Não...
Existem outras operações que devem ser realizadas
antes da separação.
Agora você pode ler um pouco sobre esta etapa ou voltar
ao fluxograma
e tentar descobrir qual a próxima etapa, clicando na
seta abaixo.
Depois
de descascado, o arroz passa para uma câmara de aspiração,
onde remove-se a palha, o farelo grosso e o pó produzidos
durante o descasque.
Polido e livre do farelo, ainda é necessária
a realização de uma separação/limpeza
mais refinada, que pode ser realizada em uma peneira de classificação
que separa o arroz bom da quirera fina e o arroz vermelho,
que tem um aspecto maior e mais redondo.
Também
deve-se separar os grãos descascados daqueles que não
descascaram. Para isso utiliza-se um equipamento chamado separador
de marinheio. Essa separação se dá pela
diferença entre os coeficientes de atrito do grão
em casca e do descascado, além das diferenças
de densidade e comprimento entre eles.
Trieur
Então,
para uma melhor seleção, o produto é
levado para um equipamento chamado trieur que classifica
o grão de arroz conforme seu tamanho (inteiro,
¾, ½, etc.) e tem eficiência de
99% (superior a das peneiras). O trieur consiste num
tubo cilindrico rotativo de chapa, cuja superfície
interna é formada por pequenas cavidades que
são chamadas de alvéolos. Durante o processo,
os grãos quebrados entram nos alvéolos,
ficam presos ao seu interior e sobem através
de uma força centrífuga até uma
determinada altura. Quando o peso dos grãos quebrados
vence a força centrífuga, eles caem dentro
de um depósito, localizado no centro do cilíndro
que retira esses grãos (para entender melhor
clique
aqui).
Neste
momento o arroz já está pronto para ser
embalado. Porém, se deseja-se realizar uma seleção
mais requintada ainda, pode-se realizar uma seleção
eletrônica. Neste processo seleciona-se os melhores
grãos, os grãos são conduzidos
em linha, passando por um sensor fotoelétrico
que identifica os grãos com defeitos. Esses grãos
são expulsos do equipamento por bicos injetores
que soltam um jato de ar.