Prof. Dr. Dilmar Paixão

Cuidemo-nos e tenham cuidados com a “in-formação”!​

Prof. Dr. Dilmar Paixão

        Para início desta conversa, dei-me conta (“na marra”) que estou triplamente segregado no grupo de risco, sendo a idade o mais modesto dos critérios. Mesmo que pareça tão informal quanto os nossos contatos por whats ou e-mails frequentes intensificados neste período, esta mensagem – espero possa ser mais reflexiva do que problematizadora – quer comentar sob três angulações: a surpresa, a comunicação e a autoformação para o profissionalismo.

          Surpreendi-me no grupo de risco. Sim, foi a minha antecipação, no embate pessoal. Vi-me confinado e carimbado como “grupo de risco”. Por mais que possa parecer paradoxal, eu também não estava preparado para tanto. Nessas proporções? Não. Se a notícia foi antecipada pelo Raul Seixas, pela insistência da canção do Sérgio Brito ou por profecias de outros autores e seus adeptos, o fato é real: o mundo parou. Inacreditável, mas tudo parou bruscamente. Ouçam a minha cantiga preferida: Renascimento (Antônio Augusto Ferreira).

         Isso tem muito do autocuidado, sim, eu sei, e daquela desaceleração da caminhada ou da corrida ao final do exercício. Início de férias é um pouco assim. A retomada depois – li e gostei – “pode ser mais difícil, mas, nem tanto, se usarmos esse momento como uma transição para experimentar e incluir novos e bons hábitos ao nosso dia a dia…” (AMON, 2020, p.2). A jornalista falava de “retornar ao nosso ritmo normal”. Sugeriu a caminhada como exercício físico e oportunidade para “acalmar a mente e ficarmos mais tranquilos”. Entre o que chamou de “pequenas ações”, listou passeio ou sentar em um banco de praça, visitar parques (AMON, 2020). Se a caminhada acalma, agora nem assim é possível. As praças e parques, a praia, interditados.

         Guardei o jornal da virada do mês, do anterior para esse, porque o editor mencionou a reunião de pauta e teceu detalhes. Separei, talvez, para estudar a metodologia. Prefiro leituras leves para o aquecimento de exercícios e reflexões menos formais. Saibam, a reunião de pauta é uma passagem de plantão maior, visão 360 graus. Eu sempre gostei dessa modalidade de reunião, quer pelas atualizações dos assuntos, o sincronismo com diferentes origens e habilidades, as ideias de surpreender leitores e ouvintes das diversas plataformas, rumos revistos ou conversas informais e ajustes finos (ETCHICHURY, 2020).

         Procuro evitar o retrabalho, então planejo com atenção redobrada, do centro à extremidade da mesa, cuido dos detalhes e organizo as minhas atividades para os encontros didáticos, dos mais próximos aos bem distantes. Aprendi isso no início dos anos 80. Didáticos, porque ainda lembro-me do livro do Freire, Pedagogia da Autonomia (1996), que recebi ao chegar à UFRGS naquele ano: quem ensina aprende ao ensinar e quem aprende ensina ao aprender.

          A escritora Lya Luft (2020, p.9), uma página antes àquela do editor, abriu a sua coluna citando: “Não vou falar naquilo”. Escreveu o seu texto procurando comentar coisas comuns, cotidianas. A volta da praia, da serra… e que, “estranhamente, demoramos mais a nos acostumar de novo em casa do que no lugar escolhido para as férias”. Comentou a construção – em parte – da nossa vida, mãos à obra, e finaliza: “Consegui uma coluna inteira sem falar… no coronavírus. Ou nas entrelinhas ele esteve aqui o tempo todo”?

         Para quem traz a tradição por sobrenome e parentesco, ver e ouvir que o chimarrão deve ser sorvido “de individual” e não mais no coletivizado é uma exigência muito farpada e abrasiva para nós gaúchos. O Carpinejar (2020, p.4) foi mais poético: “Batemos os pés com orgulho” para outra tradição – “desculpe, mas aqui são três beijinhos”. Este cumprimento na imagem de uma partida de pingue-pongue, segundo catalogou o colunista, reserva ao Rio Grande do Sul, ao lado (no mínimo dois metros, agora) de Santa Catarina e Sergipe, o título de únicas mecas do exagero no país. Carpinejar (2020) listou os estados que aceitam um módico beijinho (SP, MT, MS, PR, RR e AP) e os demais com relações de dois beijinhos (RJ, MG, AC, AM, RO, PA, MA, PI, CE, RN, BA, PE, PB, AL, TO, GO e ES). Daí: “#surpresa”! “#fiqueemcasa”! (aprendi mais essa, Arthur).

          Não tive surpresa alguma, porém, no despreparo dos setores de liderança institucional e da gestão de recursos humanos da nossa área da saúde. Remanescente da antiguidade, do tempo do anteprojeto da Lei 8080, como comento nas aulas, aprendi desde a Comissão que pré-elaborou a Lei 8142, que nunca podemos ser ingênuos e desconectados. Os planos de carreira estariam vigentes no prazo máximo de até 1992. Não foi assim, porque algum burocrata (há quem diga que fica melhor com mais um “r”) anulou o debatido compromisso e a “criação do plano de carreira” virou “criação da comissão de…”. Idêntica situação vivia a rede de Porto Alegre, quando ex-alunos comentaram comigo terem aprendido na vida real (que desdita!) a diferença entre concurso público e processo seletivo. Tanto se orientava sobre a importância e a necessidade dos vínculos entre profissionais, equipes e comunidades, as redes, porém gestores rasgaram esses documentos e desmancharam grupos inteiros sem constrangimento. E ficou por isso? Se “Pra não dizer que não falei das flores” segue atual, por que a surpresa?

         Da minha janela para além deste “#fique em casa”, convém comentar sobre a comunicação, a informação e a “in-formação”, esta no sentido da autoformação para o profissionalismo e da freireana responsabilidade ao fazer-se profissional (tenho texto no SABI/UFRGS, com a Aline Antoniolli). A imprensa, também, não estava preparada para tamanha surpresa. O governador admitiu que “Os números divulgados não expressam exatamente a dimensão da pandemia no país (…). A testagem não revela, mas ajuda a entender por onde está a evolução da doença” (EDUARDO LEITE PRORROGA SUSPENSÃO DAS AULAS ATÉ 30 DE ABRIL NO RS, 2020). Na amostragem individualizada caem colegas da saúde e da imprensa a cada dia. Prevalência, incidência, dados epidemiológicos, distanciamento social, isolamento, transmissão vertical e horizontal são termos mastigados a cada entrevista. Lembrem-se daquelas aulas: – os decretos de estado de calamidade pública liberam os orçamentos. No noticiário de agora do RS, enquanto vereadores aumentam o salário em três municípios, um prefeito propõe a redução em 10% dos seus vencimentos e dos cargos de confiança. Diferente de quem ameaça o salário de todos os servidores públicos e das demissões no setor privado. Enfim, o Ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta confessa: “O vírus derrubou o sistema mundial” (QUINTELLA, 2020).

         Sem dúvida, foi decisivo esse arsenal tecnológico e a rapidez digital do que é informado – e compartilhado em múltiplas reproduções por quaisquer pessoas – que parou o mundo. Quem me conhece com mais proximidade, sabe o quanto defendo essa consciência e de quão grande e atenciosa deva ser a comunicação e essa pronúncia da informação. Reconheço a dinâmica da tecnologia da informação-área de TI. Porém, refiro-me à Informação mais do que à InformaTIzação, embora reconheça o papel de ambas. Abraçado às diretrizes curriculares dos cursos, tentei cumprir um compromisso do meu doutorado, todavia as instâncias adiaram a minha oferta. Talvez, seja como o segundo item do nosso PDI/UFRGS, sobre a indissocialização ensino-pesquisa-extensão. Explicando numa linguagem mais gauchesca e popular: “foi dada a largada”, ou seja, os gestores governamentais, os profissionais da imprensa e as demais lideranças necessitam cuidar como anunciam índices, normativas, suas divergências e manobras eleitorais, os interesses peculiares pelo poder. Afinal, o povo precisa ser tratado com sabedoria. Sem ameaças. Perto de um enxame de abelhas, não se fazem movimentos bruscos; barulhos podem irritá-las e desencadear um ataque por instinto natural. Nego-me a idear que se saiba apenas do mel e da polinização.

         Premiado com o carinho – que eu agradeço – de não ser Regente, primeira vez desde que ingressei na UFRGS, “cumpro a missão” – que linguagem, hein! – mencionando o que tenho ressaltado ao grupo que está comigo nos contatos em EAD. Faço isso em apoio a eles, todavia torno disponível a estudantes de outros cursos e universidades pela publicização do LEVi. Quem lhes escreve está instalado no famoso grupo de risco, porque há 43 anos ingressei nessa formação acadêmica. As minhas vivências profissionais, saberes do que aprendi e sigo aprendendo (pilares fundamentais da educação: aprender a conhecer, a fazer, a ser e a viver juntos), autorizam-me a tranquilizá-los: – não se queixem por não estar aprendendo coisas tradicionais das disciplinas. Há novos espaços para as aprendizagens.

         Por ora, as “lições” são outras. Saúdem a oportunidade e aproveitem estes ensinamentos da contemporaneidade. Sempre é momento de estudar, examinar os contextos e as redes de atenção à saúde, pesquisar e pensar realidades, compartilhar saberes, ouvir o que as pessoas têm a nos dizer, aprender escutando, comparar teoria e prática com as suas vivências acumuladas e a das outras pessoas. Por que se fala tanto, agora, que a atenção básica (quando organizada) filtra os atendimentos da urgência e emergência hospitalar? Todos os recursos precarizados na ponta do sistema público desmascararam as más gestões, a inexistência de EPIs e EPCs, o subfinanciamento de tantas frentes, a falta de planejamento adequado de gestores em todos os níveis da rede de serviços. Nem o setor privado dará conta desta crise. As universidades – principalmente, as públicas e gratuitas – criticadas e empobrecidas nos orçamentos, estão aí a ser chamadas não só com pessoal, mas, sim, alcançando tecnologia, socorrendo com equipamentos, criações e transformações com ciência. Aparelhos sucateados, porque faltam peças: – “não autorizaram a compra”. Bebidas alcoólicas apreendidas pela Polícia Federal virando álcool-gel. Tipos semelhantes dessas instituições, como as universidades comunitárias, empenham-se em contribuir. Gente do povo, empresas simples, indústrias grandes e as diminutas apressam-se em oferecer ajuda. A propósito, mais uma pergunta das nossas aulas: – onde está o controle social nessas horas? 

       Aliás, há projetos políticos pedagógicos e projetos pedagógicos dos cursos. Apenas, mais um recado. Eu fiz o cartão de idoso para estacionamento. Choquei-me, de cara, porque as vagas especiais são ocupadas por quem não pertence ao grupo. Nas tribos, os idosos são pajés. A civilização “moderna” afastou-os, desprezando-lhes, porque ficam “obsoletos”, “com noções defasadas”. Desnecessários?

        Vi uma publicação do Professor Amauri Oliveira e da Professora Cláudia Bellochio (2020), de que as três disciplinas menos valorizadas e com menor carga horária – arte, música e educação física – são a melhor forma de manter certo equilíbrio e melhor saúde física e mental nesses dias difíceis da quarentena. Exemplos disso foi a notícia que, no Parthenon, aqui no prédio, um vizinho saxofonista tornou agradabilíssimo um fim de tarde. Por quase duas horas, “nosotros”, todos de janela e com entusiasmados aplausos, acompanhamos a sua arte e sonhamos convívios futuros de festas e encontros. Meu confrade Ricardo Rambo, do Grupo Artístico Bem Viver, recebe a noite executando músicas ao acordeom em frente à sua casa no Bairro Agronomia.  Observem que, nesta modernidade, não se conhece a vizinhança de porta. Familiares, amigos, vizinhos, usuários dos serviços onde se faz estágio, profissionais de todas as áreas, são fontes preciosas para aprendizados e conviveres.

         Neste trecho final quero conversar mais atido sobre o que denomino “in-formação”. Dos meus privilégios, sou do grupo dos mais antigos docentes da Unidade, quando não por idade, pelo tempo de UFRGS. Circulo e circulei nos dois cursos. Alunos e alunas de outra época são doutores, meus colegas de docência. Orgulho máximo, gente! Recebo discentes, netos e filhos de ex-alunos. Mesmo assim, considero-me em formação. Por isso: cuidemos! Mais ainda: tenham cuidados com a informação! Conscientizem-se da “in-formação”, dessa incompletude do ser humano por mais completo que se julgue – já dizia o Freire.

         Quem está no início do curso, procure saber mais sobre ele, sobre o que é preciso saber, como foram os acontecimentos desse tipo no passado. Houve a revolta da vacina. Tem filmes como A Evolução do Sistema de Saúde no Brasil. Mais adiante nos semestre, leiam trabalhos de conclusão de outros nos seus cursos, cientifiquem-se de temas da atualidade, busquem experiências sobre práticas profissionais, visitem escritas de docentes da Unidade ou da Ufrgs, de outras universidades e publicações recomendadas nos planos de ensino. Enfim, apropriem-se do conhecimento. Disponibilizei para download gratuito, uma publicação lítero-cultural sobre A Educação, a Cultura e a Não-Violência na América Latina.

          Aqueles e aquelas no horizonte da formatura têm um posicionamento importante e necessitam entender palavras, entrelinhas, recados e tatuagens até nas recentes portarias governamentais, como informei. Nestes quase quarenta anos de carreira profissional, já sou dos jubilados, posso lhes dizer que não são apenas notícias tristes. Mesmo na quarentena, posso vibrar com notícias de um primeiro lugar na residência e outro em concurso para Florianópolis, aprovações aqui e ali, distinções como novas chefias ou em pós-graduações. Para citar os resultados mais atualizados.

         Se “somos gente que cuida de gente!”, o momento desta travessia exige, pelo menos, a coerência de concepções fundamentais em momentos como agora: atenção, calma, raciocínio coerente e equilíbrio.  Isolamento social, sim. Grupo de risco? Cá estamos. Mas não há risco maior do que o pânico, a desinformação, a contrapropaganda, a negação da realidade ou o complexo de superpoderes. Cuidado com a informação!

        No nosso cuidado humano e autocuidado podemos nos socorrer das sabedorias que se aprende por repetição nas comunidades. O temeroso pode ser o mais atento. Para grandes males, grandes remédios – já dizia Hipócrates. Se não há remédios, tem-se a informação. Recentemente, o conjunto de docentes da área de cuidado em enfermagem na saúde coletiva promoveu uma aula aberta sobre o “Novo coronavírus: cenário atual”. Poucas vezes presenciei o nosso auditório tão lotado. Estudantes, docentes e pessoas da comunidade, essas, convidadas pela imprensa. O repórter Eduardo Amaral, do Jornal Correio do Povo e Rádio Guaíba, publicou “plateia atenta”. A preocupação com a divulgação de informações falsas constou na matéria: “As pessoas às vezes recebem informações por um viés equivocado e isso aumenta o pânico” (ROSSET, 2020, p. 9). Precisamos estar preparados.

         Certa vez, antes da docência, ainda gestor, houve um acidente envolvendo uma autoridade. Pautados os repórteres para a cobertura, deslocaram-se ao hospital. Dos dirigentes, do corpo clínico ou funcionários, nenhuma manifestação. Quem concedeu as entrevistas? Ora, alguns familiares de outros pacientes internados. Naquele época, já não se aprendia nos cursos formadores das universidades conteúdos sobre informação, política, comunicação. Política? “Onde se viu, chega Projeto Pedagógico”. “Ah, se reivindicarem a gente põe a palavra ‘política’ lá no título”. “Para que, né”? “No nosso tempo não tinha, por que ter agora”? Parece que não temos formação para jornalistas e nem para profissionais seus futuros entrevistados nas universidades.

         As denúncias e informações de hoje surgem mais inopinadamente. Com a potência e o alcance dos celulares é difícil saber-se a veracidade das informações. A internet, as fake news, as denúncias extemporâneas, gravações não autorizadas, tudo se mistura ao contemporâneo como se fosse autorizado e normal. Pronto. É uma partícula microscópica disso que representa a faixa de trabalho do profissional. Fazer-se profissional da saúde (e saúde não é sinônimo de doença) é assumir sérias responsabilidades e se comprometer. A minha frase de sempre: o profissional de saúde na linha de frente da assistência na atenção básica ou hospitalar é como o motorista daquele carro “ultramoderno” chamado Kombi, em que o para-choque é o joelho do motorista. Uma sugestão reivindicatória: precisamos acolher melhor, como fazemos com usuários, a repórteres e demais profissionais da imprensa. São trabalhadores como nós. Disponibilizarmos a eles, informações para que sejam notícias confiáveis, servir de fontes acreditáveis, indicar-lhes direções seguras para as tarefas do seu trabalho. Partilhar conhecimento.

        De todos os males e efeitos causados pelo coronavírus mundial, assim confinadas, as pessoas tiveram tempo, hábitos mudados, rotinas atropeladas, perdendo-se até nos dias da semana. Aulas suspensas, creches e escolas fechadas, atendimentos priorizados, estágios paralisados, cronogramas imprecisos, as modificações na gestão de redes públicas com dirigentes privados ou a unidade fechada em um hospital sobrecarregando outro, tudo pode e deve ser objeto de estudos. Portanto, muito cuidado! E cuidado humanizado na prática. Quando as verbas parlamentares (impositivas!) escorrem para rubricas fora do plano (municipal, estadual ou nacional) da saúde, é o melhor caminho?  Humanização?

        Cuidem-se!  Cuidemo-nos de nós e dos outros. Dediquemo-nos a saber mais e a participar ativamente da vida na sociedade. O SUS tem três diretrizes a serem exigidas: descentralização, atendimento integral e participação da comunidade. É preciso fortalecer o controle social. Como, de uma hora para outra, rasgam-se orientações e se eliminam acessos na interatividade e a interação dos profissionais, vínculos de equipes inteiras nas “suas” comunidades de referência? Será somente o coronavírus?

        Quando fontes oficiais não fazem questão de serem confiáveis e determinadas autoridades divergem ou manipulam dados, o que nos resta como profissionais não gestores e população? Observar, analisar, avaliar dimensões e origens dos dados, buscar entender interesses e argumentos, saber que há ciência disponível sendo estudada e emergindo nas universidades. Disponibilizar-se para espaços existentes de aprendizado e troca de saberes no ensino, na pesquisa e na extensão. São informações, procedimentos e orientações apropriadas nessa construção profissional contemporânea de quem está em “in-formação”.

       Sigo disponível – meus e minhas colegas docentes igualmente – para conversarmos com todas as pessoas interessadas. Quem diria que até a isso reagiríamos ante o coronavírus!  Mais do que aplausos são necessários apoios e compreensões. De insumos a produtos simples ou mais sofisticados, de pesquisas a orientações em grupos populacionais, da prevenção ao plano de cuidados, do diálogo aberto a equipamentos como respiradores, universos renovados crescem nas faculdades para o desenvolvimento qualificado da sociedade brasileira e mundial.

Cuidem-se!

Cuidado com a informação, principalmente se você está “in-formação”.

Referências

AMON, Ruza. Fim de férias, é hora de voltar! In: Volta ao lar. Porto Alegre, n.839, a.25, f.85, Zaffari & Bourbon, 3 a 15 mar. 2020. p.2.

CARPINEJAR, Fabrício. Nossos três beijinhos. Zero Hora, Porto Alegre, 25 de fevereiro de 2020.  p.4.

EDUARDO LEITE PRORROGA SUSPENSÃO DAS AULAS ATÉ 30 DE ABRIL NO RS. Correio do Povo, Porto Alegre, 31 mar. 2020. Disponível em: <https://www.correiodopovo.com.br/not%C3%ADcias/pol%C3%ADtica/eduardo-leite-prorroga-suspens%C3%A3o-das-aulas-at%C3%A9-30-de-abril-no-rs-1.409392>. Acesso em: 31 mar. 2020.

ETCHICHURY, Carlos. A reunião de pauta. Zero Hora, Porto Alegre, 29 de fevereiro de 2020. Carta do Editor. p.10.

FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1996.

LUFT, Lya. Não vou falar naquilo. Zero Hora, Porto Alegre, 29 de fevereiro de 2020. p.9.

OLIVEIRA, Amauri; BELLOCHIO, Cláudia. Arte, Música e Educação Física. Santa Maria, 29 mar. 2020. Facebook: Claudia Bellochio. Disponível em: <https://www.facebook.com/photo.php?fbid=818462058633658&set=a.619569095189623&type=3&theater>. Acesso em: 31 mar. 2020.

ROSSET, Idiane. Aula Aberta: Novo CoronaVírus. Preparação da Capital ao Covid 19. [Entrevista concedida a Eduardo Amaral]. Jornal Correio do Povo, Porto Alegre, 12 de março de 2020.

QUINTELLA, Felipe. Coronavírus: Governo retira técnicos do Ministério da Saúde de coletivas e escala outros ministros. Estado de Minas, Nacional, Belo Horizonte, 30 de março de 2020. Capa. Disponível em: <https://www.em.com.br/app/noticia/nacional/2020/03/30/interna_nacional,1133923/governo-retira-tecnicos-do-ministerio-da-saude-de-coletivas-e-escala-o.shtml>. Acesso em: 31 mar. 2020.