BIEV – Banco de Imagens e Efeitos Visuais

Os Frutos

PROJETO

1997 

Banco de imagens e efeitos visuais

Ana Luiza Carvalho da Rocha e Cornelia Eckert – coordenadoras

Descrição: Desenvolvimento de banco de imagens que trata da memória coletiva e o viver urbano de porto alegrenses a partir de estudos etnográficos sobre situações sociais diversas. Pesquisa que desenvolve estudo sobre e nas novas tecnologias com tratamento de diversos suportes, escrita, imagem visual e sonora. Centrado no estudo da imagem como forma de produção de narrativas etnográficas na e da cidade. O Banco de Imagens e Efeitos visuais tem por objetivos: a criação de um banco de dados etnográficos versando sobre a estética urbana e memória coletiva da cidade de Porto Alegre a partir de coleções de documentos etnográficos em seus diversos suportes (sonoros e visuais – filme,fotografia,video e texto; o estudo do processo de produção de novas formas de interpretação dos tempos e espaços sociais no mundo urbano contemporâneo através da uso das novas tecnologias digitais e eletrônicas aplicada a pesquisa em Antropologia das sociedades complexas. 

PROJETO

2023 – 2025 

Projeto A preservação cultural e repositórios digitais de pesquisas antropológicas urbanas sob a ótica dos estudos etnográficos de memória coletiva em contextos metropolitanos 

Cornelia Eckert – Coordenadora

Sinopse: O projeto contempla o tema das Políticas de Memória e de Patrimônio Cultural nas e das cidades  brasileiras como parte dos processos de acessibilidade às comunidades urbanas do país através da  visibilidade das pesquisas sobre seus patrimônios culturais e históricos que vêm sendo desenvolvida no  interior do Banco de Imagens e Efeitos Visuais, projeto do Laboratório de Antropologia Social, no  Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social (PPGAS) integrante do Núcleo de Pesquisas sobre  Culturas Contemporâneas e, em parceria com o Núcleo de Antropologia Visual e com o Programa de  Museologia, na Universidade Federal do Rio Grande do Sul. O projeto trata do acesso aos acervos de  pesquisas desenvolvidas no interior de instituições públicas, em especial na área da Antropologia urbana,  na forma de repositórios digitais por intermédio da pesquisa antropológica com o software Tainacan.  Trata-se de desenvolver e divulgar os estudos desenvolvidos no Biev sobre memória e patrimônio da  comunidade urbana porto alegrense e outras cidades brasileiras. As pesquisadoras que coordenam  ambos os núcleos, as professoras Cornelia Eckert e Ana Luiza Carvalho da Rocha, possuem  reconhecimento nacional e internacional nesses temas de estudos, destacando-se, ainda, suas pesquisas  sobre Coleções Etnográficas Digitais, Etnografia da Duração, Etnografia do Trabalho e Memória  Ambiental. Da mesma forma, as consultoras convidadas, se destacam na produção de conhecimento nas  áreas de estudo de memória, patrimônio, acessibilidade e políticas públicas para museus.

PROJETO

2017 – 2025  

Projeto Ritmos temporais e a memória ambiental vivida e narrada pelos citadinos: etnografia da duração em contextos urbanos 

Cornelia Eckert – Coordenadora  

Descrição: Este projeto traz em destaque a pesquisa sobre as experiências dos citadinos com os recursos ambientais (que envolve os recursos naturais), considerando a dialética da construção destrutiva e da destruição construtiva da cidade vivida, seja por ações públicas, seja por ações privadas. Na trilha da memória ambiental destacamos a polissemia das experiências com o meio ambiente, com o ecossistema e com as formas de paisagens que configuram o viver cotidiano em contextos urbanos. Objetivamos desenvolver nossa pesquisa na cidade de Porto Alegre, capital do Estado do Rio Grande do Sul (Brasil) (ou em outras cidades, por via de orientações nesta linha de pesquisa).. No fluxo de tempo vivido e narrado pelos habitantes no contexto urbano, nos interrogamos sobre o condicionamento das ambiências urbanas elaboradas e veiculadas seja pela gestão de governos seja pelo consenso social e histórico.

PROJETO

2023-2025 

Projeto Musealização e difusão cultural de patrimônios de pesquisas antropológicas em contextos das metrópoles contemporâneas: o caso das coleções audiovisuais do BIEV/UFRGS 

Ana Luiza Carvalho da Rocha, Coordenadora

Descrição: Projeto que contempla o tema das Políticas de Memória e de Patrimônio Cultural nas e das cidades brasileiras como parte dos processos de acessibilidade às comunidades urbanas do país através da visibilidade das pesquisas etnográficas sobre seus patrimônios culturais e históricos que vêm sendo desenvolvida, há mais de 20 anos, no interior do Banco de Imagens e Efeitos Visuais, integrante do Núcleo de Pesquisas sobre Culturas Contemporâneas, em parceria com o Núcleo de Antropologia Visual, ambos do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social e do Programa de Museologia, no interior da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.   

PROJETO

2021 – 2025 

Projeto Banco de Imagens e Efeitos Visuais, coleções etnográficas e acervos multimídia: etnografia da duração no Vale dos Sinos/RS. 

Ana Luiza Carvalho da Rocha, Margarete Fagundes Nunes, Coordenadoras.

Descrição: O projeto sobre o tema de coleções etnográficas e acervos multimídia: etnografia da duração no Vale dos Sinos/RS tem como objetivo investigar a relação entre trabalho, memória ambiental e territorialidades apoiando-se no estudo de narrativas biográficas e trajetórias de habitantes da Bacia dos Sinos, as quais serão registradas e organizadas na forma de texto, som e imagem a fim de compor um acervo de coleções etnográficas. O acervo deve subsidiar a criação de um banco de dados multimídia sobre o fenômeno da memória e patrimônio ambientais na Bacia Hidrográfica do Rio dos Sinos, integrando-se a outros resultados de pesquisa de docentes e discentes vinculados ao projeto. O projeto apoia-se na etnografia da duração, por meio da qual as categorias trabalho, memória ambiental e territorialidades são analisadas em uma perspectiva espaço-temporal, fazendo convergir outras categorias explicativo-interpretativas tais como paisagem urbana, relações étnico-raciais, itinerários, ocupação urbana e risco ambiental etc. Ao fazermos isso, aproximamos nosso objeto de investigação ao campo teórico-conceitual do Grupo Modernidad/Colonialidad dos pesquisadores do CLACSO – Consejo Latinoamericano de Ciencias Sociales – que, ao analisarem a ocupação, a exploração e os projetos de “desenvolvimento” da América Latina, ao longo do seu processo histórico, a tomam como natureza colonizada e problematizam esses territórios a partir da situação de colonialidade do poder intrínseca à Modernidade. 

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4o Ciclo Antropologia e etnografia em contextos urbanos

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