mais um importante passo em seu processo de fortalecimento. Desde seu resgate na XXXI edição em São Luís do Maranhão no ano de 2005, passando por São João Del Rei em 2006 e Campinas em 2007, a realidade econômica e social vem sendo discutida à luz das mais diversas fontes do pensamento.

Neste ano de 2008, os debates se nortearam pelo tema ‘Caminhos do desenvolvimento’. Diante das contribuições dadas em palestras, conselhos nacionais de estudantes de economia, grupos de discussões, somando-se a contribuições de eventos passados, a FENECO vem através deste documento dialogar com a sociedade sobre o tema em debate.

Entendemos por desenvolvimento algo que ultrapasse a um mero crescimento da riqueza. Um desenvolvimento que se preze, prima por um modelo de crescimento econômico que promova a inclusão social, via geração de oportunidades de trabalho, garantido o acesso a direitos constitucionais como saúde, educação, moradia, saneamento e, enfim, todas as garantias básicas.

Partindo destas premissas, enxergamos de 2005 pra cá alguns avanços do ponto de vista da desigualdade, a julgar por índices que medem a distribuição de renda. No entanto, ainda ocupamos o segundo posto no mundo em desigualdade, e independente das perspectivas de projeto de sociedade que diferenciam os mais diversos estudantes de economia, necessitamos de incentivar mobilizações sociais e medidas governamentais para que mudanças estruturantes ocorram.

Mesmo passando por um intenso processo de industrialização desde a década de 30, o crescimento econômico brasileiro ainda se norteia pelo modelo agroexportador. Cumprindo um papel de ‘celeiro do mundo’, o país orienta a grande parte de sua produção para atender ao mercado externo, comprometendo por vezes a demanda interna. E este processo se aprofunda com a transformação de produtos como cana, soja e eucalipto em ‘comodittes’, fazendo com que estes virem objeto de especulação, penalizando o povo brasileiro com a alta dos alimentos. Enquanto isso, as pequenas propriedades, que são 30% no país e recebem 10% do aporte de créditos públicos, produzem 50% dos alimentos dos brasileiros, o que sinaliza a necessidade de incentivar este modo de produção.

A política monetária tem se mostrado criminosa. Enquanto o Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada – IPEA aponta em estudos técnicos que não há indicadores reais que coloquem a necessidade de aumento dos juros, o COPOM anda na contramão aumentando-os, favorecendo o especulativo em detrimento do setor produtivo. Há de se debater também a composição e democracia deste conselho de política monetária. O mesmo IPEA, recentemente demonstrou que controle de capitais não se trata de uma opção ideológica, ao apontar que países capitalistas como Chile, Índia, Malásia e Tailândia adotam tal controle.

Como conseqüência de tudo, temos um Brasil que, a continuar com este padrão de crescimento, terá gravíssimos problemas ambientais e só fará aumentar os níveis de violência e degradação social.

Enfim, mais do que um apelo social, no dirigimos através deste documento a estudantes, professores e profissionais de economia, para que, independente das motivações pessoais e coletivas, tratem os temas econômicos respaldados na realidade social e numa urgente necessidade de consolidação de ‘Caminhos para o desenvolvimento’.

Federação Nacional de Estudantes de Economia
Ilhéus – BA, 25 de julho de 2008″

COMUNICADO

O Diretório Acadêmico de Economia, Contábeis e Atuariais (DAECA) vem a público comunicar que, atendendo as solicitações dos alunos, conseguiu com que a cadeira de Teoria Atuarial – Riscos Patrimoniais passe para o turno da noite, onde sempre deveria ter sido oferecida.

A transferência dessa cadeira, que pertence a Etapa 5, mas é oferecida na Etapa 6, para às 20h 30min de terça e quinta-feira evitará com que ela seja oferecida no mesmo horário de outra cadeira (Direito Tributário II) da mesma etapa do Currículo de Ciências Atuariais.

O DAECA aproveita para agradecer ao professor José Antônio Lumertz, titular da cadeira, pela compreensão e disposição e, também, ao Departamento de Ciências Contábeis e Atuariais (DCCA) que foi receptivo e ágil na alteração do horário, que já encontra-se disponível no Portal do Aluno.

ENECO 2008 – Ilhéus, Bahia

Entre os dia 20 e 25 de Julho, acontecerá o XXXIV Encontro Nacional de Estudantes de Economia na cidade de Ilhéus na Bahia.

O DAECA está organizando um ônibus para levar os estudantes. Entre em contato conosco. O ônibus custará aproximadamente R$300,00 por pessoa

Mais informações sobre o Encontro em www.eneco2008.org
A inscrição (com direito alojamento e alimentação) é R$80,00

NOTA DE REPÚDIO À DISCRIMINAÇÃO

O Diretório Acadêmico de Economia, Contábeis e Atuariais expressa publicamente o seu repúdio a atos de discriminação de qualquer tipo.

Recentemente foram relatados fatos de preconceito contra cotistas na UFRGS. Apesar do incidente não ter sofrido suficientes investigações para ter sua veracidade confirmada ou negada, alguns estudantes se sentiram oprimidos e isso não pode ocorrer na nossa universidade.

Gostaríamos de deixar claro que será combatida a intolerância de qualquer tipo com toda a força do movimento estudantil caso aconteçam casos de opressão, seja vindo de alunos, funcionários ou professores, e ninguém sairá impune. Assim evitando que dentro da universidade ocorram novos casos de preconceito de qualquer tipo contra qualquer pessoa.

Todos têm o direito de ser a favor ou contra o sistema de cotas, porém é imprescindível que haja respeito e solidariedade em todos os ambientes de convívio comum dentro ou fora da universidade.

Porto Alegre, 28 de junho de 2008

DAECA – UFRGS

Preços

– Mochila Grande – R$35,00
– Pasta com Alça – R$35,00
– Mochila Feminina – R$30,00
– Bolsa duas alças – R$30,00
– Bolsa Lona (uma alça) – R$35,00
– Bolsa Juta – R$40,00
– Pasta sem alça (envelope) – R$ 15,00
– Adesivo – R$ 1,00
– Bola de ping-pong – R$ 0,50
– Impressão – R$ 0,25
– Carteira escolar – R$ 8,00
– Camiseta – R$15,00