O movimento maker já está dentro de salas de aulas, multinacionais, garagens de casas e laboratórios equipados com máquinas de fabricação digital, tornando a lógica do “faça você mesmo” um fenômeno tecnológico e coletivo. Para ser maker, só é preciso compartilhar experiências com quem também quer pôr a mão na massa. Um aquecedor de água feito no Brasil pode ser facilmente reproduzido e recriado pelos japoneses, por exemplo. “É exatamente o que aconteceu com a computação, a comunicação e a web. Agora, está chegando às coisas físicas”, defende o autor britânico Chris Anderson, que se tornou um dos principais defensores do movimento com o livro Makers: a Nova Revolução Industrial.
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