Como os leitores, o governo federal e a economia lidam com a relação entre livros e a pandemia de Covid-19.
Stéfani Fontanive / Fabico + Humanista
Os livros se tornaram companheiros durante a pandemia, mas também foram motivo de protestos, devido a decisões governamentais. É o cenário com o qual o Humanista se deparou a partir de uma espécie de radiografia do setor produzida no final de 2020. A reportagem, produzida como parte da avaliação da disciplina Ciberjornalismo III, ministrada pelo professor Marcelo Träsel, revela leitores que intensificaram sua relação com os livros, mas que, ao mesmo tempo, temem com as ameaças do Governo Bolsonaro de aumentar a taxação sobre o produto no país.
Os números dos livros no Brasil
O trabalho é dividido em quatro capítulos, todos abordando literatura e pandemia. O primeiro trata da relação dos leitores e da literatura nesse período: o que as pessoas leram? E por que elas leram o que leram? A segunda é um compilado de dados sobre a venda de livros, com base na Nielsen Bookscan e na Snel (Sociedade Nacional de Editores de Livros), e também no perfil dos leitores revelado pela pesquisa Retratos da Literatura no Brasil, do Instituto Pró-Livro, abordando também a adaptação do mercado — como as feiras do livro virtuais. A terceira é referente as polêmicas do governo federal envolvendo os livros: tanto a taxação do produto, quanto a repaginação de contos infantis pelo projeto Conta Pra Mim. Na quarta e última, o Humanista te dá dicas para ler mais!
FOTO DE CAPA: Tabata Kolling/Especial



