Estresse Oxidativo Em Sistemas Biológicos
Defesas Antioxidantes Enzimáticas
Defesas Antioxidantes Não-Enzimáticas
Conseqüências do Estresse Oxidativo
Alimentos Funcionais


             O que são Alimentos Funcionais?

             O conceito de alimentos funcionais ainda não obteve consenso, mas podemos considerá-los como “Alimento semelhante em aparência aos alimentos convencionais, consumidos como parte da dieta, que produz benefício específico à saúde, além de satisfazer os requerimentos nutricionais” ou “alimentos, em forma natural ou processada, que contêm níveis significantes de componentes ativos biologicamente que, além da nutrição básica, trazem benefícios à saúde, à capacidade física e ao estado mental”.

             Para ilustrar, consideremos o exemplo do arroz. O arroz integral possui um processamento mínimo, que mantém incólumes as substâncias que compõem o grão. Assim, o arroz integral possui alto teor de fibras - importantes para a regulação intestinal e da taxa do colesterol sanguíneo, de fitatos – que protegem o organismo da ação tóxica de metais pesados, de ácidos graxos insaturados, além das proteínas e vitaminas. Já o arroz processado perde a maioria destas substâncias durante a industrialização. Portanto, o arroz integral pode enquadrar-se na categoria de alimento funcional, o mesmo não ocorrendo com o arroz processado.

             A literatura referencia alguns critérios estabelecidos para determinação de um alimento funcional, tais como: exercer ação metabólica ou fisiológica que contribua para a saúde física e para a diminuição das morbidades crônicas; integrar a alimentação usual; os efeitos positivos devem ser obtidos em quantidades não tóxicas, perdurando mesmo após suspensão de sua ingestão; e, por fim, os alimentos funcionais não são destinados ao tratamento ou cura de doenças, estando seu papel ligado à redução do risco de contrair doenças.

             Os alimentos funcionais foram descobertos através da baixa incidência de doenças em alguns povos, que chamou a atenção para a sua dieta. Os esquimós, com sua alimentação baseada em peixes e produtos do mar ricos em ômega 3 e 6, têm baixo índice de problemas cardíacos, assim como os franceses consumidores de vinho tinto. Os orientais, devido ao consumo de soja, que contém fitoestrogênios, têm pouco câncer de mama. Nesses países, o costume de consumir frutas e verduras também resulta em uma redução do risco de doenças coronianas e de câncer, comprovada por dados epidemiológicos.

             Alguns compostos bioativos dos alimentos funcionais...

1) Ácidos graxos

             Grupo composto pelos ácidos graxos poliinsaturados, destacando-se as séries ômega 3 e 6 encontradas em peixes de água fria (salmão), óleos vegetais, semente de linhaça , nozes e alguns tipos de vegetais. Encontram-se relacionados com a prevenção de doenças cardiovasculares, através da redução dos níveis de triglicerídeos e colesterol, aumentando a fluidez sangüínea e reduzindo a pressão arterial.

2) Oligossacarídeos e polissacarídeos

             Os oligossacarídeos e os polissacarídeos são conhecidos como fibra alimentar. Os efeitos do seu uso são a redução de nível de colesterol sangüíneo e a diminuição do risco de desenvolvimento de câncer, decorrentes de três fatores: capacidade de retenção de substâncias tóxicas ingeridas ou produzidas no trato gastrointestinal durante processos digestivos; redução do tempo de trânsito intestinal, promovendo uma rápida eliminação do bolo fecal, com redução do tempo de contato do tecido intestinal com substâncias mutagênicas ou carcinogênicas; e formação de substâncias protetoras pela fermentação bacteriana dos compostos da alimentação.

3) Fitoquímicos

             Os fitoquímicos são substâncias encontradas em frutas e verduras que podem ser ingeridas diariamente em determinadas quantidades e mostram potencial para modificar o metabolismo humano de maneira favorável à prevenção do câncer e de outras doenças degenerativas (American Dietetic Association, 1999). Alguns alimentos possuem esses compostos em quantidade maior, destacando-se frutas cítricas, alho, repolho, soja, gengibre, cebola, tomate, berinjela, brócolis, couve-flor, aveia, cebolinha, menta, orégano, pepino, salsa e açafrão .

Terpenóides

             Encontram-se nos alimentos verdes, na soja e nos grãos. Apresentam atividade antioxidante e interaçãocom os radicais livres por divisão de sua extensa cadeia carbônica em membranas lipídicas. Alguns terpenos são encontrados naturalmente em grãos e têm relação com a redução do risco de câncer, o que foi comprovado em estudos in vivo.

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             Quando ocorre uma mutação em um gene oncógeno (causador de câncer), as células são instruídas para sintetizar uma proteína anormal, que pode se constituir em um fator de crescimento, ou interferir na atividade de uma enzima promotora do crescimento celular. As células passam a se dividir agressiva e anormalmente, formando o tumor. As reações químicas envolvidas com o crescimento celular são reguladas por enzimas e a ação anticancerígena dos terpenos ocorre pela redução da atividade dessas enzimas, evitando a proliferação desordenada das células.

             Os terpenos mais conhecidos pertencem ao grupo dos carotenóides e dos limonóides. Os carotenóides estão presentes em alimentos com pigmentação amarela, laranja ou vermelha (tomate, abóbora, pimentão, laranja). Seus principais representantes são os carotenos, precursores da vitamina A, e o licopeno. Os limonóides (δ-limoneno, pineno, eucaliptol) se encontram nas cascas de frutas cítricas e atuam protegendo o tecido pulmonar, previnem determinados tipos de câncer e fortalecem o sistema imunológico. O álcool perílico (encontrado em cerejas) tem estrutura química parecida com o limoneno, possuindo atividade anticancerígena cinco vezes mais potente que esse composto.

Fenóis

             Os mais importantes metabólitos fenólicos são os ácidos fenólicos (ácidos hidroxibenzóicos e hidroxicinâmicos), os polifenóis e os flavanóides.

             As flavonas, flavanonas, flavanóis, catequinas e antocininas formam o grupo dos flavanóides. Protegem contra a oxidação do LDL-colesterol através da redução de radicais livres, quelação de íons metálicos e regeneração de alfa-tocoferol. Atuam também contra alergias, inflamações, úlceras, virose, tumores e hepatotoxinas. Na inibição da agregação plaquetária, reduzindo as cardiopatias e tromboses e a síntese de estrógeno.


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             As antocianidinas são flavanóides solúveis em água e são consideradas antioxidantes in vitro, podendo apresentar propriedades antioxidante e antimutagênica in vivo. Catequinas, flavanóides, antocininas e ácidos fenólicos estão presentes no vinho e apresentam ação antioxidante. A catequina, presente no chá verde, é responsável pela proteção contra doença cardiovascular aterosclerótica.

             Alguns tumores acumulam substâncias denominadas poliaminas, que atuam no crescimento desordenado das células. Uma das ações anticancerígenas dos flavonóides é a inibição da síntese de poliaminas, reduzindo o crescimento celular desordenado.

             Destaque especial deve ser dado às isoflavonas, uma subclasse dos flavonóides, que são particularmente abundantes na soja, e que possuem a propriedade de bloquear enzimas que promovem os crescimentos tumorais.

             As mais conhecidas são a genisteína e a daidzeína, que atuam como hormônios (fitoestrógenos) e vêm sendo utilizados em larga escala no tratamento de reposição hormonal de mulheres em pré e pós-menopausa.

             As isoflavonas se ligam aos β-receptores hormonais, que são diferentes dos principais receptores dos estrógenos, que são os α-receptores.

             As isoflavonas também atuam no combate à diabetes, osteoporose, deficiência cognitiva e doenças cardiovasculares.

             Estudos epidemiológicos mostraram que populações que consomem mais soja têm menor incidência de câncer de cólon,mama e próstata.

Flavonóides em Alimentos

4) Compostos nitrogenados

             Consumir alimentos ricos em compostos nitrogenados é uma forma de proteção contra carcinogênese e mutagênese. Os glucosinolatos contêm enxofre e estão presentes em alimentos como brócolis, couve-flor, repolho, rabanete, palmito e alcaparra, sendo ativadores das enzimas de detoxificação no fígado.

5) Alimentos prebióticos, probióticos e simbióticos

             Prebióticos: são carboidratos complexos (considerados fibras), resistentes às ações das enzimas salivares e intestinais. Ao atingirem o cólon, produzem efeitos benéficos à microflora colônica.

             O prebiótico deve ter como características o fato de não sofrer hidrólise ou absorção no intestino delgado e de alterar a microflora colônica para uma microflora saudável, induzindo efeitos favoráveis à saúde.

             As substâncias como a lactose, xilitol, inulina e frutooligossacarídeos apresentam os seguintes efeitos: alteração do trânsito intestinal, reduzindo metabólitos tóxicos; prevenção da diarréia ou da obstipação intestinal, por alterar a microflora colônica; diminuição do risco de câncer; diminuição do nível de colesterol e triglicerídeos; controle da pressão arterial; incremento na produção e biodisponibilidade de minerais; redução do risco de obesidade e de diabetes insulino-dependente e redução da intolerância à lactose.

             Os frutooligossacarídeos são os únicos produtos reconhecidos e usados como ingredientes alimentares. São obtidos industrialmente a partir da hidrólise da inulina pela enzima inulase, através da sacarose. O principal papel dessas substâncias é estimular o crescimento intestinal das bifidobactérias do cólon, que agem suprimindo a atividade putrefativa de outras bactérias, como Escherichia coli, Streptococcus fecalis, Proteus e outras, atuando também no aumento do bolo fecal no intestino delgado.

             A inulina é extraída da raiz da chicória ou produzida a partir da sacarose. Os frutooligossacarídeos estão presentes no alho, tomate, cebola, banana, alcachofra, centeio, cevada, trigo, mel e cerveja.

             Probióticos: são suplementos alimentares que contêm bifidobactérias ou bactérias benéficas para a melhora do balanço intestinal através da colonização do intestino por outras espécies, do controle do colesterol, das diarréias e da redução do risco do desenvolvimento do câncer. Têm a função de estimular o sistema imunológico e alterar o mecanismo microbiano.

             O mecanismo de inibição das bactérias patogênicas está relacionado à produção de substâncias bactericidas, disputa por nutrição e alteração do metabolismo microbiano. Os probióticos mais importamtes são os lactobacilos acidófilos, casei, bulgáricos, lactis, plantarum, estreptococo termólilo, Enterococcus faecium e fecalis, bifidobactérias bifidus, longus e infantis.

             Os probióticos podem fazer parte de alimentos industrializados, como leites fermentados ou encontrados na forma de pó ou cápsulas.

             A combinação balanceada de prebióticos e probióticos com característica de função dos dois grupo são chamados de alimentos simbióticos.

             A seguinte tabela resume os efeitos fisiológicos dos principais compostos ativos dos alimentos funcionais:

         
    Fonte: Anjo DFC, Alimentos funcionais em angiologia e cirurgia vascular. J Vasc Br 2004, Vol. 3, Nº2

Tomate

             Consumir tomate (Lycopersicon esculentum) é o mais novo “must” entre a população de meia idade. Não pelo tomate em si, mas pelo licopeno (a substância que confere cor vermelha) e que demonstrou potencial de redução da incidência de câncer da próstata. Esta propriedade deve-se à sua ação antioxidante, que atinge entre 400% e 1000% da atividade média de outros carotenóides. O efeito antioxidante reduz a presença de radicais livres, protegendo as células da oxidação. Estudos demonstraram que alimentos contendo licopeno reduzem também o risco de câncer intestinal, estomacal, da bexiga, do colo uterino, da pele e dos pulmões. Se não bastasse, o licopeno previne o surgimento de doenças cardiovasculares em especial aterosclerose e, conseqüentemente, reduzindo o risco de infarto, devido à redução da taxa de oxidação do LDL-colesterol.

Maçã

             Uma combinação de substâncias químicas das plantas, tais como flavanóides e polifenóis (fitoquímicos), encontrados na polpa e, principalmente, na casca da maçã, fornece os benefícios antioxidantes e anticâncer da fruta. Pesquisadores descobriram que a vitamina C da maçã é responsável apenas por uma pequena parte da atividade antioxidante. Os flavanóides encontrados na maçã também contribuem para a redução do índice de acidentes coronários.

             Os índices de acidentes coronários são maiores entre aqueles cuja dieta engloba baixos níveis de flavanóides. Utilizando o colesterol LDL extraído do sangue de indivíduos com níveis normais de colesterol, pesquisadores descobriram que a maçã e seus derivados retardam significativamente o processo de oxidação. Acredita-se que a oxidação é um evento chave que leva à formação de placas nas artérias que pode culminar com a obstrução e finalmente com a doença cardiovascular. A substância que ajuda a inibir a oxidação do colesterol, evitando, assim, a formação das placas nas artérias é a quercetina, um bioflavonóide que além de proteger o coração, possui propriedades antiinflamatórias, anticâncer, antiúlcera e antialérgica e ajuda na diminuição do risco de desenvolver catarata.

             Os mecanismos de ação dos fitoquímicos na prevenção do câncer superam a atividade antioxidante de scavenging dos radicais livres. Eles têm complementaridade e sobrepõem mecanismos de ação, incluindo: atividade antioxidante e scavenging de radicais livres; regulação da expressão gênica em células em proliferação; diferenciação celular, oncogenes e genes supressores de tumor; indução de apoptose; modulação da atividade enzimática na detoxificação; oxidação e redução; estimulação do sistema imune; regulação do metabolismo de hormônios e efeitos antibacterianos a antivirais. A alta capacidade antioxidante não demonstra estar linearmente relacionada à atividade antiproliferativa.

             Num estudo recente conduzido na Finlândia, concluiu-se que os flavanóides da maçã apresentam o mais impressionante desempenho na redução dos riscos de se desenvolver câncer de pulmão, que é de 58%, ou seja, aqueles que ingerirem flavanoides regularmente, terão 58% menos chance de desenvolver aquela doença. A quercetina foi a fonte de 95% do total de flavanóides ingeridos pela população estudada.

             Pesquisadores concluíram que quanto mais maçã se consome, menor é a ocorrência de câncer de pulmão e outras doenças malignas como câncer de pele e de cólon. Pesquisadores também experimentaram o extrato de maçã em células malignas do fígado e houve a obstrução do crescimento das mesmas.

Uva e Vinho

             Entre as frutas, a uva é uma das maiores fontes de compostos fenólicos. Os principais fenólicos presentes na uva são os flavonóides (antocianinas, flavanóis e flavonóis), os estilbenos (resveratrol), os ácidos fenólicos (derivados dos ácidos cinâmicos e benzóicos) e uma larga variedade de taninos.

             Estudos epidemiológicos têm demonstrado a associação entre o consumo de alimentos e bebidas ricos em compostos fenólicos e a prevenção de doenças, tais com câncer e doenças coronarianas isquêmicas (DCI) .

             Muitas pesquisas têm sido realizadas avaliando os efeitos antioxidantes dos compostos fenólicos presentes no vinho, entretanto, alguns autores verificaram, em sucos de uva, atividade antioxidante similar à encontrada em vinhos tintos. O suco de uva contém mais compostos fenólicos glicosilados do que o vinho, sendo que, estes compostos são mais facilmente absorvidos pelo organismo do que suas respectivas agliconas. Por outro lado, a presença de etanol no vinho aumenta a absorção de fenólicos, pois previne a precipitação de polifenóis no trato digestivo. Entretanto, existem estudos que contradizem este possível efeito benéfico do consumo combinado de álcool e compostos fenólicos [1]. comparou a eficiência do vinho tinto, vinho tinto sem álcool e suco de uva sobre a aterosclerose. As concentrações de polifenóis das três bebidas foram normalizadas a um mesmo valor para o teste com os animais. A comparação dos resultados obtidos revelou que o suco de uva foi duas vezes mais efetivo na diminuição do colesterol do que o vinho tinto e seu equivalente sem álcool e duas vezes mais eficiente que o vinho tinto com relação à inibição da aterosclerose. Comparando-se o vinho tinto e o vinho tinto sem álcool verificou-se que os efeitos benéficos das duas bebidas foram praticamente os mesmos, o que demonstra que o etanol não representa benefícios adicionais ao vinho.

             O consumo de suco de uva como fonte de compostos fenólicos pode apresentar vantagem com relação ao do vinho, já que a ausência de álcool permite que o suco seja consumido pela maioria das pessoas, inclusive aquelas portadoras de algumas doenças, por exemplo, a hepatite, e crianças. Além disso, o vinho pode conter substâncias, tais como uréia, metanol e aminas biogênicas, que quando consumidas indiscriminadamente podem causar efeitos tóxicos no organismo humano.

                       1. VINSON, J.A.; TEUFEL, K.; WU, N. Red wine, dealcoholized red wine, and especially grape juice, inhibit atherosclerosis in a hamster model. Atherosclerosis, v. 156, p. 67-72, 2001.

Chá Verde

             Efeitos fisiológicos benéficos à saúde humana vêm sendo atribuídos às catequinas presentes no chá verde, principalmente a epigalatocatequina-galato (EGCG), cuja distribuição é a mais abundante entre todos os componentes fenólicos existentes na planta.

             Contudo, dados epidemiológicos sugerem que a associação entre o consumo regular de chá verde e a redução do risco do aparecimento de doenças cardiovasculares é conflitante e equivocada. Os efeitos fisiológicos do chá ou das catequinas do chá no estresse oxidativo, parecem ser proeminentes em modelos animais, porém acredita-se que a absorção das catequinas in vivo atinja baixas concentrações plasmáticas.

             Existem evidências de que a oxidação de LDL – colesterol, relacionada ao risco de arteriosclerose e doenças cardíacas, seja inibida pelas catequinas presentes nesse chá.Em um estudo realizado com 13.916 indivíduos japoneses, com idades entre 40 e 69 anos, o consumo de chá verde foi associado com a redução dos níveis séricos de colesterol, quando esse consumo perfazia mais de 10 xícaras por dia, porém quando se relacionava com os aspectos de estilo de vida da população (tabagismo, uso de café e álcool), IMC e idade, a redução do colesterol foi observada com a ingestão de apenas uma xícara de chá por dia3.

                  2. Weisburger J, Chung F. Mechanisms of chronic disease causation by nutritional factors and tobacco products and their prevention by tea polyphenols. Food Chem Toxicol. 2002; 40(8):1145-54.

                  3. Tokunaga S, White I, Frost C, Tanaka K, Tokudome S, Akamatsu T, et al. Green tea consumption and serium lipids and lipoproteins in a population of healthy workers in Japan. Ann Epidemiol. 2002; 12(3):157-65.

             A seguinte tabela resume os efeitos benéficos e os possíveis níveis de ingestão recomendados:

                      
Fonte: Anjo DFC, Alimentos funcionais em angiologia e cirurgia vascular. J Vasc Br 2004, Vol. 3, Nº2

                                                                                                               

Estresse Oxidativo em Sistemas Biológicos