Redução ao Quadrante I |
Em diversos livros didáticos encontramos Tabelas Trigonométricas que nos fornecem valores de seno, cosseno e tangente para ângulos de 0º a 90º (variando de grau em grau, normalmente). Da mesma forma como não são fornecidos valores entre 90º e 360º, também, não são comuns valores dessas Razões para ângulos superiores a 360º. Isso se deve ao fato que os ângulos de 0º a 90º serem suficientes para que possamos conhecer os valores das razões trigonométricas dos ângulos maiores que eles, afinal, o Círculo Trigonométrico não é, também, chamado de Ciclo Trigonométrico à toa. |
|
Manipule a animação ao lado e acompanhe o movimento do ponto roxo ao longo do Círculo Trigonométrico.
Analise os triângulos que surgem a cada quadrante que o ponto percorre: como se comportam o ângulo marcado no seletor (que é o ângulo do arco do ponto que estamos movimentando) e os ângulos em destaque (que são pertencentes aos 'novos' triângulos)? Criado com GeoGebra |
|
| Ao movimentarmos seletor e, por consequência, o ponto roxo ao longo do Círculo Trigonométrico, sempre aparece um novo ponto no quadrante I, não é mesmo? Ele é o correspondente ao ângulo que estamos movimentando, como se ele nunca saísse do quadrante I, ou seja, é o ângulo reduzido ao quadrante I. |
| Existem vários modos de fazer os cálculos para reduzir os ângulos dos quadrantes II, III e IV para o quadrante I: a animação ajudou você a lembrar? E os ângulos superiores a 360º? Como se enquadram? O seno, o cosseno e a tangente do ângulo nos quadrantes II, III ou IV terá o mesmo módulo (mas nem sempre o mesmo sinal) do seno, cosseno ou tangente do ângulo correspondente no quadrante I. Se você quer conferir a maneira como está fazendo suas reduções e como está lidando com os ângulos superiores a 360º, podemos estudar mais sobre isso. |