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Tesauro de recursos sonoros e audiovisuais para catalogação - #bobina de fio magnético
 
 
author:
 
linguage
Portuguese (Brazil)
created
23/06/2022
updated
03/01/2025
URI
https://www.ufrgs.br/tesauros/index.php/thesa/terms/520

TG: gravações de som(por)

UP (é traduzido por): bobina de hilo magnético(spa)
UP (é traduzido por): sound wire reel(eng)
UP (variação de): bobina de gravador de arame(por)

TR (matéria prima/produto): fio de arame(por)
TR (matéria prima/produto): fio de metal(por)
TR (ação/produto): gravação em fio(por)
TR (ação/produto): wire recording(eng)


            
                    

Definição do conceito
[POR] bobina de fio magnético | a partir de Regras de catalogação da IASA em espanhol. | FONTE : IASA Reglas de catalogación de IASA. Madrid : ANABAD, 2005. Cap. 5 - Área de descripción física, p. 115 (item 5.D.3.)

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[SPA] bobina de hilo magnético | FUENTE : IASA Reglas de catalogación de IASA. Madrid : ANABAD, 2005. Cap. 5 - Área de descripción física, p. 115 (item 5.D.3.)

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[ENG] sound wire reel | SOURCE : IASA Cataloguing Rules. Ed. by Mary Miliano, 1999. Chap. 5 - Physical description (Item 5.D.3) Available at : https://www.iasa-web.org/cataloguing-rules/5d-dimensions Accessed : 18 sep. 2022

[ENG] sound wire reel || 245 10 |a [David P. Boder interviews Jacob Button, 1946] |h [sound recording] : |b Mrs. Button´s[?] voice also recorded. || 300 __ |a 1 sound wire reel (37 min.) : |b analog ; |c 4 in. || SOURCE : Library of Congress. Catalog. Available at : https://catalog.loc.gov/vwebv/staffView?searchId=16706&recPointer=0&recCount=25&bibId=12257058 Accessed : 18 sep. 2022

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Definição do conceito
termos / material / partes / suporte

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[ENG] wire recording or magnetic wire recording was the first magnetic recording technology, an analog type of audio storage in which a magnetic recording is made on a thin steel wire.[1][2] The first crude magnetic recorder was invented in 1898 by Valdemar Poulsen. The first magnetic recorder to be made commercially available anywhere was the Telegraphone, manufactured by the American Telegraphone Company, Springfield, Massachusetts. | The wire is pulled rapidly across a recording head which magnetizes each point along the wire in accordance with the intensity and polarity of the electrical audio signal being supplied to the recording head at that instant. By later drawing the wire across the same or a similar head while the head is not being supplied with an electrical signal, the varying magnetic field presented by the passing wire induces a similarly varying electric current in the head, recreating the original signal at a reduced level. | The first wire recorder was invented in 1898 by Danish engineer Valdemar Poulsen, who gave his product the trade name Telegraphone. Wire recorders for dictation and telephone recording were made almost continuously by multiple companies (mainly the American Telegraphone Company) through the 1920s and 1930s, but use of this new technology was extremely limited. Dictaphone and Ediphone recorders, which still employed wax cylinders as the recording medium, were the devices normally used for these applications during this period. | Characteristics - Magnetic format - German Reichhalter Reporter W102 wire recorder (c. 1950). Poulsen´s original telegraphone and other very early recorders placed the two poles of the record/replay head on opposite sides of the wire. The wire is thus magnetised transversely to the direction of travel. This method of magnetization was quickly found to have the limitation that as the wire twisted during playback, there were times when the magnetization of the wire was at right angles to the position of the two poles of the head and the output from the head fell to almost zero. | The recorder was improved by placing the two poles on the same side of the wire so that the wire was magnetised along its length or longitudinally. Additionally, the poles were shaped into a "V" so that the head wrapped around the wire to some extent. This increased the magnetising effect and also increased the sensitivity of the head on replay because it collected more of the magnetic flux from the wire. This system was not entirely immune to twisting but the effects were far less marked. | Characteristics - Media capacity and speed - Compared to tape recorders, wire recording devices have a high media speed, made necessary because of the use of the solid metal medium. Standard postwar wire recorders use a nominal speed of 24 inches per second (610 mm/s), making a typical one-hour spool of wire 7,200 feet (approx. 2200 m) long. This enormous length is possible on a spool less than 3 inches (76 mm) in diameter because the wire was very fine, having a diameter of .004 to .006 in (0.10 to 0.15 mm) for later models, an improvement over Poulsen´s Telegraphone of 1898 which used .01-inch (0.25 mm) wire.[9] Smaller 30- and 15-minute lengths of wire were employed by the majority of recorders made after 1945. Some heavy-duty recorders use the larger Armour spools, which can contain enough wire to record continuously for several hours. Because the wire is pulled past the head by the take-up spool, the actual wire speed slowly increases as the effective diameter of the take-up spool increases. Standardization prevented this peculiarity from having any impact on the playback of a spool recorded on a different machine, but audible consequences can result from substantially altering the original length of a recorded wire by excisions or by dividing it up onto multiple spools. | SOURCE: https://en.wikipedia.org/wiki/Wire_recording

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[POR] gravação em fio ou gravação magnética em fio foi a primeira tecnologia de gravação magnética analógica de áudio, em que uma gravação era feita em um fio de aço fino. O primeiro gravador de fio foi inventado em 1898 por Valdemar Poulsen. | O fio passa rapidamente através de uma cabeça de leitura e gravação, que magnetiza a cada ponto ao longo do fio de acordo com a intensidade e a polaridade da energia elétrica do sinal de áudio que está sendo enviado para a cabeça. Após, passar o fio por uma cabeça similar irá produzir um sinal elétrico que recria o sinal original, em um nível/volume reduzido. | Gravação magnética em fio foi substituída por fita magnética, mas dispositivos que utilizam uma ou outra mídia foram desenvolvidos simultaneamente muitos anos antes de serem produzidos em escala industrial. Os princípios eletrônicos envolvidos são quase idênticos. Fio de gravação, no primeiro momento, teve vantagem devido a facilidade de produzir fio fino na época, enquanto a tecnologia para produzir fita ainda necessitava de melhorias nos métodos de fabricação e materiais.| FORMATO DA GRAVAÇÃO: O gravador original Poulsen telegraphone e outros gravadores das primeiras gerações colocavam os dois pólos da cabeça de gravação/reprodução em lados opostos do fio. O fio é, portanto, magnetizado transversalmente em relação à cabeça. Este método de magnetização foi rapidamente descartado, visto que o fio era torcido durante a reprodução e em alguns momentos o campo magnético formava ângulos retos em relação aos polos da cabeça, o que gerava uma saída de áudio quase imperceptível no momento da leitura. | As versões posteriores passaram a colocar os dois pólos no mesmo lado do fio, de modo que este fosse magnetizado em seu comprimento, de forma longitudinal. Além disso, os pólos foram moldados em um "V" de modo que a cabeça encaixasse no fio. Isso aumentou a magnetização e também aumentou a sensibilidade da cabeça na repetição porque ele consegue assim recolher melhor o fluxo magnético do fio. Este sistema não foi totalmente imune a torção, mas os efeitos foram muito menos percebidos. | O método longitudinal de gravação é utilizado até hoje em fitas magnéticas. | CAPADICADADE DE GRAVAÇÃO E VELOCIDADE: Comparado com gravadores de fita, os gravadores de fio possuem uma mídia de velocidade muito mais alta. Isto se faz necessário devido a utilização do metal sólido como suporte. O padrão para a década de 40 era que os gravadores de fio utilizassem em média 61 cm por segundo, ou seja, para gravar uma hora de áudio são necessários 2.2 Km de fio. Por mais que pareça algo grande, o fio é fino o suficiente para que possa ser acomodade em uma bobina com menos de 8 cm de diâmetro. A espessura dos fios variavam entre 0,10 e 0,15 mm. Os fios dos primeiros gravadores costumavam ter 0,25 mm de diâmetro, o que permitia carretéis de 15 a 30 minutos. Na década de 40, alguns gravadores maiores tinham bobinas grandes que podiam gravar continuamente por várias horas. | Até a década de 40, a velocidade era medida pela tração exercida pelo carretel que puxava o fio, portanto, a velocidade acabava dependendo da posição em que o fio estava sendo enrolado, gerando distorções temporais ao reproduzir o mesmo fio em outro equipamento ou trocar a posição do fio ou dividir em vários carretéis. Os gravadores mais novos já possuíam mecanismos que evitavam alterações na velocidade, característica esta que já estava presente nos primeiros gravadores de fita. | FONTE : https://pt.wikipedia.org/wiki/Grava%C3%A7%C3%A3o_em_fio.

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[POR] fio de metal | FONTE: AACR2, 2. ed, rev. 2002. trad. SãoPaulo: FEBAB, 2005. Cap. 6 p. 6-2 (item 6.0)

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[POR] fio de arame | FONTE : CONARQ-CTDAISM. Glossário v3. 2018. Disponível em : https://www.gov.br/conarq/pt-br/assuntos/camaras-tecnicas-setoriais-inativas/Glossario_ctdaism_v3_2018.pdf Acesso em :19 nov. 2022

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Definição do conceito
outras denominações

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[POR] bobina de gravador de arame | FONTE : JAMANNIS

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THESA
Tesauro Semântico Aplicado
Versão 0.20.05.18
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contact: rene.gabriel@ufrgs.br

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