Foi um desenvolvimento do Hellertion feito por Bruno Hellberger. A primeira versão do Heliophon foi terminada em Berlim, em 1936, mas foi destruída durante a segunda guerra mundial. Hellberger prosseguiu no desenvolvimento do instrumento após a guerra e construiu um segundo modelo, em 1947, em Viena, Áustria e continuou no aprimoramento do Heliophon até a sua morte, em 1951 (posteriormente as pesquisas no instrumento foram retomadas por Woflgang Wehrmann).
O som do heliophon era produzido, assim como o Hellertion, por osciladores a válvula mas, no Heliophon o som era controlado por 58 notas sensíveis a pressão do toque.
Cada teclado tinha a capacidade de ser dividido em três diferentes estágios de altura e timbres simultaneamente. O volume da saída era controlado no pé por pedais e com uma alavanca de joelho podia-se adicionar um vibrato. Cada teclado tinha uma escala no estilo do Hellertion para adicionar variações de glissando e alterações no timbre.
O Heliophon foi utilizado por Hellberger durante toda a década de 1940 e 50 para produções teatrais e musicais, o instrumento foi caracterizado como, não somente capaz de produzir imitações realistas de instrumentos orquestrais, mas também de imitar os sons vocais humano.