Todas as atividades ocorrerão no Centro Cultural da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (R. Eng. Luiz Englert, 333 – Campus Central)
| 24 de abril de 2025 | 25 de abril de 2025 | |
| Manhã 9-12 horas | Oficinas | Oficinas |
| Tarde I 14-16:30 horas | Ateliês | Ateliês |
| Tarde II 17-19 horas | Mesa-redonda I | Mesa-redonda II |
| Noite 19-20:30 | Conferência | Encerramento |
Oficinas
As oficinas foram pensadas como espaços de formação continuada. Serão oferecidas três oficinas simultâneas, correspondentes a cada um dos eixos do evento:
Oficina 1 – Empresários e ditadura: fontes e problematizações para a sala de aula
Ministrante: Alessandra Gasparotto (Universidade Federal de Pelotas)
Ementa: Esta oficina tem como objetivo difundir os recentes estudos sobre os empresários e a ditadura e demonstrar as possibilidades de abordagem da temática em sala de aula.
Local: Sala Abacateiro
Oficina 2 – Pensar historicamente no ensino de História: as Marias da Conceição
Ministrante: Carla de Moura (IFCH/UFRGS)
Ementa: A oficina traz a oportunidade de conhecer as estratégias produzidas para ensinar a pensar historicamente por meio de estudos das histórias do bairro em interlocução com o passado do Brasil Imperial.
Local: Sala Limoeiro
Oficina 3 – Problematização das institucionalidades: a organização dos Conselhos Escolares e o ensino de História na escola pública
Ministrante: Rodrigo Souza dos Santos (EMEF Pepita de Leão)
Ementa: A oficina tem por objetivo relembrar os princípios da Escola Cidadã da Rede Municipal de Porto Alegre e explorar as possibilidades de experiências democráticas na escola pública a partir dos Conselhos Escolares.
Local: Sala Cerejeira
Ateliês
Os ateliês constituem-se em espaços para a exploração de materiais didáticos, para o debate de temas relevantes para o evento e para a divulgação e troca de experiências.
Serão oferecidos três ateliês simultâneos, correspondentes a cada um dos eixos do evento:
Ateliê 1 – O capitalismo foi à aula
Mediação: Caroline Bauer
Ementa: Este ateliê tem como objetivo debater sobre as abordagens sobre capitalismo e temáticas correlatas em sala de aula.
Local: Sala Abacateiro
Ateliê 2 – Aula Inacabada
Mediação: Caroline Pacievitch e grupo A Aula Inacabada
Ementa: O ateliê promove a experimentação dos materiais didáticos produzidos pelo projeto e a reflexão sobre o contexto de produção de pesquisa coletiva envolvendo a Educação Básica e o Ensino Superior
Local: Sala Limoeiro
Ateliê 3 – Produção de currículo de História em tempos de prescrições
Mediação: Rosiane Ribeiro Bechler
Ementa: Este ateliê tem como objetivo problematizar as abordagens e os conceitos que orientam os currículos de história em relação aos temas do capitalismo e da democracia, e suas consequências. Objetiva, igualmente, refletir sobre a abertura dos planejamentos ao debate com os estudantes, questionando as pessoas presentes sobre os espaços de escuta e acolhida das demandas ou a imposição de metodologias e temas.
Local: Sala Cerejeira
Mesas-redondas
As mesas-redondas são espaços em que as pessoas convidadas compartilharão reflexões sobre problemáticas que estruturam o evento.
Mesa-redonda I
Questão-problema: Ao definir o capitalismo como uma racionalidade que atravessa todas as esferas da vida, compreende-se certas características que as relações interpessoais e com o passado assumiram na contemporaneidade. Que características são essas? Quais as implicações dessas práticas para o ensino e a aprendizagem de história e para as relações construídas nos espaços escolares?
Participantes:
Debora Faccin
Dionysius Mattos
Mediação: Agatha da Silva Rolim
Local: Auditório Jacarandá
Mesa-redonda II
Questão-problema: Para Pierre Vilar, pensar historicamente significa, em linhas gerais, questionar as coisas em suas temporalidades a partir de uma tomada de posição crítica e transformadora. Para alguns teóricos do Ensino de História, trata-se de dominar algumas habilidades fundamentais do ofício do historiador, como a tomada de perspectiva, o tratamento das fontes, a identificação de causas e consequências, etc. Entre o domínio de habilidades científicas e a abertura crítica, há espaço para a utopia? Será que compreender o passado contribui para a liberdade caótica de inventar o que ainda não existe? Considerando que interpretar o passado é fundamental para desafiar a racionalidade capitalista, o pensar historicamente pode contribuir para radicalizar a democracia?
Participantes:
Amanda Gisele Rodrigues
Rosiane Ribeiro Bechler (UFVJM)
Mediação: Guilherme Runge
Local: Auditório Jacarandá
Conferência
Conferência – Entre a catástrofe e a esperança: capitalismos, democracias e o futuro
Mediação: Caroline Bauer
Conferencista: Carollina Lima
Local: Auditório Jacarandá
Encerramento
Como inventamos o que não existe?
Para o encerramento faremos relatos finais dos aprendizados, sistematizando os consensos elaborados nos dois dias de evento.
Mediação: Caroline Pacievitch e Caroline Bauer
Local: Auditório Jacarandá