O caçador de hoje é o mamute de amanhã

      Recordo-me com entusiasmo da primeira vez em que li o texto Os Mamutes do dramaturgo carioca Jô Bilac. A narrativa que me pareceu aparentemente distópica em um primeiro momento (e digo aparentemente porque as referências me foram, desde a primeira frase, bastante familiares, se devidamente contextualizadas) e o argumento de caráter fantástico […]