subdetector frontal PPS

A correlação das informações do CMS e do PPS auxiliam na busca por Física Nova

Desde 2016 o experimento CMS conta com sensores frontais para detector prótons intactos que emergem de interações exclusivas (sejam eletromagnéticas ou difrativas). Este espectrômetro é responsável por observar prótons de altíssima energia.

Os prótons são observados a mais de 200 metros de distância do ponto de colisão (IP5) devido ao seu pequeno ângulo de desvio.

Em ambos os lados do CMS, temos estações com Roman Pots onde os sensores de traçamento e tempo de voo são posicionados a milímetros do feixe do LHC.

Tecnologia

Como os prótons viajam muitíssimo perto dos feixes do LHC, sensores precisam ser colocados a milímetros de um feixe de tamanho micrométrico.

O PPS faz uso dos chamados Roman Pots para posicionar os seus diferentes sensores durante as tomadas de dados do LHC. 

SILÍCIO

Usado em sensores para determinação do momentum dos prótons

DIAMANTE

Empregado nos sensores de tempo de voo para verificação do vértice de interação​

MOTORES PRECISOS

Movem os detectores para próximo do feixe quando há tomada de dados

LASER

Usado para alinhamento preciso dos sensores entre o tubo do LHC e os Roman Pots

Dados preciso de prótons intactos

Obtemos a medida de eventos elásticos, como vemos abaixo na produção de dois quarks top com um próton intacto medido no PPS.

(Imagem interativa: use o mouse para mover a imagem e botão central para mudar o zoom.)

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