BIEV – Banco de Imagens e Efeitos Visuais
1997 – 2004
Projeto Integrado Cnpq de Pesquisa Estudo antropológico de itinerários urbanos, memória coletiva e formas de sociabilidade no mundo urbano contemporâneo
Cornelia Eckert, Ana Luiza Carvalho da Rocha, Coordenadoras
Descrição: Uma das faces da sociedade contemporânea é sua feição de crescente violência urbana, tendo como espaço de representação da “vida moderna” as noções de degradação dos vínculos sociais, de esvaziamento de valores ético-morais na esfera pública, de perda de estabilidade social e econômica de grupos e/ou indivíduos, de sentimentos de desordem e desencantamento, de banalização do horror, de subversão dos direitos à cidadania, etc. Problematizando-se, assim, a matriz macro de explicações da violência e crises urbanas, enquanto processo resultante da decadência dos vínculos sociais e de enraizamento da vida coletiva, o Projeto Integrado de Pesquisa investe na recuperação de trajetórias sociais de indivíduos e/ou grupos no meio urbano como lugares de registro, divulgação e/ou preservação da memória coletiva na sociedade contemporânea.
1997-2006
Projeto Cnpq Antropologia do cotidiano: feições dos medos e das crises na vida metropolitana.
Cornelia Eckert – Coordenadora
Descrição: Estudo etnográfico das práticas sociais e da memória coletiva de citadinos e a ação de defesa civil na região metropolitana de Porto Alegre em face das experiências de vulnerabilidade às situações de risco e desastres naturais e ambientais.
1998-2008
Projeto Banco de Imagens e Efeitos Visuais: a criação de um museu virtual da cidade (estacaoportoalegre)
Ana Luiza Carvalho da Rocha, Coordenadora
Descrição: O Banco de Imagens e Efeitos Visuais/BIEV integra as novas tecnologias digitais e eletrônicas no tratamento multimidia e hipermidia de coleções etnográficas versando sobre memória coletiva, meio ambiente, cotidiano, formas de sociabilidades, itinerários, narrativas e estética urbana em sociedades complexas, moderno-contemporanea. O Banco de Imagens e Efeitos Visuais (BIEV), através do uso método de convergência para a produção de coleções etnográficas em formato multimídia e etnografia hipertextuais sobre o património etnológico do mundo urbano contemporâneo investe na figura do antropólogo não apenas como autor mas como narrador de suas memórias.