Corporificando a memória em “No te pongas flamenca!”
Continuo a escrita deste texto quase dois anos depois de tê-la começado. A proposta é que seja um texto que apresente uma versão escrita em maio de 2019, comentada pelo meu olhar agora, em janeiro de 2021. Escrevo num contexto de pandemia, há cerca de 10 meses dentro de casa e fora […]
