Resumo: RETIRO CÍVICO Pilla elogia a proibição de propaganda eleitoral nos dois dias que antecedem as eleições, ressaltando a importância de considerar qual presidenciável é o mais democrata e reúne as qualidades mais requeridas para o cargo.
Resumo: A CANDIDATURA SCHNEIDER E O GOVERNO COLETIVO Pilla apresenta um diferencial da candidatura de Edgar Schneider: a proposta de nomear secretários de estado de confiança da Assembleia e fazê-los trabalhar mais colaborativamente.
Resumo: QUESTÃO CLARA Pilla descreve a candidatura dos presidenciáveis, criticando tanto Getúlio Vargas quanto Cristiano Machado, e promovendo Eduardo Gomes (e, por extensão, Edgar Schneider).
Resumo: REVIVESCÊNCIA DA REPRESENTAÇÃO DE INTERESSE Pilla adverte sobre as campanhas de candidatos que prometem defender os interesses de grupos específicos e certas classes, o que torna os partidos políticos ainda menos significativos em nosso sistema representativo.
Resumo: ARTE, OU INDÚSTRIA POLÍTICA? Com a morte de Arturo Alessandri, ex-presidente do Chile, Pilla reflete sobre o cargo de político no Brasil, antes exercido pela honra, hoje oportunidade de enriquecimento.
Resumo: COMEÇO DE ORDEM MUNDIAL Pilla comenta sobre a efetividade da ONU em relação a invasão da Coreia do Sul, reconhecendo o apoio decisivo dos Estados Unidos para a construção de uma força de intervenção internacional.
Resumo: DE 1930 A 1950 Pilla protesta contra a estratégia de campanha de Vargas, que se utiliza dos valores e ideais disseminados na revolução de 1930.
Resumo: COM A JUSTIÇA ELEITORAL Pilla denuncia um caso de crime eleitoral, no qual um funcionário retém o título de uma apoiadora do Brigadeiro Eduardo Gomes.
Resumo: O COROLÁRIO DA LIVRE INICIATIVA Pilla aproveita a declaração do ministro da agricultura do Canadá, "a livre iniciativa implica o livre risco" e constata que qualquer auxílio que o Estado dá para empresários em caso de prejuízos legitima, por consequência, os impostos cobrados dos lucros das empresas privadas.
Resumo: A IMPRENSA E A MISSÃO DE ORIENTAR Pilla comenta sobre a situação da imprensa atualmente, "que não informa, e ainda menos, orienta", e faz objeções contra uma crônica política que promove Cilon Rosa convidando, entre outros, libertadores para votarem nele.
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