Página desenvolvida em colaboração com Dario Faustino-Fuster e Rafael Angrizani
Cetopsorhamdia iheringi Schubart & Gomes, 1959

- Nadadeira caudal furcada.
- Nadadeiras adiposa e anal na mesma posição.
- Base da nadadeira adiposa muito curta, aproximadamente igual à base da nadadeira anal.
- Perfil pré-dorsal acentuadamente convexo.
- Barbilhões maxilares ultrapassando as nadadeiras peitorais.
- Nadadeiras peitorais e dorsal flexíveis, sem espinhos.
Imparfinis mishky Almirón, Casciotta, Bechara, Ruíz Díaz, Bruno, d’Ambrosio, Solimano & Soneira, 2007

- Nadadeira caudal furcada.
- Base da nadadeira adiposa mais longa do que a base da nadadeira anal.
- Perfil pré-dorsal levemente convexo.
- Barbilhões maxilares ultrapassando a origem da nadadeira dorsal.
- Nadadeiras peitorais e dorsal flexíveis, sem espinhos.
Heptapterus carnatus Faustino‐Fuster, Bockmann & Malabarba, 2019

Foto do holótipo – disponível em Faustino‐Fuster, D. R., Bockmann, F. A., & Malabarba, L. R. (2019). Two new species of Heptapterus (Siluriformes: Heptapteridae) from the Uruguay River basin, Brazil. Journal of fish biology, 94(3), 352-373. DOI
- Nadadeira adiposa e nadadeira caudal fusionadas.
- Base da nadadeira adiposa mais longa do que a base da nadadeira anal.
- Nadadeira caudal arredondada.
- Cabeça e corpo robustos.
- Padrão de colorido no corpo marrom uniforme.
- Canal sensorial da linha lateral completo (com poros até a base da nadadeira caudal).
Heptapterus exilis Faustino‐Fuster, Bockmann & Malabarba, 2019

- Nadadeira adiposa e nadadeira caudal fusionadas.
- Base da nadadeira adiposa mais longa do que a base da nadadeira anal.
- Barbilhão maxilar ultrapassando a origem da nadadeira pélvica.
- Padrão de colorido no corpo marrom uniforme.
- Nadadeira caudal arredondada, com a o lóbulo dorsal maior do que lóbulo ventral.
- Linha lateral incompleta (poros da linha lateral não alcançando a origem da nadadeira adiposa).
Heptapterus mustelinus (Valenciennes, 1840)

Heptapterus mandimbusu Aguilera, Benitez, Terán, Alonso & Mirande 2017

Heptapterus sympterygium Buckup, 1988

Pimelodella australis Eigenmann, 1917

Pimelodella gracilis (Valenciennes, 1835)

Rhamdella eriarcha (Eigenmann & Eigenmann, 1888)

Rhamdella longiuscula Lucena & da Silva, 1991

Rhamdella zelimai Reis, Malabarba & Lucena, 2014

Rhamdia gabrielae Angrizani & Malabarba, 2018

Complexo Rhamdia quelen (Quoy & Gaimard, 1824)
O complexo de espécies de Rhamdia quelen foi revisado no artigo dos cientistas Rafael Angrizani em colaboração com Luiz Malabarba, utilizando métodos de delimitação de espécies com dados genéticos. Foram delimitadas 18 espécies diferentes dentro deste complexo. A espécie Rhamdia quelen foi redescrita tendo como distribuição os rios costeiros do Rio de Janeiro à Santa Catarina, com a designação válida de um neótipo (foto abaixo) para o Rio de Janeiro, Brasil, a localidade de onde foi originalmente descrita (MNRJ 51746, Brazil, Rio de Janeiro State, Cachoeira de Macacu, tributário do Rio Soarinho, drenagem de Rio Macacu, Baía de Guanabara).

No estado do Rio Grande do Sul foram reconhecidas sete espécies, representando as linhagens denominadas de CC1 (quadrado azul), CC2 (triângulo azul), CC3 (círculo azul), LA4 (estrela vermelha), HA1 (estrela amarela), HA2 (quadrado amarelo), HA3 – Rhamdia gabrielae (triângulo amarelo). Os nomes destas espécies serão definidas em trabalhos posteriores, considerando que há vários nomes disponíveis que devem ser removidos da sinonímia de Rhamdia quelen.
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