Existe uma tendência nos estudos de inovação baseada na experiência do usuário. Ao invés de focar design para despertar reações emocionais momentâneas, como prazer e fascinação por objetos, as organizações passaram a entender que estimular efeitos duradouros sobre o bem-estar representa um avanço para o mercado e para a sociedade como um todo.
O que se entende como uma tendência em pesquisa no Brasil já é uma realidade em outros países. A Netherlands Organisation for Scientific Research, por exemplo, concedeu uma verba de mais de um milhão de Euros para um estudo de autoria do Prof. Pieter Desmet (Delft University of Technology). A pesquisa tem como objetivo desvendar de que modo o design pode estimular estados afetivos duradouros e positivos (humor), o que se acredita ter uma importante contribuição para o bem-estar duradouro.
Você acredita que é possível inovar em projetos de produtos, serviços e ambientes e, ao mesmo tempo, influenciar positivamente aspectos psicológicos da vida dos usuários, como o humor e o bem-estar? Como o governo holandês, nós acreditamos que estamos em um momento histórico, no qual buscamos entender a fundo os efeitos de nossos projetos no desenvolvimento das pessoas.
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