Eber Marzulo, professor coordenador do GPIT, fala à Zero Hora sobre população de rua

“As cidades foram paulatinamente tendo uma postura de rejeição e negação em relação a essas pessoas, e o estado adotou políticas repressivas, como os albergues com horários de entrada e saída”.

Eber acredita que o modelo de abrigos adotado na Capital — com funcionamento das 19h às 7h — “expele” os usuários, uma vez que quem vive na rua, de forma geral, não tem disponibilidade ou capacidade de se encaixar em um modelo social baseado em horários e regras.

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