Carta. Antônio Lourenço escreve a Dario de Bittencourt agradecendo o presente natalino. Comenta que o fenômeno psicológico o atemorizou em Porto Alegre. Também fala de sua vida pessoal e seus sentimentos. No final, diz que foi à missa fúnebre de D. Carlinda (esposa do velho Borges) e da importância de 1932.
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