Resumo: Telegrama. Osvaldo Aranha menciona e comenta a sua situação na política e no governo quando do caso da revolução paulista. Comenta a resolução do conflito de São Paulo e diz-se desolado com o apoio dado pelo Rio Grande do Sul e por Borges de Medeiros aos revolucionários paulistas.
Resumo: Telegrama. Referente a telegramas enviados por Flores da Cunha e assuntos relacionados com este. Pouco compreensível.
Resumo: Telegrama. Afirma que segundo Flores da Cunha, Assis Brasil aprovará o governo e harmonizará a situação.
Resumo: Telegrama. Comunica que as linhas para o Rio estão interrompidas e que as tropas federais do estado esperam um comando.
Resumo: Telegrama. Menciona a explosão do movimento revolucionário no Rio de Janeiro mas assegura a vitória das forças legalistas.
Resumo: Telegrama. Transmite recado enviado a Flores da Cunha por Osvaldo Aranha que afirma que os regimentos de Itu permanecem fiéis ao exército.
Resumo: Telegrama (em anexo uma cópia citrada). Afirma que a sua permanência no governo depende da amiência do Rio Grande do Sul.
Resumo: Carta. Dario de Bittencourt escreve a Antônio Lourenço respondendo as suas indagações sobre Sérgio da C. Franco, M. Calvet Fagundes, Alberto Nunes e outros. Faz referência a livros e ao último número do jornal "O Ferrabraz", no qual contém um soneto de A. Lourenço. Também comenta o soneto - A um assassinado - que lhe foi enviado na última carta.
Resumo: Carta. Dario de Bittencourt escreve a Antônio Lourenço agradecendo sua carta e seus sonetos enviados. Diz que está pessimista quanto a sua saúde, esperando e se preparando para a morte. Comunica-lhe que a sua conferência "Um pouco" será intitulada "Introdução ao Direito Internacional do Trabalho" e conclui lhe pedindo seu trabalho, publicado no número especial de "Reencarnação".
Resumo: Carta. Antônio Lourenço escreve a Dario de Bittencourt pedindo alguns esclarecimentos, sobrenomes e endereços, diz que continua recebendo seus recortes de jornal e que irá remeter alguns escritos seus ainda não enviados. Encerra a carta com um soneto - A um assassinado.
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