Em outubro de 2007 foi criada a Rede Brasileira de Orçamento Participativo, pois desde 1989, quando oficialmente surgiu o OP, não havia uma organização para articular e integrar o número crescente de municípios e ativistas adotantes dos Orçamentos Participativos.
A Rede Brasileira de Orçamento Participativo surge para reforçar iniciativas nas cidades que desenvolvem ou que desejam implementar a democracia participativa como forma de enfrentar os dilemas, impasses e desafios da gestão urbana na ótica do bem-estar e da justiça para todos/as. A partir da rede são desenvolvidas práticas de intercâmbio de experiências e da busca do aprimoramento da participação social no ciclo orçamentário por meio de metodologias que facilitem a interação construtiva entre os gestores públicos e a cidadania.
Desde sua fundação, a RBOP conta com apoio de Prefeituras Municipais, agentes públicos, ativistas sociais, entidades representativas dos municípios, pesquisadores acadêmicos, organizações sociais e mídias alternativas, todos comprometidos com a gestão democrática e com o desenvolvimento inclusivo das cidades, dos Estados e do país. A RBOP também se destina ao intercâmbio internacional dos Orçamentos Participativos em torno da democracia, da inclusão social e da sustentabilidade socioambiental em todos os rincões do planeta.
A RBOP realizou até o presente momento nove Encontros Nacionais:
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A pesquisa foi coordenada por Kátia Lima com apoio da Prefeitura Municipal de Guarulhos e do Instituto Paulo Freire. O levantamento utilizou-se de contatos com redes de OP e websites das Prefeituras. Procedeu-se a uma entrevista semiestruturada com 2.657 municípios de todas as regiões do país, equivalente a 48% dos municípios (RBOP 2012). São casos “autodeclarados” de OP.
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