Emails:
Notifique o TRI, através do endereço de e-mail: “fraudes@ufrgs.br”Incluindo no email o cabeçalho completo da mensagem suspeita.
Veja no FAQ abaixo, como obter o cabeçalho completo de uma mensagem.
O cabeçalho de um email contém informações importantes que nos ajudam a verificar se uma mensagem é falsa, determinar sua origem, encontrar os responsáveis.
Por ser uma informação técnica, o cabeçalho não fica visível para o usuário. Os meios de acessá-lo dependem do seu cliente de e-mail (o programa que você usa para ver os seus e-mails, como o Chasque ou Outlook).
Confira aqui como obter o cabeçalho para os clientes de e-mail mais utilizados.
Uso da rede da UFRGS:
Você deve entrar em contato com a Central de Serviços de TI,
através do Catálogo de Serviços em: https://catalogoti.ufrgs.br.
Um site que foi bloqueado pelo TRI provavelmente hospeda algum tipo de conteúdo malicioso que pode ser nocivo ao seu dispositivo. Se mesmo assim você precisa acessar um site bloqueado, entre em contato com o TRI para que possamos tentar ajudar. Para isso, preencha os campos fornecidos na tela de bloqueio (usuário e motivo pelo qual o acesso é necessário).
Perguntas gerais sobre segurança:
Existem várias formas de verificar se um site é seguro, abaixo temos boas dicas, porém, se ficar na dúvida, não forneça nenhum dado ou realize compras ou algo que precise informar dados pessoais ou bancários.
1. Sempre verifique o domínio
O nome do domínio ajuda a identificar se um site é falso. Como não é possível usar o mesmo endereço do original, os golpistas criam algo semelhante no intuito de enganar um usuário desavisado.
Por isso, sempre verifique o nome do domínio antes de realizar qualquer ação. Os sites falsos costumam ter algumas diferenças na escrita, como “Faceb00k” em vez de “Facebook”, ou a existência de uma letra a mais na palavra, como “Amazzon”.
2. Procure erros de digitação e designs ruins
Se você encontrou um site com muitos erros de digitação ou designs malfeitos, tome cuidado, ele pode ser falso. Os criminosos costumam cometer erros básicos na escrita ou simplesmente criam páginas com layouts ruins.
Isso acontece porque, diferente das páginas de empresas reais, os golpistas dificilmente contam com profissionais especializados na criação de sites, permitindo que eles sejam publicados sem revisões nos textos e interface.
Outro detalhe para ficar de olho é a existência de muitos bugs, pois ao contrário de sites oficiais, que levam em conta a experiência do usuário, os sites falsos não se preocupam em manter uma navegação fluida e bem otimizada, deixando a página lenta e com vários erros.
3. Verifique a idade do domínio
Acessando a ferramenta Whois, presente em muitas plataformas de hospedagem, como o Registro.br, você consegue verificar as informações sobre um determinado site, incluindo o responsável por ele.
4. Procure o cadeado HTTPS
O protocolo HTTPS é uma camada extra de segurança presente em sites que permitem login, recebem pagamentos ou informações sigilosas. Essa tecnologia, representada por um pequeno cadeado na barra de endereços, indica se a conexão entre o dispositivo e o servidor é segura.
5. Use a ferramenta de status do Google
O Google tem uma ferramenta que permite verificar a autenticidade de um site. Acessando o “Status do site no Navegação segura” e inserindo a URL no campo indicado, é possível identificar se uma página contém elementos perigosos que podem comprometer a segurança do usuário.
6. Recorra ao Posso Confiar
Criado pela Axur, empresa especializada em monitoramento de riscos e ameaças digitais, a plataforma Posso Confiar fornecer informações sobre a confiabilidade de um site, avaliando diversos fatores importantes, incluindo histórico de segurança, malwares e atividades de phishing.
7. Desconfie de propostas absurdas
Encontrou um site com proposta de dinheiro fácil? Desconfie! Os criminosos costumam atrair a atenção das pessoas com ofertas do tipo, tanto em páginas da web quanto em redes sociais, prometendo valores altos após o pagamento de uma determinada quantia.
Esse tipo de golpe também ocorre em lojas online, onde os fraudadores criam anúncios de produtos com preços muito abaixo do normal. No entanto, após fazer um pagamento ou cadastrar as informações bancárias, o usuário sofre um golpe ou recebe um produto de qualidade inferior.
8. Cuidado com os selos de segurança
Lojas online exibem selos de segurança no rodapé da página que comprovam que o site foi verificado por empresas especializadas do setor, como McAfee, Norton e GeoTrust.
No entanto, esses selos podem ser falsificados para enganar o usuário. Em lojas que aplicam golpes, os criminosos adicionam uma imagem para simular a existência dos selos, enganando facilmente um comprador desavisado.
Felizmente, é possível checar a veracidade: basta clicar sobre a imagem — os verdadeiros selos mostram informações a respeito da empresa que o disponibilizou e sobre a confiabilidade do comércio. Em casos de falsificação, esse selo não é clicável.
Notifique o TRI, pelo Catálogo de TI ou pelo email tri@ufrgs.br,
descrevendo os detalhes do incidente e passando informações para contato.
Desconecte o seu dispositivo da rede e entre em contato com o
responsável de TI da sua Unidade.
Se sua Unidade não tiver um Responsável de TI, abra um
atendimento na Central de Serviços de TI, através do Catálogo de Serviços.
A segurança de seu computador depende principalmente de boas práticas de uso. Além disso, existem cuidados referentes à manutenção da sua máquina que dificultam o acesso de malwares e outras ameaças. Entre eles, estão:
- Manter o sistema operacional e aplicativos sempre atualizados;
- Use sempre senhas fortes para acessar suas contas;
- Fazer backups periodicamente dos seus dados;
- Faça downloads de arquivos apenas de sites confiáveis;
Para mais orientações, visite essa página.
Malware é um termo genérico para qualquer tipo de software malicioso (vírus), projetado para prejudicar ou explorar qualquer dispositivo, serviço ou rede programável. Os criminosos cibernéticos costumam usá-lo para extrair dados que podem ser utilizados das vítimas para obter ganhos financeiros. Eles vão de dados financeiros, registros médicos a e-mails e senhas pessoais – as possibilidades de que tipo de informação pode ser comprometida se tornaram infinitas.
Alguns exemplos de Malware são:
Ransomwares, Scarewares, Worms, Spywares, Cavalos de Troia, Adwares, entre outros.
Phishing são e-mails ou websites falsos com a intenção de obter dados pessoais de suas vítimas, tais como senhas, contas bancárias, etc. Eles vêm disfarçados como contato de organizações legítimas, como bancos e universidades, sempre dizendo que houve algum problema e pedindo informações sobre sua conta.
Para evitá-los, verifique sempre a URL (o endereço da página) para a qual você foi redirecionado. A mensagem pode parecer legítima, mas o endereço será diferente do oficial. No caso de e-mails, procure nunca baixar anexos de mensagens não solicitadas e evite informar dados pessoais.
Para mais informações sobre phishing, visite essa página.
Uma boa senha é composta por letras maiúsculas e minúsculas, números e caracteres especiais com no mínimo oito dígitos. Não use seu nome, o nome da sua conta ou outras informações pessoais de fácil acesso. Além disso, é importante trocar sua senha periodicamente.
Para mais informações sobre como criar uma boa senha, veja esse guia.
Segurança de dados:
Não é de hoje que mentiras são divulgadas como verdades, mas foi com o advento das redes sociais que esse tipo de publicação popularizou-se. A imprensa internacional começou a usar com mais frequência o termo fake news durante a eleição de 2016 nos Estados Unidos, na qual Donald Trump tornou-se presidente. Fake news é um termo em inglês e é usado para referir-se a falsas informações divulgadas, principalmente, em redes sociais.
Na época em que Trump foi eleito, algumas empresas especializadas identificaram uma série de sites com conteúdo duvidoso. A maioria das notícias divulgadas por esses sites explorava conteúdos sensacionalistas, envolvendo, em alguns casos, personalidades importantes, como a adversária de Trump, Hillary Clinton.