COmitê de ações para o enfrentamento ao novo coronavírus - instituto de psicologia (CAECIP)

Criamos, no Instituto de Psicologia, um Comitê para Ações de Enfrentamento ao novo Coronavírus – CAECIP, que, de momento, é constituído por diversos membros da Unidade e tem o intuito de pensar e propor ações visando ao enfrentamento para este complexo momento que estamos vivendo.

Abaixo você pode acessar o material que foi produzido e disponibilizado até agora.

 

CLIQUE AQUI para acessar o Plano de Retorno às Atividades Presenciais Restritas do Instituto de Psicologia

Nota da Direção do Instituto de Psicologia

Em tempos em que o óbvio precisa ser retomado, manifestamo-nos a favor, prioritariamente, da vida e da saúde de modo integral de todas e todos.
Reiteramos a importância das prioridades humanas com base na ciência e repudiamos todo e qualquer tipo de ataque e desrespeito à sociedade em geral e às e aos profissionais de saúde e a todas e todos os demais profissionais envolvidos diariamente na luta pela vida.

Reafirmamos a defesa do SUS e das demais políticas públicas e ações que assegurem o direito à saúde de toda a população, em que cada vida importa.

Às e aos que perderam pessoas queridas, nossa solidariedade.
Às e aos que trabalham e contribuem para o bem estar de todas e todos, nossa gratidão.

Mantenham e ampliem o cuidado, seguindo sempre as orientações das medidas de controle e prevenção da COVID-19.

Direção do Instituto de Psicologia

Campanha pela luta e conscientização de um retorno seguro às atividades presenciais no Instituto de Psicologia

Em um trabalho conjunto do Instituto de Psicologia (IP), Programa de Extensão MEDUSA e GT Saúde Mental do IP, a presente campanha é o resultado dos debates sobre o Ensino Presencial Restrito em nossa unidade e a necessidade de promover processos de sensibilização e conscientização em relação a um retorno seguro às atividades presenciais. Para tal, as peças da campanha, em formato de cards, buscam evocar sentimentos, percepções e afetos nas relações de cuidado com os outros e consigo mesmos. É pela via das memórias, da saudade, dos encontros, afetos, aprendizagens, do cuidado e dos nossos sonhos que intentamos construir um lugar comum, um resgate do pertencimento a espaços e trabalhos coletivos. Por isso, destacamos que, para um retorno seguro, a vacinação é apenas uma das medidas. “Apenas” não no sentido de minimizar a importância inquestionável da vacinação, mas no sentido de reafirmar que ainda vivemos uma pandemia e que ela requer de nós outros cuidados, como o uso de máscaras, o distanciamento social, evitar aglomerações, dentre outros. Para um retorno seguro, cuide de si e cuide dos outros!

Card 1 – Memórias #pratodosverem: card com fundo branco, título em tom de cinza com a palavra memórias. Abaixo do título, lê-se: emoções; salas cheias; corredores movimentados; abraços. Após, em tom escuro de amarelo e com uma fonte menor, lê-se: para um retorno seguro, a vacinação é apenas uma das medidas. Cuide de si, cuide dos outros. No canto superior direito, estão dispostos em bloco os logos do Instituto de Psicologia, Programa de Extensão MEDUSA e GT Saúde Mental do Instituto de Psicologia. No canto inferior direito, sob uma mancha em tom de amarelo escuro, visualiza-se a imagem de uma pessoa, sentada de costas em um balanço, com o seu braço esquerdo segurando a corrente de um segundo balanço, vazio, que está ao seu lado.
Card 2 – Saudade #pratodosverem: card com fundo branco, título em tom de marrom com a palavra saudade. Abaixo do título, lê-se: aperto e alívio; do que já foi; do que poderia ter sido; de nós, juntos. Após, em um tom um pouco mais claro de marrom e com uma fonte menor, lê-se: para um retorno seguro, a vacinação é apenas uma das medidas. Cuide de si, cuide dos outros. No canto superior direito, estão dispostos em bloco os logos do Instituto de Psicologia, Programa de Extensão MEDUSA e GT Saúde Mental do Instituto de Psicologia. No canto inferior direito, sob uma mancha em tom claro de marrom, visualiza-se a imagem de uma mulher negra, perfilada e com o rosto inclinado para a esquerda, um sorriso tímido e um olhar reflexivo para um horizonte indefinido na imagem.
Card 3 – Encontros #pratodosverem: card com fundo branco, título em tom escuro de marrom com a palavra encontros. Abaixo do título, lê-se: virtuais; presenciais; palpitantes; toques, olhares; a universidade é feita de encontros. Após, em um tom um pouco claro de cinza e com uma fonte menor, lê-se: para um retorno seguro, a vacinação é apenas uma das medidas. Cuide de si, cuide dos outros. No canto superior direito, estão dispostos em bloco os logos do Instituto de Psicologia, Programa de Extensão MEDUSA e GT Saúde Mental do Instituto de Psicologia. No canto inferior direito, sob uma mancha em tom claro de cinza, visualiza-se a imagem de três mulheres (uma negra e duas brancas) sentadas de costas, lado a lado, com as cabeças erguidas e mirando para o horizonte, com os seus braços e pernas levemente tocando umas nas outras.
Card 4 – Afetos #pratodosverem: card com fundo branco, título na cor lilás com a palavra afetos. Abaixo do título, lê-se: alegres, tristes; potência de vida; vinculação; pertencimento; transformação. Após, em um tom claro de lilás e com uma fonte menor, lê-se: para um retorno seguro, a vacinação é apenas uma das medidas. Cuide de si, cuide dos outros. No canto superior direito, estão dispostos em bloco os logos do Instituto de Psicologia, Programa de Extensão MEDUSA e GT Saúde Mental do Instituto de Psicologia. No canto inferior direito, sob uma mancha na cor lilás, visualiza-se a imagem de dois homens se abraçando, um homem de costas, e o outro de olhos fechados, com o rosto encostado no ombro do primeiro homem e o braço esquerdo envolvendo as costas desse homem.
Card 5 – Aprendizagens #pratodosverem: card com fundo branco, título em tom escuro de azul com a palavra aprendizagens. Abaixo do título, lê-se: pensamento crítico; repensar; consciência de si e do mundo; de si no mundo. Após, em um tom mais claro de azul e com uma fonte menor, lê-se: para um retorno seguro, a vacinação é apenas uma das medidas. Cuide de si, cuide dos outros. No canto superior direito, estão dispostos em bloco os logos do Instituto de Psicologia, Programa de Extensão MEDUSA e GT Saúde Mental do Instituto de Psicologia. No canto inferior direito, sob uma mancha em tom claro de azul, visualiza-se a imagem de quatro estudantes caminhando, segurando livros e carregando suas pastas e mochilas, e sorrindo uns para os outros. Compõem o grupo uma mulher branca, uma mulher negra e dois homens brancos.
Card 6 – Cuidado #pratodosverem: card com fundo branco, título em tom de verde com a palavra cuidado. Abaixo do título, lê-se: amorosidade; compartilhamentos; coletivo; tocar e ser tocado pelo outro; somos no mundo. Após, em um tom claro de verde e com uma fonte menor, lê-se: para um retorno seguro, a vacinação é apenas uma das medidas. Cuide de si, cuide dos outros. No canto superior direito, estão dispostos em bloco os logos do Instituto de Psicologia, Programa de Extensão MEDUSA e GT Saúde Mental do Instituto de Psicologia. No canto inferior direito, sob uma mancha em tom claro de verde, visualiza-se a imagem de parte dos braços de duas pessoas. Uma das pessoas segura, antepara uma das mãos da outra pessoa, com as palmas das suas mãos.
Card 7 – Sonhos #pratodosverem: card com fundo branco, título e textos em tom de amarelo dourado, título com a palavra sonhos. Abaixo do título, lê-se: utopias; do impossível, possibilidades; construir outros mundos possíveis; projetos de vida; contar mais uma história; sonhar. Após, com uma fonte menor, lê-se: para um retorno seguro, a vacinação é apenas uma das medidas. Cuide de si, cuide dos outros. No canto superior direito, estão dispostos em bloco os logos do Instituto de Psicologia, Programa de Extensão MEDUSA e GT Saúde Mental do Instituto de Psicologia. No canto inferior direito, sob uma mancha em tom amarelo dourado, visualiza-se a imagem de um braço erguido e mão segurando barbantes/fios enlaçados em balões coloridos.
Card 8 – Resumo #pratodosverem: card com fundo em tom claro de rosa, lembrando um marrom claro ou bege, e letras em tons escuros e claros de marrom. O título do card está grifado em negrito, em duas linhas, e é composto por seis palavras que estão separados por pontos centralizados entre as palavras: memórias, saudade, encontros, afetos, aprendizagens, cuidado e sonhos. Abaixo do título segue o texto: uma campanha pela luta e conscientização de um retorno seguro às atividades presenciais no Instituto de Psicologia. Centralizados, após o texto, encontram-se os logos do Instituto de Psicologia e do GT Saúde Mental e, no canto inferior direito, o logo do Programa de Extensão MEDUSA. No canto inferior esquerdo, lê-se o texto: para um retorno seguro, a vacinação é apenas uma das medidas. Cuide de si, cuide dos outros.

SEGURANÇA PARA A VIDA VOLTAR

Divulgamos os vídeos realizados entre a parceria da Faculdade de Medicina, a IFMSA e o Forumdir. 

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Clique nos links abaixo para visualizar um compilado de ações de nossa comunidade e da comunidade externa ao Instituto de Psicologia:

Clique aqui e veja a Carta aberta da Comissão Permanente de Combate ao Racismo Institucional do Instituto de Psicologia

A Clínica de Atendimento Psicológico da UFRGS, por ocasião do Novembro Negro, convida a todas, todos e todes para a formação com Thaíse Mendes Farias

Thaíse é psicóloga clínica e coordenadora do Núcleo de Processos Clínicos e Psicossociais da Subsede Sul do Conselho Regional de Psicologia do RS. É pesquisadora e doutoranda no tema das microagressões raciais e habilidades multiculturais, tema que intitula sua fala em nosso encontro.
 

Thaíse é psicóloga clínica e coordenadora do Núcleo de Processos Clínicos e Psicossociais da Subsede Sul do Conselho Regional de Psicologia do RS. É pesquisadora e doutoranda no tema das microagressões raciais e habilidades multiculturais, tema que intitula sua fala em nosso encontro.

A formação será no dia 17 de novembro de 2021, às 19h, no link: meet.google.com/ykv-ibvt-weq

O Centro Interdisciplinar de Pesquisa e Atenção à Saúde – Instituto de Psicologia UFRGS divulga, no link a seguir, uma lista com o nome e contato de Instituições de assistência psicólogica e psiquiátrica que oferecem atendimento social: Clica aqui!

Cuidados em Saúde Mental e Prevenção ao Suicídio

Clicando no card abaixo você acessa a Cartilha do grupo Medusa “Cuidados em Saúde Mental e Prevenção ao Suicídio” e clicando aqui você tem disponível a versão acessível dela.

Juntxs no isolamento: edição férias

Queridxs alunxs,
 
Criamos um canal de comunicação para um bate-papo sobre este momento de enfrentamento à pandemia. A ideia é ser um espaço de contato, mesmo que à distância, para conversarmos e trocarmos experiências sobre como foi o semestre que passou. Os encontros são mediados pela Profa. Letícia Czepielewski e têm duração de 1h30min.
Em julho, nos encontraremos nos dias 14/07 às 15h, 15/07 às 10h30min, 15/07 às 18h30min e 16/07 às 17h30min. Para participar, basta acessar o link clicando no banner abaixo.
Aguardamos vocês lá!

Acesse abaixo uma mensagem em vídeo do Departamento de Psicanálise:

Moção do Instituto de Psicologia em relação ao retorno às atividades presenciais definidos na portaria 1.030 de 01/12/20 do MEC:

Considerando que vivemos uma sobreposição das ondas da pandemia de covid, com muitas cidades no Brasil e do Mundo voltando à bandeira vermelha e com taxas de infecção crescentes. Considerando que os protocolos de biossegurança não foram estabelecidos e que necessitam de um aporte adicional de verbas para sua efetiva implementação. Considerando que o modelo do ERE, guardadas suas limitações e o limite dos recursos orçamentários, tem sido utilizado com o maior afinco e dedicação pelas IFES, e pelo IP, assim como pela UFRGS em particular. Considerando que o retorno presencial teria como consequência o aumento do número de infecções, como já demonstrado pelas experiências de outros países. Considerando que essas infecções não atingiriam somente a comunidade universitária, mas suas famílias e comunidades, aumentando em muito o risco para as pessoas mais vulneráveis. Considerando que não existe cobertura garantida de testagem para todes e que tampouco há um plano definido de acesso às vacinas. Considerando que o Instituto de Psicologia se posiciona de forma intransigente na defesa da vida, nos manifestamos enfaticamente pela manutenção do ERE no semestre 2020/02.

Conselho do Instituto de Psicologia em 02/12/2020

Responda o formulário criado pelo Diretório Acadêmico da Psicologia – DASEIN:

O Diretório Acadêmico da Psicologia, por seu GT de acompanhamento crítico ao ensino remoto emergencial, divulga o Correio de Denúncias, onde se busca a coleta de relatos do Inst. de Psicologia nesse momento.

Todos estão convidados a responder e auxiliar na divulgação para todos os estudantes, técnicos e professores que se sentirem a vontade em respondê-lo.

Acesse o formulário clicando aqui.

Clique abaixo e confira: Bebês e Tecnologias – Pandemia COVID-19

Tédio na Quarentena?

Projeto doando Èmí – A expressão Èmi em Yorubá Nagô remete tanto a Respiração, como também se refere a alma humana. E nesse sentido a ideia da CPCRI – IP é de ofertar diariamente pequenas doses de produção cultural que reflitam o patrimônio artístico da Amefricanidade. Canções, poesias, artes plásticas enfim, as mais diferentes manifestações que toquem a alma e nos permita respirar em tempos de pandemia.

Para participar, x interessadx deve enviar o seu conteúdo para o e-mail pcri.ip.ufrgs@gmail.com, aos cuidados de Luana Petter. Os produtores de programação explicam que caso o material de divulgação não seja uma música que possa ser reproduzida através do Instagram o áudio deve ser encaminhado por e-mail, para que possamos disponibilizar um link de acesso em outra plataforma. Além disso, o material enviado deve conter na abertura (seja junto com o áudio ou por escrito) um cumprimento a Comunidade da UFRGS e o contexto da obra artística (autor, ano etc). O/a participante deve revelar seu nome e sobrenome e se é aluno/a ou servidor/a da Universidade, e de qual unidade e curso. A partir daí, deve gravar a “Èmi” que gostaria de ver compartilhada: uma música, um trecho de livro, um poema, uma mensagem da própria autoria etc.
Qualquer dúvida chama no direct do instagram oficial @cpcri.ip.

Email: pcri.ip.ufrgs@gmail.com

Trabalho fora de casa e estresse:

Não perca a gravação da live da Comissão Permanente de Combate ao Racismo Institucional do Instituto de Psicologia que rolou dia 18.05! Clica no banner 🙂

Violência doméstica e pandemia: fique ligado!

Se liga nas dicas do MEDUSA 🙂

Trabalho em casa na quarentena?

Melhorando a qualidade do sono durante a quarentena 🙂

Projeto Palhafasia divulga vídeo com o trabalho que está fazendo no período da pandemia:

Home Office na Quarentena

Idosos em isolamento social

Por que chamadas de vídeo estão nos deixando exaustos?

Pequenos ajudantes!

Quarentena como ela é

Maiores informações podem ser conferidas no Instagram (instagram.com/propapufrgs) e no Facebook  (facebook.com/propapufrgs).

Quarentena divertida e COVibook 🙂

CIPAS e NAE ensinam a técnica P.A.R.A.R.

Residência em Saúde Mental Coletiva UFRGS disponibiliza material de seminários formativos sobre saúde mental e temas correlatos no contexto da Covid-19

COVID-19 e SAÚDE MENTAL COLETIVA

Seminários formativos RIS-SMC UFRGS

O Programa de Residência em Saúde Mental Coletiva do Instituto de Psicologia UFRGS (RIS-SMC UFRGS), como treinamento em serviço que visa o aprimoramento da formação de trabalhadores de diferentes áreas (psicologia, serviço social, educação física, enfermagem, terapia ocupacional) para atuação em saúde mental coletiva em consonância com os princípios e diretrizes do Sistema Único de Saúde e conforme as exigências do Ministério da Educação, mantém parceria com os serviços da Rede de Atenção Psicossocial de Porto Alegre, da rede intersetorial (Educação e Assistência Social) bem como com movimentos sociais e projetos de extensão da Universidade que prestam serviço à comunidade.

No início do percurso formativo deste ano, a Covid-19 se impôs ao contexto da Residência, exigindo-nos reposicionamentos e adaptação das propostas de ensino-aprendizagem.

Uma das inovações implementadas foi a realização de seminários formativos (webconferência) sobre a saúde mental e temas correlatos no contexto da Covid-19, de forma compartilhada com o Programa de Residência em Saúde Mental da UNISINOS/POA, com atuação nos mesmos cenários de prática da RAPS de Porto Alegre. Em cada seminário, contamos com a participação de convidados, que debatem o tema proposto tendo como base a leitura ou a escuta prévia, pelo grupo de residentes, de textos, filmes e lives recomendados.

Na certeza de que o teor desses debates é de interesse de uma comunidade mais ampla, engajada nas ações de combate da pandemia e de suas repercussões psicossociais, compartilhamos abaixo a gravação desses encontros e disponibilizamos o link de acesso aos materiais de base que lhes serviram de mote.

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A ATUAÇÃO EM SAÚDE MENTAL NO CONTEXTO DO COVID-19

Seminário do Programa de Residência em Saúde Mental Coletiva do IP/UFRGS, com a participação do Programa de Residência em Saúde Mental da UNISINOS/Campus POA, tendo como convidados: Volnei Antonio Dassoler, psicólogo, psicanalista, mestre em Psicologia UFSM, doutorando em Psicologia Social e Institucional UFRGS; e Gilson Mafacioli da Silva, médico psiquiatra, mestre em Psicologia UFSM. Ambos são profissionais da rede de saúde mental de Santa Maria, com atuação no serviço de acolhimento à crise criado no contexto do incêndio da Boate Kiss. Em 03 de abril de 2020.

Gravação do seminário:

https://drive.google.com/file/d/1C3Lkt2EF8Vsitx7mGQ8x0MAmVzFFQehC/view?usp=drive_web

 

Materiais de base:

Conexão Fiocruz-Brasília: ”O novo coronavírus e nossa Saúde Mental”, com Débora Noal, Karine Dutra e outras convidados, disponível no link

https://portal.fiocruz.br/video/conexao-fiocruz-brasilia-o-novo-coronavirus-e-nossa-saude-mental

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COVID-19, AGROECOLOGIA E PERIFERIA

O fio da meada: terra e alimento sãos para a saúde dos que têm fome

Seminário conjunto do Programa de Residência em Saúde Mental Coletiva do IP/UFRGS e do Programa de Residência em Saúde Mental da UNISINOS/Campus POA, tendo como convidados: Leonardo Melgarejo, engenheiro agrônomo, mestre em economia rural UFRGS, doutor em engenharia de produção UFSC, membro da Associação Brasileira de Agroecologia, ativista da Campanha Permanente Pela Vida Contra os Agrotóxicos; Marla Fernanda Kuhn: assistente social, docente do curso de Serviço Social e do Programa de Residência em Saúde Mental da UNISINOS, doutoranda em geografia UFRGS, técnica da Vigilância em Saúde da SMS/PMPA; Daiana dos Santos: sanitarista, educadora social, militante no apoio social a mulheres da periferia. Em 17 de abril de 2020.

 

Gravação do seminário:

https://drive.google.com/file/d/1Y-aZbNliYvheIa_RTl7H2hC3yCizG6y8/view?usp=drive_web

Materiais de base:

Documentário “O fio da meada”, de Sílvio Tendler, disponível no link

https://www.youtube.com/watch?v=6Y8W0-v1FJ8

Live ABPN “O coronavírus e a quarentena que não chega na periferia: o que fazer?”  com Deivison Faustino e Altair Lira, disponível no link

https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=211833060098201&id=452654851499767&sfnsn=wiwspwa&d=w&vh=e&extid=tNUv4DI5erk1ECkh

Obs.: Esta live foi provocada pelo artigo com mesmo título, escrito por Deivison Faustino, cuja leitura recomendamos também, disponível no link

http://deivisonnkosi.kilombagem.net.br/category/artigos/saude/

 

Ações do Curso de Fonoaudiologia

Seguem abaixo produções relativas ao curso de Fono em vídeo. Não deixe de acessar e deixar seu like!

 

* Vídeo produzido com todos os professores e técnicos do curso para os alunos em período de pandemia.

https://www.youtube.com/watch?v=L6GqGKm1WB8

 

* Estes outros vídeos foram feitos pelas professoras da faculdade de Odontologia:

 

Vídeos feitos pela Profa. Rafaela Rech e monitores da disciplina de Saúde Coletiva


Saúde Coletiva 2020  Fono UFRGS
https://youtu.be/-KGY9uLAzHA

Reflexões sobre Ética e COVID 19

https://youtu.be/zQ5cDOCriyc

Uma breve história da saúde pública no Brasil: 1904 -1953

https://youtu.be/51JGmVQXN4A

História da saúde pública brasileira parte II: 1964 – 1990

https://you.tube/F0E3CQnr5Bw

 

* Vídeos produzidos pelo programa Aletra, coordenado pela Profa. Ana Paula Scherer, sobre linguagem e alfabetização:

https://youtu.be/cCkFdrRV_dI

https://youtu.be/6F9qzzIL8d8

https://youtu.be/AQ2ok6O8SVw

https://youtu.be/Oa2NWAU70HU

https://youtu.be/LVQGKDYCFRs

 

Crianças pequenas em quarentena?

Confira as dicas do CIPAS e do NAE para enfrentar os efeitos da quarentena 🙂

Se liga nas dicas da nossa Biblioteca 🙂

Comgrad Serviço Social passa a disponibilizar conteúdo online com material artístico-cultural voltado para estudantes e docentes do curso

 

Clique  aqui e tenha acesso à notícia com o link para o DROPS Comgrad SSO.

Melhore a qualidade do seu sono com as nossas dicas!

Responda e auxilie na divulgação da pesquisa abaixo.

Ao final você encontrará dicas de saúde mental!

Siga nossas dicas para enfrentar a ansiedade 🙂

Entenda a Renda Básica Emergencial:

Instituto de Psicologia e você juntos contra a Covid-19!

Quem pode ficar em casa durante a pandemia COVID19, deve ficar. Mas e quem não pode? Seja por que precisa trabalhar, porque não tem casa ou ficar em casa signifique expor a si e a outras pessoas à situações de risco?
 
Diversos movimentos, coletivos, associações de moradores, e instituições estão fazendo tudo ao seu alcance para apoiar pessoas em vulnerabilidade social e tentar minimizar os impactos da pandemia e do que segue a ela. Você pode ajudar, seja doando recursos, trabalho ou divulgando essas ações.
 
Compilamos aqui algumas iniciativas de solidariedade e apoio mútuo para pessoas e grupos em situação de vulnerabilidade no contexto da pandemia COVID-19:
 

Viver uma pandemia é um convite a sensibilizar-se com a dor do outro. Fica claro que não existe saúde individual desconectada da saúde coletiva. Não se trata de proteger apenas a si mesmo, mas de ter cuidado com o outro. E se outro pensar assim, estará também me protegendo. Nunca antes ficou tão evidente a ilusão da autossuficiência e de um mundo protegido por fronteiras. Como escreve Mia Couto: “Encheram a terra de fronteiras, carregaram o céu de bandeiras, mas só há duas nações – a dos vivos e dos mortos”. Somos hoje muito mais próximos dos chineses, dos italianos, dos espanhóis, dos vizinhos. A forma como cada pessoa e como cada país lida com a crise impacta o mundo todo. A fantasia de felicidade e prosperidade focadas apenas no indivíduo desaba. O indivíduo não pode se salvar sozinho.

 

A pandemia mostra de forma aguda o que a crise ambiental revela de forma gradual. Por que é tão difícil se sensibilizar para o cuidado do que é coletivo? Não é novidade questionar a nossa forma de viver como sociedade, que vem nos levando ao colapso. Mas a pandemia do coronavírus reforça algumas lições esquecidas, ou das quais preferimos não lembrar. Toda escolha individual tem implicações coletivas. O que escolhemos comer, vestir, como descartamos o lixo, como nos locomovemos, com o que trabalhamos, que tipo de informações acessamos e compartilhamos, como cuidamos da nossa saúde e da nossa família. Da mesma forma, toda escolha coletiva tem implicações individuais. Como decidimos coletivamente (ou nos omitimos) de decisões no prédio, no bairro, na cidade, no país. Como os governantes e outros atores influentes tomam decisões que impactam a todos. De repente, ficou gritante a todos que temas como política e economia são assuntos de vida ou morte. Mas sempre foram, agora só está impossível negar.

 

A crise gerada pelo coronavírus abre espaço para desenvolvermos mais solidariedade. As pessoas têm se ajudado de muitas formas, através de suas profissões, por meio de trabalho voluntário, por apoio a sua rede mais próxima, e também lembrando de cuidarem de si mesmas. Vimos profissionais de saúde se disponibilizando gratuitamente para tirar dúvidas sobre coronavírus, psicólogos atendendo online para dar suporte, plataformas de cursos online abrindo o acesso, pessoas arrecadando dinheiro para comprar cestas básicas ou preparar comida a pessoas carentes, artistas fazendo shows online, arquitetos ajudando a reorganizar centros de saúde e hospitais, pessoas costurando máscaras caseiras, líderes comunitários produzindo kits de água e sabão para moradores de rua, economistas participando ativamente na elaboração de proposições para a crise, as universidades públicas produzindo soluções como testes para covid-19, pesquisas para produzir vacinas…. e a lista segue, felizmente. Diante disso, caberia se perguntar: quais habilidades minhas podem estar à serviço do meu semelhante? Em que posso ser útil? Qual o meu lugar no mundo? Qual o lugar do mundo em mim?

 

O trabalho (remunerado e voluntário) é uma das vias de cooperar e dar sentido à própria existência. Não apenas nesse momento de pandemia, mas sempre deveríamos nos perguntar: quais são as necessidades do mundo, esse do qual fazemos parte, mas que vai além da nossa bolha? Temos desafios ecológicos, de erradicação da pobreza, de saúde, de educação, de justiça social, de trabalho decente, entre muitos outros. A ONU possui uma agenda com 17 objetivos de desenvolvimento sustentável (ODS), que apontam uma série dessas necessidades globais. Eu recomendo vivamente a leitura dos ODS (https://nacoesunidas.org/pos2015/agenda2030/) como uma forma de identificar que há sim o que fazer no mundo, com o que contribuir, cada um da sua maneira, a partir daquilo que mais lhe convoca a agir.

 

O trabalho não deve ser pensado apenas sob um prisma individual. Um trabalho que valha a pena de ser feito se encontra na intersecção entre uma necessidade coletiva e uma necessidade pessoal.
Como podemos cuidar de nós mesmos e cuidar do outro ao mesmo tempo? Como podemos compreender que bem-estar individual e bem-estar social são como dois lados de um mesmo tecido? Ouvir pessoas que já compreenderam isso há um tempo pode nos ajudar a compor algumas direções. Escutei hoje, emocionada, a fala da Débora Noal (https://www.youtube.com/watch?v=by27OMMfGlY), psicóloga que atua em desastres e epidemias através da organização Médicos sem fronteiras (https://www.msf.org.br/). Ela dizia que se sente em casa em qualquer lugar do mundo. Depois de percorrer tantos territórios, chegando horas depois das maiores catástrofes da humanidade, ela se refere às pessoas que socorreu como sua família. Em muitos dos lugares ela não sabia falar a língua das pessoas, e isso não era o mais importante.Grande parte da sua ajuda é por simplesmente estar junto sentindo a dor do outro, com um olhar humano. Que possamos aprender lições com pessoas como a Débora, que escolhe enxergar nos escombros o começo de uma nova vida.