Ao confrontar os indicadores de violência na juventude com o gênero, tanto dos agressores, quanto das vítimas, verifica-se que a imensa maioria dos adolescentes ingressos no SINASE são do gênero masculino, bem como o são a maioria dos agentes e das vítimas do crime de homicídio. Partindo dessa realidade, o artigo objetiva interrelacionar o estudo das masculinidades com o juvenicídio, a partir da compreensão da importância do período da juventude como formação do ser e do agir masculino e, muitas vezes, violento, dentro da arena reprodutiva.