NuTAL
Oficina de Criatividade do Hospital Psiquiátrico São Pedro
Oficina de Criatividade do Hospital Psiquiátrico São Pedro
A Oficina de Criatividade do Hospital Psiquiátrico São Pedro foi fundada em agosto de 1990 como um espaço de reabilitação psicossocial da rede de saúde mental do SUS. É um lugar para as artes, inspirado nos ensinamentos da psiquiatra Nise da Silveira. Neste espaço são atendidos moradores e frequentadores do Hospital Psiquiátrico São Pedro, pacientes internados na área hospitalar, ambulatorial e grupos da comunidade do entorno, que são encaminhados por outros serviços da rede de saúde.
A Oficina de Criatividade do Hospital Psiquiátrico São Pedro foi fundada em agosto de 1990 como um espaço de reabilitação psicossocial da rede de saúde mental do SUS. É um lugar para as artes, inspirado nos ensinamentos da psiquiatra Nise da Silveira. Neste espaço são atendidos moradores e frequentadores do Hospital Psiquiátrico São Pedro, pacientes internados na área hospitalar, ambulatorial e grupos da comunidade do entorno, que são encaminhados por outros serviços da rede de saúde.
Funcionando há 30 anos, de segunda a sexta-feira, são oferecidas atividades como bordado, colagem, pintura, oficinas de escrita, modelagem em argila, entre outras. A Oficina é um espaço de convivência, tendo como princípios a arte como criação de vida, o amor e o respeito pelas diferenças e a utilização da expressão plástica no resgate da singularidade da experiência subjetiva de cada um e cada uma que compartilha aquele território.
Funcionando há 30 anos, de segunda a sexta-feira, são oferecidas atividades como bordado, colagem, pintura, oficinas de escrita, modelagem em argila, entre outras. A Oficina é um espaço de convivência, tendo como princípios a arte como criação de vida, o amor e o respeito pelas diferenças e a utilização da expressão plástica no resgate da singularidade da experiência subjetiva de cada um e cada uma que compartilha aquele território.
ACERVO
Seu Acervo faz parte das 4 coleções brasileiras ligadas à saúde mental no Brasil, tem reconhecimento nacional e suas obras já participaram de exposições em importantes museus e espaços culturais em Porto Alegre, Rio de Janeiro e São Paulo.
“É pela potência de nosso objeto que nos dedicamos com afinco a ações de preservação deste patrimônio. Da organização à catalogação dos documentos que dão suporte a inúmeras pesquisas, em diferentes áreas de conhecimento, num amplo leque entre a saúde e as humanidades, entre a loucura e a arte, às investigações, exposições, filmes e livros daí resultantes tecem delicadas tramas que buscam fundar novos lugares para sujeitos antes invisíveis”, afirma Bárbara Neubarth, uma das fundadoras da Oficina e que segue atuando voluntariamente.
Seu Acervo faz parte das 4 coleções brasileiras ligadas à saúde mental no Brasil, tem reconhecimento nacional e suas obras já participaram de exposições em importantes museus e espaços culturais em Porto Alegre, Rio de Janeiro e São Paulo.
“É pela potência de nosso objeto que nos dedicamos com afinco a ações de preservação deste patrimônio. Da organização à catalogação dos documentos que dão suporte a inúmeras pesquisas, em diferentes áreas de conhecimento, num amplo leque entre a saúde e as humanidades, entre a loucura e a arte, às investigações, exposições, filmes e livros daí resultantes tecem delicadas tramas que buscam fundar novos lugares para sujeitos antes invisíveis”, afirma Bárbara Neubarth, uma das fundadoras da Oficina e que segue atuando voluntariamente.
O Acervo da Oficina de Criatividade começou a ser formado em 1990, com a criação da própria oficina. As obras que o integram são produzidas pelos frequentadores da Oficina, indivíduos com diferentes trajetórias de vida, e que encontram nesse espaço muito afeto, respeito e liberdade de expressão por meio das Artes. Hoje, o acervo acumula mais de 200 mil obras entre pinturas, bordados, esculturas e textos.
Em 2017, o Acervo e o trabalho desenvolvido na Oficina foram vencedores da 30ª Edição do Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade, premiação do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), por ser uma iniciativa inovadora, que congrega as ciências humanas e políticas de saúde.
O Acervo da Oficina de Criatividade começou a ser formado em 1990, com a criação da própria oficina. As obras que o integram são produzidas pelos frequentadores da Oficina, indivíduos com diferentes trajetórias de vida, e que encontram nesse espaço muito afeto, respeito e liberdade de expressão por meio das Artes. Hoje, o acervo acumula mais de 200 mil obras entre pinturas, bordados, esculturas e textos.
Em 2017, o Acervo e o trabalho desenvolvido na Oficina foram vencedores da 30ª Edição do Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade, premiação do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), por ser uma iniciativa inovadora, que congrega as ciências humanas e políticas de saúde.
Visitando a Oficina de Criatividade HPSP
MOC-HPSP em Foco: uma visita ao Museu Oficina de Criatividade do Hospital Psiquiátrico São Pedro
“MOC-HPSP em Foco: uma visita ao Museu Oficina de Criatividade do Hospital Psiquiátrico São Pedro”, é um vídeo que registra uma visita aos espaços do futuro Museu apresentando todo o potencial de suas coleções e a diversidade de atividades voltadas à preservação desse patrimônio que é único em nosso Estado.
A atividade é uma parceria do NuTAL e do Museu Oficina de Criatividade do HPSP (MOC-HPSP), com o apoio da Secretaria de Estado da Cultura e Secretaria da Saúde do Estado para a terceira edição do Dia Estadual do Patrimônio Cultural.
O evento é uma realização da Secretaria de Estado da Cultura (SEDAC-RS) e aconteceu entre os dias 14 e 15 de agosto de 2021.
CITAÇÕES
Nosso modo de pesquisar o arquivo de vidas-loucas, encarceradas pela longa internação, refere-se a escrever biografias de vidas esquecidas, marginalizadas, nunca consagradas pelo discurso dos vencedores. Vidas que passam debaixo aos discursos estabelecidos, ficando na corda bamba entre o total esquecimento a uma remota possibilidade de expressão. Nosso arquivo de obras expressivas, elemento essencial no nosso campo empírico o Acervo da Oficina de Criatividade do Hospital Psiquiátrico São Pedro, carrega esta potência de esquecimento e memória, de discurso e silêncio.
GARAVELO, Leonardo Martins Costa. Acervo, Escrita e Pesquisa: modos de narrar e escrever uma vida. 2013.
Todo mundo deve inventar alguma coisa, a criatividade reúne em si várias funções psicológicas importantes para a reestruturação da psique. O que cura, fundamentalmente, é o estímulo à criatividade.
Dra. Nise da Silveira. Trecho do filme Nise, Coração da Loucura (2016).
TEXTO - O SILÊNCIO DE TANIA
Dedico esta escrita a Ali Barbara e os quatrocentos ladrões
Em tarde bordada por Barbara falei sobre o Silêncio de Tania. Meu corpo entendeu este sopro na reunião do NuTAL do dia 23 de novembro. Fiquei impressionada com tantas e ideias e reverberações e senti, literalmente, o corpo vibrátil de nossas virtualidades. Foi pura eletricidade em Princípio de Descoerência, vindo a percorrer a sala toda: as plantas, os livros e até meus gatos. Tudo é Tania. Ver os rostos do NuTAL, as efervecências da Paola, a calma alegre da Vanessa Aquino, a minha queridíssima Barbara e o tema do curta, e muitos resultados dos tantos feitos do NuTAL pelo mundo.
Depois do nosso encontro era a voz singular dela em silêncio dizendo: E aí, Paty?
Comecei!
O silêncio que ela me gerava era, em primeiro, o silêncio de querer contemplar sem interferir em nada o que ela dissesse ou fizesse, era, pois, sublime vê-la durar o máximo em seus atos sem pressas e, por outro lado, esculpir meu silencio na honra de estar com uma mulher que amava ouvir.
No ultimo seminário, ela, literalmente pediu silêncio. Disse: com um sorriso espertíssimo: “só não gosto de ser interrompida”. E isso causou aquela contradição pedagógica. O silêncio como sofisticação do espírito dos que escreverão por ela, com ela e para o Fora.
Assim, como a voz dela é ritornelo para todos nós, é sobretudo, um paradoxo que suspende o ar e, em um susto, em um assombro ou em um lapso dos rios do pensamento tudo para! É o Turning Point do Silêncio de Tania. O Silêncio de Tania vem brado do paradoxo! Que eu possa ser um corpo de passagem ou ser uma intercessora equilibrista e desequilibrada. Como disse a Barbara: Vamos preparar nossas Oferendas.
Neste agora eu penso, sentindo uma dor: como fazer O Silêncio de Tania? Deito e me entrego à dor. A dor é uma redenção, uma purificação. Preciso me purificar para pesquisar o Silêncio em sua Obra. Sinto que desejamos, cada um a seu modo, e todos na forma de uma pequena multidão de moléculas, tateando entreatos, extratos e até o tempo imemorial, antes de sermos humanos, acessar um estado elevada intuição. As moléculas do NuTAL! Um de nossos nortes pode ser no campo da presença-ausência quando Tania se refere ao território dos artistas do Acervo: “seres que portam estandartes faiscantes enquanto criam e resistem e que continuam a existir como despossuídos e sem qualidades não nutrindo, jamais, a gana da posse ou do domínio”. (2010, p.28)
O Silêncio de Tania vem de longe, vem desde a quarta pessoa: morre-se, sonha-se. O nosso impessoal e nosso comum irão nos unir na criação de grupos de estudos intrigantes. Ela era fiel ouvinte dos murmúrios. Ela se entranhou nos murmúrios. Ela chegou a ser maestrina dos murmúrios do Acervo. Maestrina de silêncios. Penso que estas vozes podem ser pensadas dentro das Estéticas do Fracasso ou da História dos Tempos Inaudíveis.






O Silêncio de Tania é uma bussola na qual os quatro pontos cardeais são norte, porque na deriva existe a quietude daqueles que não querem chegar. A deriva nas Vidas do Fora: Habitantes do Silêncio. A deriva nas Imagens do Fora.
Barbara me disse: “a Tania morreu fazendo planos.” Como ela estava certa! Estava sempre a altura dos acontecimentos. Morrer fazendo planos é ela. Essa vontade de tirar outro mundo do mundo! A escrita sempre foi tirar mundo do mundo, porque a letra vem do Fora e vem ardendo. Um meteoro mora dentro do pássaro Tania e a arvore dela é radiativa exalando pausas.
O amor precisa ser vivido sendo preciso prová-lo nos dois sentidos: como realização e como sabor desconcertante. Uma das radiações mais poderosas da minha releitura do Vidas do Fora, foi uma referência sobre a Barbara como Ali Barbara e os quatrocentos (quarenta seria pouco): “Desconfiamos que, com nosso desvio, talvez quiséssemos mesmo estar em companhia de ladrões para vir sondar o acúmulo de seus tesouros roubados, para vir enfim, encontrar um deposito irregular do ilegítimo. Como na caverna de Ali Barbara e os quatrocentos ladrões, vermos ainda brilhar o esplendor o esplendor de vidas condenadas e fora de uma língua maior” (2010,p.30). Esta linguagem menor está falando conosco de forma latente, todas as vezes, que entramos no acervo seja em presença ou em pensamento. O Silêncio de Tania poderá ser o nosso mar e nele vamos trazer das profundidades do arquivo um plano que dê a ver o infinito do que é chamado de errante ou incurável. Tania menciona a dignidade do phatos. Esta dignidade abrirá pensamentos e espaços que nos esperam calados, inacabados e sem pressa alguma. Tania nos convida impassível.
Vidas do Fora: Habitantes do Silêncio. Orgs.: Luciano Bedin e Tania Mara Galli Fonseca. Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2010
Bio da autora: Patricia Beatriz Argollo Gomes é psicóloga, Mestre em Psicologia Social e Institucional / UFRGS, Dra. em Informática na Educação/UFRGS, fotógrafa, psicóloga clínica, coordenadora de projetos da FEMERAID-Brasil, equilibrista e entusiasta. “Tive a honra de viver o Fora e escrever com a Prof. Tania Galli Fonseca. Sonho com o nascimento de nosso Museu!”
SEDES
Quando a Oficina de Criatividade foi fundada, em 1990, ocupava um espaço conhecido como “Sala Rosa”. A sala estava localizada no primeiro andar do prédio histórico, com paredes rosas e muitas janelas. O lugar se mostrou tão diferente que alguns dos frequentadores da Oficina se referiam aos demais espaço do hospital como “lá” no São Pedro.
Nos anos 2000, dez anos depois da fundação da Oficina, o espaço saiu da sala rosa e passou para a antiga sala do laboratório de coleta e esterilização do hospital, no bloco 4. A sala era mais acessível para os moradores mais idosos, pois tinha menos degraus.
Quando a Oficina de Criatividade foi fundada, em 1990, ocupava um espaço conhecido como “Sala Rosa”. A sala estava localizada no primeiro andar do prédio histórico, com paredes rosas e muitas janelas. O lugar se mostrou tão diferente que alguns dos frequentadores da Oficina se referiam aos demais espaço do hospital como “lá” no São Pedro.
Nos anos 2000, dez anos depois da fundação da Oficina, o espaço saiu da sala rosa e passou para a antiga sala do laboratório de coleta e esterilização do hospital, no bloco 4. A sala era mais acessível para os moradores mais idosos, pois tinha menos degraus.
Após a 3ª Bienal do Mercosul, que ocupou parte das dependências do HPSP, principalmente os blocos 4 e 6, o núcleo se espalhou pelo bloco 4. Abriu-se então uma nova entrada, sem escadas, facilitando o acesso de cadeirantes. Neste momento, a Oficina ocupava o térreo e o acervo ficava no segundo andar do prédio.
Em 2018 a Oficina mudou para o espaço que ocupa hoje. Em um andar térreo ficam todos os espaços de produção e de convivência, onde são realizadas atividades como bordado, colagem, pintura, oficinas de escrita, modelagem em argila entre outras. O espaço destinado à guarda e tratamento técnico do acervo fica também no térreo. O espaço atual é plano, sem degraus, acessível aos frequentadores cadeirantes, idosos ou que tenham alguma dificuldade motora.
Após a 3ª Bienal do Mercosul, que ocupou parte das dependências do HPSP, principalmente os blocos 4 e 6, o núcleo se espalhou pelo bloco 4. Abriu-se então uma nova entrada, sem escadas, facilitando o acesso de cadeirantes. Neste momento, a Oficina ocupava o térreo e o acervo ficava no segundo andar do prédio.
Em 2018 a Oficina mudou para o espaço que ocupa hoje. Em um andar térreo ficam todos os espaços de produção e de convivência, onde são realizadas atividades como bordado, colagem, pintura, oficinas de escrita, modelagem em argila entre outras. O espaço destinado à guarda e tratamento técnico do acervo fica também no térreo. O espaço atual é plano, sem degraus, acessível aos frequentadores cadeirantes, idosos ou que tenham alguma dificuldade motora.
Epidemia de Cores é um documentário de Mário Saretta que narra a rotina dos frequentadores, ex-frequentadores e coordenadores da Oficina de Criatividade do HPSP.
O filme está disponível no Now, Apple TV, Google Play e Youtube.
Voluntarie-se!
O Acervo da Oficina de Criatividade possui mais de 300 mil itens e está em constante crescimento. Para o melhor tratamento e organização das coleções, o Acervo está sendo organizado em três categorias: Arquivístico, Bibliográfico e Museológico.
Visando a salvaguarda e a preservação deste patrimônio, foi criado um GT específico sobre o Acervo, do qual fazem parte estagiários e funcionários da Oficina de Criatividade, docentes, técnicos e discentes dos cursos de Arquivologia, Biblioteconomia, Museologia e do Programa de Pós-Graduação em Museologia e Patrimônio da UFRGS, além de membros do NuTAL.
Em encontros que ocorrem na primeira terça-feira de cada mês, o grupo se reúne, virtualmente, para fazer uma atualização sobre o diagnóstico do Acervo e os projetos em andamento.
O NuTAL e o GT Acervo estão aceitando novos membros! Se você tem interesse em fazer parte, entre em contato conosco através do e-mail: ufrgsnutal@gmail.com.
O Acervo da Oficina de Criatividade possui mais de 300 mil itens e está em constante crescimento. Para o melhor tratamento e organização das coleções, o Acervo está sendo organizado em três categorias: Arquivístico, Bibliográfico e Museológico.
Visando a salvaguarda e a preservação deste patrimônio, foi criado um GT específico sobre o Acervo, do qual fazem parte estagiários e funcionários da Oficina de Criatividade, docentes, técnicos e discentes dos cursos de Arquivologia, Biblioteconomia, Museologia e do Programa de Pós-Graduação em Museologia e Patrimônio da UFRGS, além de membros do NuTAL.
Em encontros que ocorrem na primeira terça-feira de cada mês, o grupo se reúne, virtualmente, para fazer uma atualização sobre o diagnóstico do Acervo e os projetos em andamento.
O NuTAL e o GT Acervo estão aceitando novos membros! Se você tem interesse em fazer parte, entre em contato conosco através do e-mail: ufrgsnutal@gmail.com.
Se preferir, pode entrar em contato através desse formulário!
POSTS
Fotografia por Acervo da Oficina de Criatividade do HPSP Em novembro de 2010, a partir de uma vontade de trabalhar com escrita dentro da Oficina de Criatividade, Juliane Farina propôs a criação do Ateliê de Escrita. Anteriormente havia uma Oficina de Escrita vinculada diretamente à Oficina de Criatividade, que foi desativado no… Continue a ler »Ateliê de Escrita
Não perca esse episódio! Convidamos vocês a ouvirem o 25º episódio do Farol Podcast (@farolci.ufrgs), que tem como convidada Barbara Neubarth, membro do NuTAL. Neste episódio o aluno do Curso de Museologia Arthur Bonfim conversa com Bárbara Neubarth sobre os 30 anos da Oficina de Criatividade do Hospital Psiquiátrico… Continue a ler »Podcast: O Farol
Solange Luciano (Fotografia por Mário Eugênio Saretta) As Vestes Falantes, criadas por Solange Luciano, são uma produção expressiva, potente e com muitas cores. Por meio das Vestes, a artista pratica o ativismo em apoio à Luta Antimanicomial e à Reforma Psiquiátrica. As obras já participaram de diversas atividades culturais… Continue a ler »Vestes Falantes: Arte e Loucura na Obra de Solange Luciano
Como imagens advindas de espaços situados fora do campo artístico se tornam arte? Enterro da Obra (Fotografia por Mayra Martins Redin) É desse questionamento que nasce ‘Enterro da Obra’, performance realizada a partir de uma intervenção no Hospital Psiquiátrico São Pedro, no exato dia de São Pedro, seu patrono.… Continue a ler »Enterro da Obra: o Legado de Frontino Vieira dos Santos
Reprodução Fotográfica Documentário Oficina de Criatividade do HPSP (1990) “Que tal começarmos a produzir arte no espaço da oficina? E produzirmos algo em comum aos frequentadores da mesma?” Foram questionamentos levantados por Barbara Neubarth, Mara Weinreb, Neuza Viapiana e Tania Cappra a partir de uma discussão sobre o fazer artístico, de trabalhadores… Continue a ler »O Bordado do Tapete Voa-dor
N U T A L
Núcleo Transdisciplinar Arte e Loucura
Tania Mara Galli Fonseca
Pró-Reitoria de Extensão (PROREXT)
Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
ufrgsnutal@gmail.com
http://www.ufrgs.br/deds/nucleos
@nutal.ufrgs