Dentre andanças e divagamentos, escutas e ações, as Geringonças Daniele Noal Gai e Victoria Jantsch Kroth, em entrevista à Rádio Universidade da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, mapeiam o trajeto e processo do que é Geringonça.
Colocando em pauta os eixos, trejeitos, geringonçamos sobre o que fazemos, fizemos e faremos, com especial atenção a nossa ética da escuta sensível e de nosso princípio de “ir à escola” trazendo o lúdico como ferramenta de criação de vínculos.
Relatando e remexendo nas ações desde nossa invenção (porque o Geringonça é, sobretudo, um projeto de criação) até o início de nosso quarto semestre de atividades, levantamos os afetos e derrubamos as barreiras do que é ser diferente.
Dentro de diversas narrativas da vivência na vida Geringonça, tomamos da fonte da experiência com o inusitado e periférico uma força de vontade que nos impulsiona a sempre ir além. Entre situações de luto, luta e ludicidade, pegamos em andanças e jornadas a escolas como a EMEF Rincão, em Porto Alegre, e a EMEF Rui Barbosa, de Nova Santa Rita, impulsionamentos à desconstrução e potencialização da existência tanto da comunidade quanto do indivíduo, proporcionando exercícios de reflexão, seja por diálogo, atividades com o corpo ou até mesmo com o simples brincar.
Tal é a vivência Geringonça, tal são as Pedagogias da Diferença.
![Projeto Geringonça [Pedagogias da Diferença. Ecologias da Vida]](https://www.ufrgs.br/projetogeringonca/wp-content/uploads/2023/03/25.png)