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Neste ensaio, reflito sobre análises linguísticas que consideram o gesto como indexador de restrições, portanto, um primitivo fonológico, à luz da Teoria da Otimidade (OT). Primeiramente, retomarei os pontos centrais da proposta relativa ao gesto – constituído por pontos de ancoragem – como primitivo representacional na OT. Na sequência, discutirei sobre alterações já propostas ao modelo original, bem como sobre questões controversas acerca da implementação do gesto sob o enfoque de restrições. Na realização de tais alterações – mais do que nas questões –, parece residir um dos problemas centrais no que concerne ao ritmo pouco acelerado das pesquisas em OT e Fonologia Gestual na última década.

Publicado
2017-12-31
Cómo citar

FERREIRA-GONÇALVES, G. Fonologia Gestual e Teoria da Otimidade. Gradus – Brazilian Journal of Laboratory Phonology, Curitiba, v. 2, n. 1, p. 73-82, 2017. DOI: 10.47627/gradus.v2i1.115. Disponível em: https://gradusjournal.com/index.php/gradus/article/view/115. Acesso em: 14 sep. 2022.

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Giovana Ferreira-Gonçalves

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