Distanciamento social, quarentena, lockdown… não importa. Em qualquer modalidade recomendada pelas autoridades para desacelerar o avanço da Covid-19, inúmeros obstáculos desafiam ansiedade e criatividade de antropólogos que planejaram trabalho de campo fora de ambientes digitais. Em tempos de coronavírus, como entrar nas casas das pessoas? Ou numa fábrica? Como andar pelas ruas? Como observar “de dentro e de perto”? Como conquistar a confiança de interlocutores? Como lidar com projetos que “exigem” encontro presencial? Como?! Não existe um manual, mas já existem experiências sendo compartilhadas. A antropóloga Louise Scoz Pasteur de Faria, associada ao GAEP, publicou um texto na plataforma Halo Ethnographic Bureau (https://medium.com/halobureau) relatando alguns contratempos e algumas soluções encontradas por ela e por colegas para levar adiante pesquisas no Reino Unido. Interessou? Então acesse o artigo no link https://medium.com/halobureau/doing-research-in-a-pandemic-shared-experiences-from-the-fieldwork-fa1a00fc86fc
