árvore BIEViana
A biografia do BIEV pode ser metaforicamente descrita com partes que remetem à etapas do crescimento de uma árvore, com sementes dispersas que vingam, crescem, têm ramificações, flores e frutos que se espalham em várias direções.
TEMPO I
semente
GEAS - Grupo de Estudos em Antropologia Simbólica
Grupo de Estudos | 1981 - 1990O Grupo de Estudos em Antropologia Simbólica foi criado por Cornelia Eckert, Ondina Fachel Leal, Ana Luiza Carvalho da Rocha, Léa Perez e Carmen Rial, em 1982, junto ao Programa de Mestrado em Antropologia Social, Política e Sociologia, tendo ampliado seus participantes, após afastamento de alguns membros para doutorado fora do país, nos anos 1985-86 com a adesão de Bernardo Lewgoy, Flavia Rieth, Jacqueline Brito Pólvora e Denise Stumvoll. Realizou inúmeros cursos e eventos ao longo de sua atuação denominados, entre eles o ciclo Cultura e Ideologia, com a participação de importantes nomes da antropologia urbana no Brasil, Ruben Oliven, Gilberto Velho, Antônio Augusto Arantes, Lia Machado, Luiz Fernando Dias Duarte, Eunice Durhan, Renato Ortiz, Klass Woortman, entre outros.
Os homens da mina: um estudo das condições de vida e representações dos mineiros de carvão em Charqueadas
Dissertação de Mestrado | 1985Dissertação de mestrado que aborda as condições de vida e de trabalho dos mineiros de carvão que atuavam em minas de profundidade, a 110 metros de profundidade, no Rio Grande do Sul, na cidade de Charqueadas, onde havia uma empresa de extração privada. A pesquisa versa sobre as dinâmicas sociais e culturais de uma vida ritmada pelo valor-trabalho em uma comunidade de mineiros de carvão no sul do Brasil.
Autoria: Cornelia Eckert
Orientação: Ruben Oliven
A dialética do estranhamento: a reconstrução da identidade social de mulheres separadas em Porto Alegre/RS
Dissertação de Mestrado | 1986Aborda o tema da identidade de gênero, família, laços de parentesco, estilo de vida e visão de mundo em camadas médias urbanas na cidade de Porto Alegre, RS. Neste sentido, esta dissertação foca na influência do movimento feminista dos anos de 1970, a adentrar nos estudos da época no contexto do processo de redemocratização do país, um debate que se amplia para as discussões teóricas entre sexo e gênero e as distinções polarizadas e, então, comuns do masculino e do feminino na composição dos laços de parentesco em familias de camadas médias urbanas, vividos por mulheres vivendo a situação de descasamento. A pesquisa reflete sobre as desigualdades entres os papéis de sexo-gênero, a importância da família e a importância do comportamento sexual das mulheres no interior do sistema de práticas e dos códigos ético-morais oriundos de uma sociedade gaúcha patriarcal.
Autoria: Ana Luiza Carvalho da Rocha
Orientação: Gilberto Velho (UFRJ)
A moderna condição conjugal feminina, metamorfoses de corpos e afetos de mulheres descasadas 🔗
Livro |Livro de Ana Luiza Carvalho da Rocha, derivado de sua dissertação de mestrado A dialética do estranhamento: a reconstrução da identidade social de mulheres separadas em Porto Alegre/RS.
La Dimension Obscure du Travail, l'identité sociale d'un groupe de mineurs
Premiação |Primeiro lugar categoria French as Second Langage no First Worldwide Competition for Young Sociologists, Internacional Sociological Association para o artigo La Dimension Obscure du Travail, l’identité sociale d’un groupe de mineurs, In Materialen zur Internationalen Soiologie, Alemanha v. 2, p. 584-617, 1991.
Saudade em Festa 🔗
Documentário Videográfico |Realização: Núcleo de Antropologia Visual.
Produção: Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social Laboratório de Antropologia Social/ PPGAS/ IFCH/ UFRGS.
Ruben George Oliven; Cornelia Eckert
Entrevistas |Memórias das Ciências Sociais no Brasil 🔗
Entrevista com Ruben George Oliven. A partir da marca de 01:11:52 relação com o Grupo de Estudos de Antropologia Simbólica.
Cornelia Eckert 🔗
Entrevista com Cornélia Eckert, por Alessandro Ricardo Campos, para Revista Visagem.
TEMPO II
germinação
Antropologia Visual - Navisual 🔗
Projeto | 1989 - 2025O NAVISUAL, Núcleo de Antropologia Visual/ PPGAS/ UFRGS tem se consolidado como um importante espaço para a divulgação do material etnográfico produzido por pesquisadores e para a discussão do uso de técnicas audiovisuais na pesquisa antropológica. Visa dinamizar a utilização dos recursos audiovisuais disponíveis no Laboratório de Antropologia, documentar suas atividades, bem como estimular o desenvolvimento teórico e metodológico da antropologia visual na pesquisa.
Coordenação: Cornelia Eckert (1994 a 2023)
Une ville autrefois minière: La Grand-Combe. Étude d’Anthropologie Sociale
Tese de Doutorado | 1987 - 1992A metáfora da morte de uma civilização do trabalho põe à luz a agonia o sofrimento de duas ou mais gerações pelo “luto” de um “mundo operário” no processo de desindustrialização que atingiu determinados setores produtivos “tradicionais” (extração de carvão no subsolo) movidos pelos processos de transformações nos campos político-econômicos na era global. Essa “situação de crise”, tão inerente aos processos históricos de desenvolvimento associados à modernização, afetou inúmeros grupos trabalhadores enraizados, ao longo do século XX, em cidades industriais. Trata-se, sobretudo de sociedades organizadas em torno de setores monoprodutivos que perdem sua eficácia econômica frente às re-estruturações produtivas de uma economia diversificada e, sobretudo ambientalmente sustentável. A tese trata desta problemática a partir de uma pesquisa etnográfica realizada junto a grupos de trabalhadores mineiros de carvão que denominamos de comunidade ocupacional, para quem o “universo da mina” é concebido como um contexto singular, revelando a tensão com que a cotidianidade de trabalho interage com as dinâmicas macroestruturais, perceptíveis na relação entre o desejo de mudança e a inserção no mundo global, entre o sentimento de crise pela ruptura e um ideal de continuidade dos referenciais de pertencimento do grupo.
Autora: Cornelia Eckert
Orientação: Anthoine Prost e Jacques Gutwirth
Le sanctuaire du désordre, ou l’art de vivre des tendres barbares sous les Tristes Tropiques : Étude de l’esthétique urbaine et la mémoire collective au sud du Brésil
Tese de Doutorado | 1990 - 1994Aborda a formação de uma civilização urbana e industrial no sul do brasil a partir do simbolismo dos Trópicos como um lugar sagrado, uma terra de peregrinação para o homem branco ocidental e sonho cristão do Paraíso perdido nas cores do Éden tropical, em seu percurso para se tornar em última análise, um lugar de descanso para os apátridas agrupados em torno de tribos nômades, de aventureiros e banidos. A criação do conjunto civilizacional das cidades brasileiras expressa, assim, do mítico desejo do Herói Solar em fazer conciliar os valores medievais de uma Europa ibérica com os valores místicos relacionados às paisagens do Novo Mundo. A tese sustentar ser o processo de instalação da civilização urbana no Brasil, em especial no sul meridional, como tributária do advento de uma nova modalidade de domínio simbólico do tempo que se inicia por conta do ritmo temporal ancestral que rege os ciclos econômicos vegetal e mineral da apropriação territorial do Novo Mundo pelos Conquistador português e sua experiência iniciática nas regiões nordeste e sudeste do Brasil. E o objetivo maior da tese refletir sobre os limites da linguagem subjacente imbuída de “marginalidade”, “atraso” e “subdesenvolvimento” com o qual as cidades brasileiras foram reinvestidas pela colonialidade de um pensamento intelectual comumente aplicado na interpretação de uma sociedade urbana e industrial.
Autora: Ana Luiza Carvalho da Rocha
Orientação: Michel Maffesoli
Le sanctuaire du désordre, ou l’art de vivre des tendres barbares sous les Tristes Tropiques : Étude de l’esthétique urbaine et la mémoire collective au sud du Brésil 🔗
Livro | 1994Derivado da tese de doutorado Le sanctuaire du désordre, ou l’art de vivre des tendres barbares sous les Tristes Tropiques : Étude de l’esthétique urbaine et la mémoire collective au sud du Brésil, de Ana Luiza Carvalho da Rocha.
Memória e trabalho: etnografia da duração de uma comunidade de mineiros de carvão 🔗
Livro | 2012Memória e trabalho: etnografia da duração de uma comunidade de mineiros de carvão, de Cornelia Eckert.
Crônicas
Crônicas videográficasTEMPO III
broto
Projeto Integrado de Pesquisa Estudo Antropológico de Itinerários Urbanos, Memória Coletiva e Formas de Sociabilidade no Mundo Urbano Contemporâneo
Projeto | 1997 - 2002Uma das faces da sociedade contemporânea é sua feição de crescente violência urbana, tendo como espaço de representação da “vida moderna” as noções de degradação dos vínculos sociais, de esvaziamento de valores ético-morais na esfera pública, de perda de estabilidade social e econômica de grupos e/ou indivíduos, de sentimentos de desordem e desencantamento, de banalização do horror, de subversão dos direitos à cidadania, etc. Problematizando-se, assim, a matriz macro de explicações da violência e crises urbanas, enquanto processo resultante da decadência dos vínculos sociais e de enraizamento da vida coletiva, o Projeto Integrado de Pesquisa investe na recuperação de trajetórias sociais de indivíduos e/ou grupos no meio urbano como lugares de registro, divulgação e/ou preservação da memória coletiva na sociedade contemporânea.
Coordenação: Cornelia Eckert, Ana Luiza Carvalho da Rocha
Projeto Antropologia do cotidiano: feições dos medos e das crises na vida metropolitana.
Projeto | 1997 - 2006Estudo etnográfico das práticas sociais e da memória coletiva de citadinos e a ação de defesa civil na região metropolitana de Porto Alegre em face das experiências de vulnerabilidade às situações de risco e desastres naturais e ambientais.
Coordenação: Cornelia Eckert.
Projeto Banco de Imagens e Efeitos Visuais: a criação de um museu virtual da cidade (estacaoportoalegre)
Projeto | 1997 - 2007O Banco de Imagens e Efeitos Visuais/BIEV integra as novas tecnologias digitais e eletrônicas no tratamento multimidia e hipermidia de coleções etnográficas versando sobre memória coletiva, meio ambiente, cotidiano, formas de sociabilidades, itinerários, narrativas e estética urbana em sociedades complexas, moderno-contemporanea. O Banco de Imagens e Efeitos Visuais (BIEV), através do uso método de convergência para a produção de coleções etnográficas em formato multimídia e etnografia hipertextuais sobre o património etnológico do mundo urbano contemporâneo investe na figura do antropólogo não apenas como autor mas como narrador de suas memórias.
Coordenação: Ana Luiza Carvalho da Rocha.
Projeto Coleções etnográficas, itinerários urbanos e patrimônio etnológico: hipertextos e intertextualidades na produção de novas escritas etnográficas
Projeto | 2005 - 2008O projeto de pesquisa investe na sistematização de questões metodológicas e teóricas e conceituais referentes à criação de etnografias em hipertexto no sentido de compreender a criação de novas formas integrativas e interativas de incorporar o estudo das novas tecnologias no tratamento conceitual e metodológico dos estudos de memória no mundo urbano contemporâneo.
Coordenação: Ana Luiza Carvalho da Rocha
Etnografia da duração, coleções etnográficas e acervos digitais - estudo antropológico sobre a gestão eletrônica de coleções etnográficas na Web.
Projeto | 2002 - 2013A pesquisa apoia-se na produção de conjuntos de documentos etnográficos que reúne o Banco de Imagens e Efeitos Visuais desde sua criação, em 1998, a partir de financiamento da FAPERGS e CNPq, no sentido do estudo sistemático das transformações da paisagem da cidade de Porto Alegre em termos de espaços urbanos construídos e vividos, mas, principalmente, tem apontado para a etnografia visual (fotográfica, escrita, sonora ou videográfica) como suporte de tradições e biografias de seus habitantes.
Estudo da antropologia urbana e etnografias nas cidades brasileiras. Série documental - Narradores urbanos, olhares em Antropologia Urbana
Projeto | 2005 - 2011Esta produção “filmica” visa retraçar o percurso de conformação de um pensamento antropológico sobre a cidade moderna ao longo das transformações históricas profundas em seu próprio objeto de estudo, tendo como foco central a trajetória intelectual de Gilberto Velho, Eunice Durham, Ruth Cardoso, Tereza Caldeira, José Guilherme Magnani, Roberto da Matta, Alba Zaluar, Ruben Oliven, Antonio Augusto Arantes, expoentes do pensamento antropológico brasileiro.
O tempo e a cidade 🔗
Livro | 2003Livro de Ana Luiza Carvalho da Rocha e Cornelia Eckert que aborda o estudo do caráter temporal da experiência humana presente no mundo contemporâneo e as suas repercussões nas práticas e saberes que os indivíduos e grupos urbanos tecem em suas relações com a cidade.
Tempos de crise e a (in)vulnerabilidade do viver cotidiano em contextos urbanos 🔗
Publicação |Revista Fotocronografias, v. 3 n. 06 (2018): Tempos de crise e a (in)vulnerabilidade do viver cotidiano em contextos urbanos.
O livro do Etnógrafo
Publicação |O livro do Etnógrafo 🔗, primeira edição, publicado online em formato blog.
Memória dos Aterros 🔗
Blog |Memórias dos Aterros: um estudo etnográfico sobre o Cais do Porto Mauá, é um espaço destinado a apresentação de dados coletados em campo, imagens de acervos e textos referentes às transformações do Cais do Porto e suas imediações. Este blog busca promover uma discussão em tordo do processo de revitalização do cais do Porto Mauá.
Website BIEV
Site | 1999 - 2004Primeira iteração do BIEV na internet através de um site próprio
Curso de Registros em Filme
Curso |Curso O filme como patrimônio da memória coletiva e a pesquisa em acervo fílmico para construção da memória da cidade.
Colóquios, Conferências, Simpósios
Eventos |Colóquio:
- Memória e sociabilidade
Conferências:
Simpósios:
1º Ciclo Antropologia Urbana e Etnografias nas Cidades Brasileiras
I Clique A pesquisa com imagens em movimento
- A fotografia na construção da memória da cidade, por Denise Stumwoll 🔗
- Problematizando a construção de histórias e memórias da cidade através de fotografias, por Charles Monteiro 🔗
- Cidade, fotografia e memória: considerações sobre os álbuns fotográficos de Porto Alegre, por Zita Rosane Possamai
A pesquisa com imagens na construção da memória da cultura afro descendente em Porto Alegre
2º Ciclo Antropologia Urbana e Etnografia nas Cidades Brasileiras
II Clique Memória e Patrimônio em dois cliques (Parte I)
- A pesquisa com fotografia no Museu Paulista: construção de banco de imagens e coleções de retratos, por Solange Ferraz de Lima🔗
- Pierre Verger: a escrita do Outro com imagens, por Jérôme Souty 🔗
- O documento fotográfico como suporte de interpretação museográfica, por Ceres Storchi 🔗
- A utilização da fotografia para a construção do conhecimento histórico, por Liliane Guterres 🔗
- Problematizando a construção de histórias e memórias da cidade através de fotografias, por Charles Monteiro 🔗
- Os frágeis suportes da memória: preservação e acesso ao banco de imagens do Museu de Comunicação Social– Musecom, por Denise Stumvoll 🔗
3º Ciclo Antropologia e Etnografia em Contextos Urbanos
- Antropologia e Etnografia em contextos urbanos, por José Guilherme Magnani
- Antropologia e Etnografia em contextos urbanos, por Ruben Oliven
- Antropologia e Etnografia em contextos urbanos, por Alba Zaluar
- Antropologia e Etnografia em contextos urbanos, por Eunice Duham
- Antropologia e Etnografia em contextos urbanos, por Gilberto Velho
Fotografias
Exposições Fotográficas | 2016Revista Fotocronografias – BIEV 20 Anos: 🔗:
- As floristas no Centro Histórico
- O afiador de facas e tesouras
- No Rio Caí
- A cidade das putas
- Corporalidades na 24 de maio
- Personagens e Paisagens da Praça da Alfândega
- Domingo no Parque
- A festa na Política
Sonografias em crônicas
Crônicas Sonoras |O Vôo da Mosca
A poética da rua na palavra pronunciada: artes de dizer e trocas verbais nos mercados de rua
Paisagem sonora na/da Vila IAPI
Acervos em fitas da BASF:
Videografias
Documentários Videográficos |- A cidade sitiada 🔗
- Os “Tronco Velho” 🔗
- A cidade e suas ruínas 🔗
- A ilha assombrada 🔗
- Programa de TV AcquaMidia 🔗
- Tempo de descobertas 🔗
- Poeira do Tempo: percursos etnográficos 🔗
- Encantos da Praça 🔗
- O Bará do Mercado público – os caminhos invisíveis do negro em Porto Alegre 🔗
- Tempo de descobertas 🔗
- Passagens Urbanas 🔗
Imperadores do Samba
Narrativas auditivas
Documentários Sonoros |Série Narradores Urbanos:
TEMPO IV
tronco
Etnobiografias urbanas e coleções etnográficas das memórias dos itinerários de velhos migrantes rurais na cidade de Porto Alegre
Projeto | 2007 - 2009Através da pesquisa antropológica visual e sonora sobre folclore popular, memória coletiva e patrimônio cultural no Rio Grande do Sul que vem sendo realizada pelos pesquisadores do Banco de Imagens e Efeitos Visuais, há mais de cinco anos nas mais diversas regiões culturais deste estado, o projeto parte dos inúmeros registros das experiências da equipe de pesquisa do BIEV com velhos narradores urbanos e com as estórias contidas em suas trajetórias sociais de deslocamentos em terras gaúchas até, finalmente, se fixarem nas áreas urbanas onde foram contatados, sob o enfoque dos estudos antropológicos clássicos da dinâmica cultural que preside as representações da díade campo-cidade na configuração das tradições dos grupos populares da cidade de Porto Alegre.
Coordenação: Ana Luiza Carvalho da Rocha
Estudos etnográficos em antropologia visual e sonora em sociedades complexas
Projeto | 2007 - 2014Coordenação: Rafael Victorino Devos, Viviane Vedana
Cidade e memória: a cultura do trânsito em Porto Alegre/RS.
Projeto | 2008 - 2009A pesquisa sobre Cultura do Trânsito tendo por foco a etnografia da dinâmica do trânsito, do transporte e dos deslocamentos dos habitantes da cidade a partir de um estudo de caso: os trabalhadores da Companhia Carris Porto-Alegrense (CARRIS), em especial os aposentados, com o foco no tema do crescimento das cidades e a questão da mobilidade urbana e as memórias da Carris Cia Ltda, inicialmente de bondes e, mais recentemente, de linhas de ônibus como parte das políticas urbanas para Porto Alegre e a sua região metropolitana visando as melhorias nos/ dos deslocamentos rotineiros de milhares de seus habitantes.
Coordenação: Cornelia Eckert
Etnografia da duração, coleções etnográficas e novas tecnologias, estudo antropológico sobre os lugares da memória nas cidades contemporâneas.
Projeto | 2008 - 2011.
Coordenação: Ana Luiza Carvalho da Rocha.
Banco de Imagem e Efeitos Visuais a criação de um museu virtual da cidade
Projeto | 2008 - 2020Centrado no estudo da imagem como forma de produção de narrativas etnográficas na e da cidade, o Banco de Imagens e Efeitos visuais tem por objetivos: . a criação de um banco de dados etnográficos versando sobre a estética urbana e memória coletiva da cidade de Porto Alegre a partir de coleções de documentos etnográficos em seus diversos suportes (sonoros e visuais – filme,fotografia,video e texto; . o estudo do processo de produção de novas formas de interpretação dos tempos e espaços sociais no mundo urbano contemporâneo através da uso das novas tecnologias digitais e eletrônicas aplicada a pesquisa em Antropologia das sociedades complexas.
Coordenação: Ana Luiza Carvalho da Rocha, Cornelia Eckert.
Eventos
Eventos |Simpósio:
2º Ciclo Antropologia Urbana e Etnografia nas Cidades Brasileiras
Conferências:
Cultura do trânsito em Porto Alegre: etnografia da Companhia Carris Porto-Alegrense nas narrativas de seus trabalhadores e habitantes da cidade 🔗
Artigo |Artigo publicado na Revista Iluminuras, v. 10, n.24, 2009.
Habitantes do Arroio
Blog |O “Habitantes do Arroio: estudo de conflitos de uso de águas urbanas, risco, saúde pública e comunidades étnicas em Porto Alegre-RS” é um projeto de pesquisa e ação, voltado para a descoberta das situações de conflito e interdependência entre grupos sociais diversos, instituições e técnicos de diversas áreas envolvidos cotidianamente com os usos (e abusos) das águas do Arroio Dilúvio, em Porto Alegre. A pesquisa se vale da produção e da exibição de documentários, relatórios e narrativas visuais sobre as condições ambientais dos recursos hídricos em questão contrapostos à diversidade sócio-cultural de representações simbólicas, ethos e visão de mundo das populações que habitam a microbacia do Arroio Dilúvio quanto aos usos do solo e da água, visando à valorização do Arroio Dilúvio e do seu ecossistema como bem comum e essencial a toda a cidade.
DVD Habitantes do Arroio
DVD Interativo |Versão de vídeo sob demanda com o conteúdo completo do DVD “Habitantes do Arroio”
