Carga horária: 30 horas
Créditos: 02
Ementa:
Apresentar o projeto de pesquisa que fundamentará a dissertação de mestrado. Desenvolver a análise crítica da metodologia científica através da assistência às apresentações públicas e das discussões dos projetos de dissertação. Apresentar o projeto de dissertação, submetendo-se à arguição de colegas e professores. Discutir o desenho do estudo face aos objetivos propostos. Discutir o desenho do estudo face aos objetivos propostos. Participar da assistência a defesas públicas de teses e dissertações, registrando a descrição de tópicos relevantes para a discussão do projeto, tais como: justificativa, material e métodos, resultados, discussão, aspectos éticos, conclusões, argüição da banca examinadora e apresentação.
Bibliografia:
1) Szklo, M. & Nieto, F.J. Epidemiology: beyond de basics. Maryland: Aspen, 2000.
2) Hulley, SB, Cummings SR, Browner WS, Grady D, Hearst N, Newman TB. Delineando a Pesquisa Clínica, Uma
abordagem Epistemológica. 2a. Ed., Porto Alegre: ArtMed, 2003.
3) Friedman LM, Furberg CD, DMets DL. Fundamentals of Clinical Trials. New York: Springer, 1998.
4) Breslow NE &Day NE. Statistical Methods in Cancer Research. Volume II – The Design and Analysis os Cohort Studies.
Lyon: IARC Scientific Publications, 1987.
5) Bailar III JC & Mosteller F. Medical Uses of Statistics. 2ed. Boston: NEJM Books, 1992.
6) Consosrt-statement (ver site).
7) Schlesselman JJ. Case-control studies: Design, Conduct, Analysis.Oxford: Oxford University Press, 1982.
Carga horária: 45 horas
Créditos: 03
Ementa:
Estudos de Utilização de Medicamentos: conceito, objetivos, classificação, métodos aplicados em estudos descritivos. Planejamento de estudos com delineamentos: transversal, prevalência, coorte, quase-experimento e ecológicos. Protocolo de pesquisa. Busca das evidências. Instrumentos de coleta de dados. Amostragem. Seleção e treinamento de pesquisadores de campo. Execução do estudo-piloto. Coleta de dados. Controle de qualidade. Gerenciamento.
Bibliografia:
1) FLETCHER, RH.; FLETCHER, SW.; FLETCHER, GS. Epidemiologia clínica. 5. ed. Porto Alegre: Artmed, 2014. 296p.
2) Gomes MM (ed). Medicina Baseada em Evidências: Princípios e Práticas. 2ª Ed. São Paulo: Reichmann & Autores, 2006.
3) HULLEY, S. B. et al. Delineando a pesquisa clínica. 4. ed. Porto Alegre: Artmed, 2015. 400 p.
4) Medronho RA. Epidemiologia. 2ª Ed.Atheneu. São Paulo. 2008.
5) Szklo M & Nieto FJ. Epidemiology, beyond the basics. Burlington MA: Johnes & Bartlett Learning, 2014.5.
Carga horária: 30 horas
Créditos: 02
Ementa:
Farmacovigilância: definições, classificação e mecanismos de produção das reações adversas a medicamentos, causalidade, algoritmos, métodos em Farmacovigilância. Desvios de qualidade. Farmacovigilância no Brasil.
Bibliografia:
1) Aronson, J.K. (Ed.) Meyler’s Side Effects of Drugs. 15.ed. Amsterdam: Elsevier, 2006.
2) Laporte, J.R; Tognoni, G. Principios de Epidemiologia del Medicamento. 2.ed. Barcelona:Masson; 1993.
3) FLETCHER, R. H.; FLETCHER, S. W.; FLETCHER, G. S. Epidemiologia clínica. 5. ed. Porto Alegre: Artmed, 2014. 296p.
4) Heineck, I; Camargo, AL; Ferreira MBC. Reações Adversas a Medicamentos. In: Fuchs, F. D.; Wannmacher, L.; Ferreira, M. B. C. Farmacologia Clínica: fundamentos da terapêutica racional. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010.
Carga horária: 15 horas
Créditos: 01
Ementa:
Segurança no uso de medicamentos. Erros de Medicação: definições, sistema de utilização de medicamentos, tipos, causas e prevenção de erros de medicação.
Bibliografia:
1) Cousins, DDM (ED) Medication Use: a systems approach to reducing errors. Join Commission on Accreditation of Healthcare Organizations, 1998.p.143.
2) WACHTER, R. M. Compreendendo a segurança do paciente. 2. ed. Porto Alegre: AMGH, 2013. 500 p. (Lange).
3) Cassiani SHB. A Segurança dos Pacientes na Utilização da Medicação São Paulo: Artes Médicas, 2004. 150p.
Carga horária: 30 horas
Créditos: 02
Ementa:
Avaliação de tecnologias em saúde: definição, objetivo, etapas da ATS, produtos em ATS, análise crítica dos estudos em ATS.
Bibliografia:
1) Brasil. Ministério da Saúde, Secretaria de Ciência e Tecnologia e Insumos Estratégicos. Departamento de Ciência e Tecnologia. Diretrizes Metodológicas para Elaboração de Pareceres Técnico-científicos para o Ministério da Saúde. Brasília: Ministério da Saúde, 2007.
2) Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Ciência e Tecnologia e Insumos Estratégicos. Avaliação de tecnologias em saúde. Brasília: Ministério da Saúde, 2011.
3) Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Ciência e Tecnologia. Insumos Estratégicos. Avaliação de Tecnologias em Saúde: institucionalização das ações no Ministério da Saúde [Health technology assessment: institutionalization of actions in the brazilian Ministry of Health]. Rev Saude Publica = J Public Health. 2006;40(4):743-7.
4) Ministério da Saúde. Consolidação da área de avaliação de tecnologias em saúde no Brasil [Consolidation of health technology assessment in Brazil]. Rev Saude Publica = J Public Health. 2010; 44(2): 381-3.
5) NITA, Marcelo Eidi; et al. Avaliação de Tecnologias em Saúde: evidência clínica, análise econômica e análise de decisão. Porto Alegre: Artmed, 2010. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos. Departamento de Ciência e Tecnologia. Diretrizes metodológicas: estudos de avaliação econômica de tecnologias em saúde. Brasília: Ministério da Saúde; 2013.
Carga horária: 30 horas
Créditos: 02
Ementa:
Revisão da Farmacoterapia. Problemas identificados durante a revisão da farmacoterapia. Adesão à farmacoterapia: conceito, métodos de aferição, impacto clínico e econômico da não adesão, fatores que afetam a adesão à farmacoterapia, estratégias para melhorar a adesão.
Bibliografia:
1) Fletcher RH, Fletcher SW, Wagner EH. Epidemiologia Clínica. Elementos Essenciais. 5a Ed. (Trad) Porto Alegre: Artes Médicas, 2014.
2) Oliboni LS, Castro MS. Adesão à farmacoterapia, que universo é esse? Uma revisão narrativa. Clin Biomed Res. 2018; 38(2):178-95.
3) Correr CJ, Otuki MF. A prática farmacêutica na farmácia comunitária. Porto Alegre: Artmed; 2013.
4) Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos. Departamento de Ciência e Tecnologia. Síntese de evidências para políticas de saúde: adesão ao tratamento medicamentoso por pacientes portadores de doenças crônicas / Ministério da Saúde, Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos, Departamento de Ciência e Tecnologia. Brasília: Ministério da Saúde, 2016.
5) Conselho Federal de Farmácia. Serviços farmacêuticos diretamente destinados ao paciente, à família e à comunidade: contextualização e arcabouço conceitual / Conselho Federal de Farmácia. ? Brasília: Conselho Federal de Farmácia, 2016. 200 p.: il.
6) Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção Primária à Saúde. Departamento de Promoção da Saúde. Cuidado Farmacêutico na Atenção Básica: aplicação do método clínico / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção Primária à Saúde, Departamento de Promoção da Saúde. ? Brasília: Ministério da Saúde, 2020. 5 v.: il.
Carga horária: 30 horas
Créditos: 02
Ementa:
Eixos de delineamento de pesquisa. Delineamento de pesquisa. Medidas de efeito e associação. Erros aleatórios e sistemáticos.
Bibliografia:
1) Fletcher RH, Fletcher SW, Wagner EH. Epidemiologia Clínica. Elementos Essenciais. 3a Ed. (Trad) Porto Alegre: Artes Médicas, 1996.
2) Hulley, S.B.; Cummings, S.R.; Browner, W.S.; Grady, D; Hearst, N. Delineando a Pesquisa Clínica. Uma abordagem epidemiológica. 3.Ed. Porto Alegre. Artmed, 2008.
3) WHO Collaborating Center, University of Pittsburgh. Supercourse. Epidemiology, Internet, Global Health. Disponível em: http://www.pitt.edu/~super1/
4)Schoenbach VJ. Understanding the fundamentals of epidemiology: an evolving text. Disponível em: http://www.epidemiolog.net/
Carga horária: 30 horas
Créditos: 02
Ementa:
Abordagem referente à construção da Farmácia Clínica, bem como seus conceitos. Importância da aplicação das variáveis farmacocinéticas na Farmácia Clínica. Análise de estudos científicos, artigos de revisão e interpretação de casos clínicos inseridos na filosofia de atuação do farmacêutico clínico e do modelo de prática voltado ao Cuidado Farmacêutico.
Bibliografia:
1) DI PIRO, J.T.; TALBERT, R.L.; YEE, G.C.; MATZKE, G.R.; WELLS, P.G.; POSEY, L.M. (ed) ? Pharmacotherapy: A Pathophysiologic approach. 6.ed. New York, McGraw-Hill, 2005.
2) Sociedad Americana de Farmaceuticos de Hospital. Técnicas Básicas para el Ejercicio de la Farmacia Clínica. Madrid, Bock, 1991. p. 251-285.
3) AMERICAN COLLEGE OF PHYSICIANS, AMERICAN SOCIETY OF INTERNAL MEDICINE. Pharmacist Scope of Practice. Ann Intern Med, v. 136,p. 79-85, 2002.
4) Beney J, Bero LA, Bond C. Expanding the roles of outpatient pharmacists: effects on health services utilization, costs, and patient outcomes(Cochrane review). In: The Cochrane Library, Issue 2, 2004. Oxford: Update software.
5) CANADIAN PHARMACISTS ASSOCIATION; CANADIAN MEDICAL ASSOCIATION. Declaración conjunta. Aproximación a la elevación de la calidad del tratamiento farmacológico. Pharm Care Esp; v.2, p. 264-271. 2000
6) CIPOLLE, R.J; STRAND, L.M; MORLEY, P.C. Pharmaceutical care practice ? The Clinician?s Guide. 2º Ed. New York: McGraw-Hill, 2004. 394 p.Bibliografia: ISBN 0-07 136259-2.
7) Haynes RB, McDonald H, Garg AX, Montague P. Interventions for helping patients to follow prescriptions for medications (Cochrane review). In: The Cochrane Library, Issue 2, 2004. Oxford: Update software.
8) Hepler CD, Strand LM. Opportunities and responsabilities in the Pharmaceutical care. Am J Hosp Pharm 1990; 47: 533-543.
9) Hepler CD. Issues in implementing Pharmaceutical care. Am J Hosp Pharm 1993; 50:1635- 1641.
10) Holland RW, Nimmo CM. Transitions in pharmacy practice, part 3: Effecting change-the tree-ring circus. Am J Health-Syst Pharm 1999b; 56: 2235- 2241.
11) HURLEY, S.C. A method of documenting pharmaceutical care utilizing pharmaceutical diagnosis. College of Pharmacy, Idaho State Univesity. Disponível em <http:otc.isu.edu/~hurley/phmdrome.pdf>. Acesso em: 26 mai. 2004.
12) Roughead L, Semple S, Vitry A. The value of pharmacist professional services in the community setting: a systematic review of the literature 1990- 2002. University of South Australia. 2003.
13) ROVERS, J.P. et al. (Ed) A Practical Guide to Pharmaceutical Care. 2. ed. Washington: AphA, 2003. Bibliografia: ISBN 1-58212-049-8.
14) Sackett DL, Haynes RB, Guyat GH, Tugwell P. Clinical Epidemiology: a basic science for clinical medicine. 2ª ed. Boston: Little, Brown.1991. p.249-281.
15) WULIJI T, AIRAKSINEN M. Counseling, Concordance and Communication: Innovative Education for Pharmacists. FIP-IPSF, 2005.
16) WIEDENMAYER K, SUMMERS RS, MACKIE CA, GOUS AGS, EVERARD M. Developing pharmacy practice ? A focus on patient care. Geneva,WHO/PSM/PAR/2006.5
17) LONGO, D. L. et al. Medicina interna de Harrison. 18. ed. Porto Alegre: AMGH, 2012. 2 v