Equipe do projeto Enfuse, da Unicamp, visita o Parque Científico e Tecnológico da UFRGS
Por equipe de Sensibilização/Parque UFRGS

Imagem: Arquivo Parque UFRGS
No dia 28 de julho de 2026, o Parque UFRGS recebeu a visita da equipe do projeto Enfuse, da Unicamp, em uma programação de imersão voltada ao conhecimento da estrutura, dos processos e das iniciativas desenvolvidas no ecossistema da UFRGS.
O Enfuse — Entrepreneurship for Future and Sustainable Energy (Empreendedorismo para o Futuro e Energia Sustentável) — é um projeto de pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I) realizado por meio de uma parceria entre a Unicamp e a Petrobras, com foco no desenvolvimento de metodologias replicáveis para a formação de empreendedores e a criação de deep techs no setor de energia. A iniciativa busca aproximar o conhecimento desenvolvido nos laboratórios do mercado de óleo, gás e energia, fortalecendo a cadeia nacional de fornecedores de soluções de alta tecnologia. Entre as ações previstas estão o desenvolvimento de metodologias de capacitação, formação de recursos humanos técnicos e empreendedores, incubação de soluções de base científica e tecnológica e preparação de futuros fornecedores para a indústria nacional.
Nesse contexto, a visita à UFRGS integrou uma das etapas de levantamento e troca de conhecimentos do projeto, com o objetivo de conhecer, na prática, diferentes estruturas, processos e modelos adotados por um ecossistema de inovação consolidado. A partir dessa imersão e do contato com as experiências desenvolvidas na Universidade, a equipe do Enfuse buscou reunir referências e aprendizados que possam contribuir para a construção de metodologias e práticas no âmbito do próprio projeto.
Visita à IECBIOT – Incubadora Empresarial do Centro de Biotecnologia
A primeira atividade ocorreu na IECBIOT, onde foi apresentado o funcionamento da incubadora, explicando sua estrutura, rotina de trabalho, critérios de acompanhamento e o processo de desenvolvimento das empresas incubadas. Em seguida, foi realizada uma visita às empresas residentes, permitindo que os representantes da Unicamp conhecessem a área de atuação de cada empreendimento, seu estágio de desenvolvimento e os desafios enfrentados. Ao longo da visita, a equipe registrou imagens e realizou diversas perguntas para compreender melhor o modelo de incubação adotado.

Imagem: Arquivo Parque UFRGS
Conhecendo o LAMEF
Na sequência, o grupo visitou o Laboratório de Ensaios e Modelos Estruturais (LAMEF), sendo recebido pelo professor e coordenador Marcelo Favaro. O professor apresentou a infraestrutura do laboratório, sua equipe, as principais linhas de pesquisa e os serviços tecnológicos oferecidos. A visita despertou grande interesse da equipe da Unicamp, que aproveitou a oportunidade para esclarecer dúvidas sobre a gestão do laboratório, sua interação com o setor produtivo e a forma como a estrutura consegue atender às demandas de pesquisa.
Imersão no Parque UFRGS
Após o intervalo para o almoço, a programação foi retomada com uma visita ao Parque UFRGS, onde os visitantes foram recebidos pela equipe do Parque com um café de boas-vindas. Durante a apresentação institucional, foram discutidos temas relacionados à organização do ecossistema de inovação, à estratégia de setorização dos ambientes, ao processo de ingresso das empresas na incubação e às ações de apoio oferecidas ao longo da jornada empreendedora, desde a fase inicial de desenvolvimento até a consolidação das empresas no mercado. A programação também permitiu o compartilhamento de experiências sobre modelos de gestão de ambientes de inovação, processos de incubação e mecanismos de aproximação entre universidade, empresas e mercado, temas diretamente relacionados aos objetivos do Enfuse de compreender e desenvolver metodologias capazes de fortalecer o empreendedorismo de base científica e tecnológica.
A visita proporcionou uma rica troca de experiências entre as equipes da UFRGS e da Unicamp, favorecendo o compartilhamento de práticas, a discussão de modelos de gestão de ambientes de inovação e a cooperação entre as instituições. A aproximação entre os dois ecossistemas também contribui para ampliar o intercâmbio de conhecimentos sobre incubação, empreendedorismo tecnológico, pesquisa aplicada e mecanismos de transferência de conhecimento e tecnologia.
