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Resultado da seleção de bolsistas de Extensão 2024

Lucas Antônio Morates Notícias 6 de maio de 20246 de maio de 2024

Tornamos público o resultado do Edital para seleção de bolsistas para os projetos de Extensão do Museu para o ano de 2024.

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Você sabia que o MUCIN tem um dente de Megalodon? Você sabia que o MUCIN tem um dente de Megalodon?

Otodus megalodon foi um dos maiores predadores que já habitaram os oceanos, vivendo por quase 20 milhões de anos. Esse gigante marinho podia ultrapassar 16 metros de comprimento e pesar mais de 60 toneladas, segundo estimativas científicas.

Seus dentes são a principal evidência de sua existência e podem atingir até 18 centímetros de comprimento. Isso acontece porque, ao contrário de outras partes do esqueleto dos tubarões, os dentes fossilizam com maior facilidade e são produzidos continuamente ao longo da vida.

Fósseis de Megalodon já foram encontrados na América, Europa, África, Ásia e Oceania, indicando que a espécie possuía uma distribuição quase global. Sua extinção ocorreu há aproximadamente 3,6 milhões de anos, em um período de mudanças ambientais e resfriamento do planeta.

Além dos dentes, os pesquisadores também encontraram uma coluna vertebral com 141 vértebras associadas, fóssil que ajudou a reconstruir o corpo desse animal em modelos tridimensionais.

E o mais interessante é que você não precisa viajar no tempo para conhecer uma evidência desse gigante: aqui no Museu de Ciências Naturais da UFRGS (MUCIN), você pode observar um dente de Megalodon de perto!

Gostou de saber mais sobre o Megalodon? Então curte e compartilha com teus amigos!

Autoria: Lino Salvatori dos Santos
Identificação do exemplar: Prof. Getulio Rincon - UFMA

#divulgaçãocientífica #museusdeciências #mucin #ceclimar #megalodon #museus
Você conhece a história do Gordo? O Gordo foi Você conhece a história do Gordo? 

O Gordo foi um leão-marinho-do-sul resgatado pela PATRAM em 2003 na praia Jardim Atlântico. Na época ele tinha cerca de oito meses e foi trazido para o CERAM (Centro de Reabilitação de Animais Silvestres e Marinhos). Apesar dos cuidados e de três tentativas de retorná-lo ao seu habitat, Gordo acabou voltando para a praia e necessitando de assistência pelo resto de sua vida, já que alguns ferimentos em seus olhos, infelizmente, o deixaram cego e impossibilitado de voltar à natureza. Assim, ele tornou-se morador do CECLIMAR, podendo também ser visto pelos visitantes, que assistiam o momento de sua alimentação. Ele foi à óbito em 2016, quando tinha 14 anos e, hoje em dia, é possível ver seu esqueleto na Exposição Temporária do MUCIN sobre a Ilha dos Lobos. 

Os leões-marinhos-do-sul fazem parte dos pinípedes (do latim, "pés-barbatana"), uma Superfamília de mamíferos semiaquáticos que engloba leões-marinhos, lobos-marinhos, focas, elefantes-marinhos e morsas. Esses animais têm o costume de usar praias e costões rochosos para descanso e troca de pelagem. Os lobos e leões-marinhos vêm comumente de colônias reprodutivas no Uruguai e Argentina, podendo ser vistos em nossas praias e, principalmente, na Ilha dos Lobos, em Torres. Esta ilha é uma Unidade de Conservação do ICMBio, onde muitos destes animais repousam e buscam alimento.

Quando um desses animais é avistado na praia, o correto é manter distância e evitar a aproximação de animais domésticos para prevenir perigos mútuos, como estresse ao animal e, consequentemente, tentativa de defesa dele, bem como transmissão de possíveis doenças, além de ferimentos. Lembre-se também de que não se deve alimentar o animal nem tentar movê-lo ou forçá-lo a entrar na água.

Mantendo uma distância segura, acione o PMP-BP (Projeto de Monitoramento de Praias) do CECLIMAR pelo whats (51) 33081263, enviando data, hora, município, foto do animal e a localização atual de onde ele foi avistado.

Gostou de saber mais sobre o Gordo? Então curte, comenta e compartilha com teus amigos!

Autora: Izabel Fantinel Silvano

#divulgaçãocientífica #museusdeciências #mucin #ceclimar #leão-marinho #museus
Filo Porifera Os integrantes do Filo Porifera sã Filo Porifera

Os integrantes do Filo Porifera são conhecidos como esponjas marinhas ou de água doce. São animais sésseis (fixos ao substrato) e bentônicos, multicelulares, sem tecidos verdadeiros ou sistema nervoso. Possuem ósculo (saída de água), porócitos (entrada), átrio (cavidade central), espículas para sustentação (de sílica, calcário ou espongina) e coanócitos (células flageladas que capturam alimentos).

São divididos em 4 Classes: Calcarea: exclusivamente marinhas, com espículas calcárias; Demospongiae: grupo mais diverso, em água doce e marinha; Hexactinellida: esponjas-de-vidro de águas profundas, com espículas silicosas de seis raios; Homoscleromorpha: grupo com características distintas, anteriormente classificado em Demospongiae.

A maioria é filtradora/suspensívora, gerando correntes de água para reter partículas e bactérias através dos coanócitos. Existem esponjas carnívoras (Família Cladorhizidae) de águas profundas, que capturam microcrustáceos com filamentos colantes e os digerem externamente. A reprodução pode ser sexuada (com liberação de gametas e formação de larva livre-natante) ou assexuada (por brotamento, gemulação ou fragmentação).

Produzem compostos bioativos para defesa e proteção. Essas substâncias são fontes para fármacos, como o Acyclovir (extraído de Tectytethya crypta). Compostos encontrados em esponjas são utilizados em medicamentos contra câncer, malária e HIV e até em cosméticos! Também servem de abrigo para peixes, crustáceos e moluscos.

Suas principais ameaças são a poluição, coletas excessivas, destruição de habitat e o aquecimento global (que causa acidificação e branqueamento dos recifes). Destaca-se ainda a invasão do Coral-sol (Tubastraea spp.) (trazido por plataformas de petróleo e navios), que compete por espaço e sufoca as esponjas nativas, diminui a oferta de alimento e abrigo para outros animais e impede o desenvolvimento de larvas.

No acervo do MUCIN temos esponjas em exposição e mais de 580 lotes na Coleção Científica de Porifera.

Gostou? Siga os projetos LABIMAR e BIOICOS! Curta e compartilhe!

Autora: Ana Paula Alves Adami

#divulgaçãocientífica #museus #mucin #ceclimar #esponjas Porifera litoralnorters
Alguma vez você esteve passeando pela beira da pr Alguma vez você esteve passeando pela beira da praia e encontrou uma carcaça?

Hoje vamos te explicar por que esses animais não recolhidos são importantes para o ecossistema e o que é a mancha azul que muitas vezes enxergamos em seus corpos.

Apesar do mau cheiro incômodo, as carcaças são um ponto importante para o equilíbrio do ecossistema como parte do ciclo da vida, servindo de alimento para animais necrófagos, que são justamente os que se alimentam de outros animais mortos. Além da importância para a alimentação desses animais, as carcaças em decomposição também liberam carbono e nitrogênio, que vão servir de nutriente para as plantas e microrganismos do ambiente.

Mas afinal, o que é a mancha azul? 

Essa tinta azul atóxica é um meio utilizado nos monitoramentos feitos pelo CECLIMAR para que o mesmo animal não seja registrado mais de uma vez, assim sabemos que ele já foi visto anteriormente. A praia é um ambiente dinâmico e que muda com certa frequência, então entre um monitoramento e outro, pode ser que o corpo seja movido pela água ou até mesmo pelos animais que estavam se alimentando dele. 

Então lembre-se, quando estiver na praia e avistar uma carcaça com tinta azul, não mexa e nem se preocupe, pois a mesma já foi conferida e está ali por um motivo, contribuindo para a sobrevivência de outros seres vivos!

Gostou de saber mais sobre esse assunto? Então curte, comenta e compartilha com teus amigos!

Autora: Izabel Fantinel Silvano

#divulgaçãocientífica #museus #museusdeciências #mucin #ceclimar #carcaças #litoralnorters
Sabia que as aves são dinossauros? Para entender Sabia que as aves são dinossauros?

Para entender essa relação, a ciência utiliza classificações monofiléticas, que agrupam organismos com base em um ancestral comum exclusivo. Grupos parafiléticos (que excluem descendentes) e polifiléticos (que não são baseados em ancestralidade e somente em algumas características em comum) são evitados por serem arbitrários.

Pela classificação monofilética, as aves são dinossauros porque descendem diretamente deles!

Acompanhe esta viagem na linha do tempo até as aves atuais! Vamos encontrar os principais grupos que se divergem ao longo do caminho:

•	Lepidosauria: lagartos, serpentes e tuataras.
•	Testudines: tartarugas e jabutis (mais próximos dos arcossauros do que dos lepidossauros).
•	Archosauria & Suchia: linhagens que incluem crocodilos e jacarés.
•	Pterosauria: embora altamente associados com dinossauros, os pterosauros não são dinossauros e evoluíram o voo de forma independente.
•	Dinosauria (a partir de agora, todos são considerados dinossauros!):

Ornithischia ("quadril de ave") - grupo composto majoritariamente por linhagens herbívoras especializadas como Triceratops e estegossauros. 

Saurischia ("quadril de lagarto") - linhagem altamente diversa que inclui: Sauropodomorpha: gigantes de pescoço longo, adaptados à vida herbívora; Theropoda: grupo onde a maioria dos dinossauros mais famosos estão! - eram predadores bípedes que diversificaram suas dietas ao longo da evolução (incluindo formas carnívoras, onívoras e herbívoras), incluem Tyrannosaurus, Spinosaurus e os Dromaeosauridae, como o Velociraptor.

Avanços nos terápodes, como penas, metabolismo acelerado e crescimento rápido, entre outros, foram a base para o voo e a sobrevivência das aves após a grande extinção do Cretáceo e deram origem às aves modernas!

Após a extinção dos outros dinossauros, as aves se diversificaram e ocuparam diversos ambientes. Venha conhecer a diversidade dos dinossauros modernos no MUCIN!

Gostou da viagem no tempo? Então curte, comenta e compartilha!

Autor: João Pedro da Silva Rocha
Revisão: Guilherme Tavares Nunes

#divulgaçãocientífica #museus #museusdeciências #mucin #ceclimar aves dinossauros litoralnorters
A equipe do MUCIN - CECLIMAR fez o registro de vá A equipe do MUCIN - CECLIMAR fez o registro de várias baleias-franca hoje (04/09) em Imbé e Tramandaí! A baleia-franca-austral (Eubalaena australis) é uma espécie migratória que sai de regiões geladas próximas à Antártica, onde se alimenta durante o verão, para se reproduzir em lugares mais quentes no inverno. Os estados do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina são áreas históricas para as fêmeas darem à luz no Brasil. Imagens: Lucas Morates
Os moluscos pertencem ao Filo Mollusca (do latim m Os moluscos pertencem ao Filo Mollusca (do latim molluscus = "mole") e formam o segundo maior Filo de invertebrados. Vivem em ambientes terrestres e aquáticos (marinhos, estuarinos e de água doce) e incluem animais muito conhecidos, como ostras, lulas, polvos e caramujos. Podem ou não ter concha, possuem hábitos alimentares diversos e reprodução sexuada (dióicos ou monóicos).

Morfologia Externa

•	Cabeça: abriga a boca e estruturas sensoriais.

•	Manto: dobra de tecido que recobre os órgãos e secreta a concha.

•	Concha: proteção rígida de carbonato de cálcio.

•	Massa Visceral: abriga os órgãos internos.

•	Pé: usado para locomoção, fixação ou escavação.

Reprodução & Alimentação
Podem ser dióicos (sexos separados, como a maioria dos bivalves e cefalópodes) ou monóicos (hermafroditas).

Para comer, usam a rádula: uma estrutura bucal similar a uma língua com dentes para raspar alimentos. A exceção são os bivalves, que não têm rádula. Muitos deles são filtradores (suspensívoros ou depositívoros).

Você já viu um dragão-azul na praia? 🐉
Muitos o confundem com água-viva, mas ele é um nudibrânquio ("brânquias nuas") — uma lesma-do-mar gelatinosa e de cores vibrantes. Carnívoro, ele retém as toxinas de suas presas. Chega a apenas 3 cm, mas sua ferroada paralisa presas 300 vezes maiores! Quando aparecem na areia, foram trazidos por correntes ou temporais e acabam desidratando sob o sol.

A Importância das Conchas
Além de proteger contra predadores, o cultivo de ostras e mexilhões é importante para a economia. As conchas de moluscos influenciam seus ambientes, seja criando (recifes de corais através do cálcio) ou modificando habitats para outros organismos. No Brasil, vender conchas da fauna silvestre sem autorização é crime ambiental (Lei nº 9.605/1998). Compreender o papel ecológico dos moluscos reforça a necessidade de sua conservação! 

A coleção do MUCIN conta com mais de 3.000 lotes de moluscos. Venha conhecer nossa exposição!

Curtiu aprender mais? Então curte, comenta e compartilha!

Autora: Ana Paula Alves Adami

#divulgaçãocientífica #museus #museusdeciências #mucin #ceclimar moluscos litoralnorters
Homologia dos membros anteriores de tetrápodes ma Homologia dos membros anteriores de tetrápodes marinhos

O que são tetrápodes? A palavra tetrápode deriva do grego (“quatro pés”). O grupo compreende todos os vertebrados com exceção dos peixes: anfíbios, répteis, aves e mamíferos. O nome Tetrapoda refere-se à descendência de um ancestral com um par de membros anteriores e um posterior. Animais que perderam membros na evolução também são incluídos, como as serpentes.

O que é homologia? Na biologia, homologia refere-se a similaridades anatômicas, genéticas ou comportamentais oriundas de uma mesma origem. Antes da teoria da evolução, anatomistas já notavam isso. O naturalista Etienne Geoffroy Saint-Hilaire introduziu o critério posicional: a posição relativa e a conexão das estruturas importam mais que sua função ou aparência.

Homologia na Embriologia! Além da anatomia comparada, a homologia é essencial nos estudos embriológicos. Espécies diferentes possuem formas embrionárias iniciais muito similares, que se distinguem no desenvolvimento. Estruturas ósseas ausentes em adultos surgem no embrião e depois se fusionam ou desaparecem.
Com a teoria da evolução de Charles Darwin, essas similaridades ganharam novo significado: ancestralidade comum. A partir de uma mesma arquitetura óssea dos membros anteriores, vários tetrápodes se adaptaram ao ambiente aquático desenvolvendo nadadeiras. Elas surgiram de maneira análoga em aves, répteis e mamíferos (o que explica suas diferenças), mas mantêm homologia óssea por compartilharem um ancestral em comum!

No MUCIN possuímos um espaço dedicado a este assunto! Vem conferir! 

Autor: João Pedro da Silva Rocha

#divulgaçãocientífica #museus #museusdeciências #mucin #ceclimar #tetrapodesmarinhos #homologia
Oportunidade de bolsa no MUCIN! Estamos com edita Oportunidade de bolsa no MUCIN!

Estamos com editais abertos para 3 vagas de bolsa para o setor educativo do Museu: 2 bolsas de extensão e 1 bolsa benefício PRAE.

Os editais estão disponíveis nas notícias do nosso site: www.ufrgs.br/mucin

Valor das bolsas: R$700,00

Vigência: Extensão - 03/2027 e PRAE - 06/2027

Leia atentamente aos editais e envie sua candidatura!
31/07 Dia da Baleia-franca ❤️ 31/07 Dia da Baleia-franca ❤️
Dia Mundial dos Oceanos, todos nós dependemos del Dia Mundial dos Oceanos, todos nós dependemos dele! 

#DiaMundialDosOceanos #MuseuDeCienciasNaturais #MUCIN #VidaMarinha
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Manhã das 08:30 às 11:30
Tarde das 14:00 às 17:00

Sábados
Tarde das 14:30 às 17:30

 

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Estudante: R$ 5,00
Adultos a partir de 60 anos: Isento
Professores: Meia entrada com a Carteira Nacional Docente do Brasil
Crianças até 06 anos: Isento
Pessoa com deficiência: Isento

 

*Pagamento em dinheiro ou pix.

 

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