| Horário | Segunda 10/11 | Terça 11/11 | Quarta 12/11 | Quinta 13/11 | Sexta 14/11 |
| 08:00 | GTs Online e Presenciais | GTs Online e Presenciais | GTs Online e Presenciais | GTs Online e Presenciais | GTs Online e Presenciais |
| 09:00 | |||||
| 10:00 | |||||
| 11:00 | |||||
| 12:00 | Intervalo | ||||
| 13:00 | Abertura da Mostra Visual | OF01 OF03 | MC01 OF02 OF04 | OF05 (Sessão 01) | OF05 (Sessão 02) |
| 14:00 | |||||
| 15:00 | |||||
| 16:00 | Futuros possíveis e resistência indígena (Sala Pantheon) | Ações sociais e o futuro pós-enchente (Sala Pantheon) | Raça e Branquitude (Sala Pantheon) | Resiliência na Pesquisa (Sala Pantheon) | Catástrofe Climática e Resiliências (Sala Pantheon) |
| 17:00 | |||||
| 18:00 | Lançamento de livros | ||||
| 19:00 | Confraternização de encerramento | ||||
| 20:00 | |||||
| 21:00 | |||||
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Lançamento de livros – Sala 209 do prédio 43322 (sala de aula do PPGAS)
Precursoras da Antropologia Visual: mulheres em campo
Organizadoras: Fabiene Gama, Débora Wobeto e Luisa Godoy Pitanga
Editora: Intermeios
Ano: 2025
A coletânea Precursoras da Antropologia Visual: Mulheres em campo organizada pela Profa. Dra. Fabiene Gama (PPGAS/UFRGS), pela Dra. Débora Wobeto (PPGAS/UFRGS) e pela Me. Luisa Pitanga (PPGAS/UFRGS) reúne contribuições de pesquisadoras que analisam a trajetória e produção imagética de caráter etnográfico de mulheres que viajaram pelo país no início do século XX. Esta coletânea é fruto de pesquisas de docentes e estudantes de graduação e pós-graduação vinculadas a universidades no Brasil e no exterior. Os trabalhos foram reunidos no âmbito do projeto Antropologia, Fotografia e Patrimônio Imaterial no Brasil: uma perspectiva de gênero, coordenado por Fabiene Gama na UFRGS e financiado pela FAPERGS. O projeto mapeia, sistematiza e analisa contribuições de mulheres ao campo da Antropologia Visual no país no período anterior a sua institucionalização. Além disso, fomenta e estimula os debates sobre os impactos do gênero na produção científica realizada por mulheres.


Mesas Redondas – Auditório Pantheon (prédio 43322)
Mesa Redonda 01 – Futuros possíveis e resistência indígena
Debate: Walderes Coctá-Priprá de Almeida (USP)
Mediadição: Eduarda Heineck Fernandes (UFRGS)

Walderes Coctá-Priprá de Almeida Possui graduação em Licenciatura Intercultural Indígena pela Universidade Federal de Santa Catarina(2015), graduação em Letras – Português/Espanhol pelo Centro Universitário Leonardo da Vinci(2008) e mestrado em Programa de pós graduação em história pela Universidade Federal de Santa Catarina(2021). Atualmente é do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Tem experiência na área de Educação, com ênfase em Educação Indígena. Atuando principalmente nos seguintes temas: Território, Memória e História do Povo Laklãnõ no.

Eduarda Heineck Fernandes é cientista social pela UFRGS e mestranda em Antropologia Social na mesma instituição. Integra o NIT e o NACi (PPGAS/UFRGS), onde desenvolve pesquisas em etnologia indígena, com foco nas retomadas de terra.

Mesa Redonda 02 – Ações sociais e o futuro pós-enchente
Debate: Eduardo Dullo (UFRGS) e Tiago Santos (Coletivo Abrigo)
Mediadição: Gabriel Cortezi (UFRGS)

Eduardo Dullo é Professor adjunto do Departamento de Antropologia e do PPGAS da UFRGS, coordenador do LAPSO – Antropologia da Moral e da Política, pesquisador do Núcleo de Estudos da Religião (NER), editor-chefe da Revista Debates do NER (desde 2017). Doutor (2013) em Antropologia Social pelo Museu Nacional/UFRJ, desenvolveu pesquisa de pós-doutorado junto ao Departamento de Antropologia da USP (2013-2016) como bolsista FAPESP. Foi Visiting Scholar no Departamento de Antropologia Social da University of Cambridge (2015) e da University of Edinburgh (2019), e 2015 Fellow do Institute for Critical Social Inquiry da New School for Social Research (NY). Em 2021 co-organizou, com Katerina Hatzikidi, A Horizon of (Im)possibilities: A Chronicle of Brazil’s Conservative Turn, pela University of London Press. Possui como foco de interesse os processos de produção de subjetividades em suas dimensões ético-políticas e religiosas, com atenção voltada para políticas educacionais e de aprendizagem não-formal, tanto historicamente (com pesquisa em arquivos) quanto no presente (etnográfico). Atualmente desenvolve pesquisa sobre como ações sociais religiosas produzem impacto e transformação nas perspectivas de futuro entre moradores de bairros periféricos, com foco na juventude, e na produção de novos imaginários políticos de futuro em regimes democráticos.

Tiago Santos é bacharel em Teologia (EST), mestre em Educação (PUCRS) e diretor do Coletivo Abrigo, uma organização dedicada à promoção dos Direitos Humanos e ao desenvolvimento integral de comunidades periféricas e territórios conflagrados em Porto Alegre e região metropolitana. Em 2024 foi embaixador da Brazil Conference nas universidades de Harvard e MIT, nos EUA.

Gabriel Cortezi é mestrando em Antropologia Social no Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da UFRGS. Integra os grupos: GEETRANS; Arte, política e experimentação etnográfica; NAVISUAL; e LAPSO. Desenvolve pesquisas sobre poéticas, políticas e sensibilidades que atravessam as imagens, o gênero e a sexualidade.

Mesa Redonda 03 – Raça e branquitude
Debate: Luciana Garcia de Mello (UFRGS) e Mari Cristina de Freitas Fagundes (UFPel)
Mediação: Mariana Pinheiro de Souza (UFRGS)

Luciana Garcia de Mello é professora associada da Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS. Possui título de Doutora em Sociologia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2010) e pela Université de Nice Sophia-Antipolis (2010), possui graduação em Bacharelado e Licenciatura em Ciências Sociais pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2001) e mestrado em Sociologia pela mesma universidade. Realizou estágio de pós-doutorado no Programa de Pós-Graduação em Sociologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. É lider dos grupos de pesquisa Just – Trabalho e Reconhecimento Social e Baobá – Racismo e Relações Étnico-Raciais, ambos registrados no CNPQ. Integra o Observatório de Gênero e Diversidade da UFPEL. Coordena o Comitê de Pesquisa de Sociologia das Relações Étnico-Raciais da Sociedade Brasileira de Sociologia.É membro da Sociedade Brasileira de Sociologia (SBS), da International Sociological Association (ISA) e da Latin American Studies Association (LASA). Foi coordenadora do Programa de Pós Graduação em Sociologia – UFRGS (2023 – 2025). Foi membro da diretoria da ANPOCS (2022 – 2024) e integrou o Conselho Editorial da Revista PAGU (Unicamp) no mesmo período. Foi Membro da Comissão da Verdade da Escravidão Negra do Rio Grande do Sul. Fez parte da Comissão de Gêneros e Sexualidades da ANPOCS (2021-2022). Tem experiência na área de sociologia, com ênfase em sociologia do racismo e sociologia do trabalho, atuando principalmente nos seguintes temas: racismo, desigualdades raciais, intersecção entre raça, classe e gênero, ação afirmativa

Mari Cristina de Freitas Fagundes é doutora em Sociologia pela Universidade Federal da Paraíba. Mestra em Sociologia pela Universidade Federal de Pelotas. Especialista em Direito Penal e Processual Penal pelo Complexo Educacional Damásio de Jesus. Graduada em Direito pela Faculdade Anhanguera de Pelotas. Professora Adjunta no Centro de Ciências Socio-Organizacionais da Universidade Federal de Pelotas. Professora e coordenadora-adjunta no Programa de Pós-Graduação em Sociologia da Universidade Federal de Pelotas (PPGS/UFPel) Realiza pesquisas empíricas voltadas à Sociologia da Violência e das Relações Raciais, com ênfase nas discussões sobre banquitude e interseccionalidade no campo das políticas públicas. Nesse sentido, dá especial enfoque nas pesquisas qualitativas.

Mariana Pinheiro de Souza é mestranda em Antropologia Social na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Graduada em Tecnologia em Processos Gerenciais pela Universidade Federal de Pelotas (UFPel). Integrante do grupo de pesquisa Baobá – Relações Étnico-Raciais e Racismos (UFRGS). Atualmente, pesquisa e possui interesse sobre a temática das relações étnico-raciais no âmbito das religiões afro-brasileiras no Rio Grande do Sul, articulando conceitos de branquitude, embranquecimento e racismos.

Mesa Redonda 04 – Resiliência na pesquisa
Debate: Maria Elvira Díaz-Benítez (PPGAS/Museu Nacional) e Aline de Moura Rodrigues (UFRGS)
Mediação: Matheus Henrique Dias da Silva (UFRGS)

Maria Elvira Diaz-Benítez é docente no PPGAS/Museu Nacional/UFRJ. Possui graduação em Antropologia – Universidad Nacional de Colombia (1998), mestrado (2005) e doutorado (2009) em Antropologia Social – Museu Nacional/UFRJ. Entre 2010 e 2013 realizou pós-doutorado no Núcleo de Estudos de Gênero PAGU da Universidade Estadual de Campinas com bolsa da Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP). Tem experiência de pesquisa em antropologia urbana, relações étnico raciais, interseccionalidade, pornografia e mais recentemente tem se dedicado a estudos sobre violências de gênero, sexualidade e raça e sobre humilhação social. Foi editora responsável da Revista Mana: Estudos de Antropologia Social entre abril de 2020 a abril de 2025. Atualmente é co-coordenadora do NuSEX (Núcleo de Estudos em Gênero, Sexualidade e Raça) do PPGAS/MN, pesquisadora do GIRO (Grupo de pesquisa em relações étnico-raciais – UFRJ) do CNPq; membro do Conselho Editorial da Editora da UFRJ, diretora da Coleção Kalela de Antropologia da Editora Papéis Selvagens (www.papeisselvagens.com.br), bolsista de produtividade do CNPq e Cientista de Nosso Estado pela FAPERJ.

Aline de Moura Rodrigues, Cientista Social e Mestra em Antropologia Social (PPGAS/UFRGS), faz parte do Coletivo Atinuké – Pensamento de Mulheres Negras e do Instituto Letra Preta. É Consultora acadêmica, pesquisadora e assessora de projetos.

Matheus Henrique Dias da Silva é educador, graduado em Ciências Sociais (PUC-PR), mestre e doutorando em Antropologia Social (PPGAS/UFRGS). Pesquisador vinculado ao Núcleo de Antropologia do Corpo e da Saúde (NUPACS/UFRGS) e do Grupo de Estudos em Deficiência, Sociedade e Cultura (GEDESC/UFRGS/UNIPAMPA).

Mesa Redonda 05 – Catástrofe Climática e Resiliências: Atuações durante a enchente de maio de 2024, a situação atual e perspectivas futuras
Debate: Geisa Farias (Movimento de Atingidos por Barragem -MAB), Suelem Fagundes (Movimento de Atingidos por Barragem -MAB), Fran Rodrigues (Instituto E Se Fosse Você), Erick Dênil (Vereador de Porto Alegre-PCdoB) e Alexandre Peres de Lima (UFRGS e Associação de Estudos com Povos Indígenas e Minoritários – AEPIM)
Mediação: Adilson Silva da Silva (UFRGS)

Geisa Farias é militante do Movimento de Atingidos por Barragem (MAB) desde 2020. Acompanha grupos de atingidos na Lomba Do Pinheiro, local aonde fica a Barragem Lomba do Sabão, auxiliando coordenadoras locais e fortalecendo o movimento dentro das comunidades.

Suelem Fagundes, 43 anos e mãe solo de um casal. Natural de Rio Grande/RS , e criada em Porto Alegre pela mãe que foi o seu maior exemplo de garra e superação e também foi mãe solo, de 8 filhos. Faz parte do Movimento de Atingidos por Barragem (MAB) há 5 anos, e está como Coordenadora há 1 ano. Atualmente acompanha e ministra reuniões de grupos dentro das comunidades levantando pautas e demandas com relação a moradia, saúde, alimentação, energia, água e gás. Conversando sobre os direitos dos atingidos de moradia digna, direito a alimentação adequada e energia mais barata.

Fran Rodrigues, bacharela em Direito pela UFRGS, ativista e coordenadora do Plantão Colmeia do Instituto E Se Fosse Você?

Erick Dênil, 31 anos, é o vereador mais jovem de Porto Alegre, morador da periferia e atual presidente da Comissão dos Direitos Humanos da Câmara Municipal. Antes de ser vereador atuava como líder comunitário na zona norte e no início da sua trajetória foi líder estudantil participando dos protestos contra o aumento da passagem e em defesa da educação pública.

Alexandre Peres de Lima é Doutor e Mestre em Antropologia Social pelo PPGAS da UFRGS. Bacharel em Ciências Sociais pela UFRGS, e atualmente é acadêmico de Direito nesta mesma universidade; é sócio efetivo da Associação de Estudos com Povos Indígenas e Minoritários – AEPIM; e está em processo de efetivação como membro da Associação Brasileira de Antropologia. Pesquisa temas sobre etnicidade, políticas do reconhecimento, parentesco, e violência estatal junto às comunidades quilombolas, movimentos negros e clubes sociais negros. E tem experiência profissional em laudos e relatórios antropológicos de demarcação território, relatórios de impacto ambiental, e projetos para mitigação de impactos socioambientais de grandes empreendimento

Adilson Silva da Silva é bacharel em Ciências Sociais pela UFRGS, Sociólogo (2013 – 2020). Mestre em antropologia no PPGAS da UFRGS (2020 – 2022). Doutorando em Antropologia no PPGAS da UFRGS (2023). Na graduação foi premiado no salão de ações afirmativas da UFRGS com o prêmio Abdias do nascimento (2014). Sua Dissertação de Mestrado ficou como segundo colocado na modalidade Melhor Dissertação, recebendo o Prêmio Lélia Gonzalez na 34ª RBA – Reunião Brasileira de Antropologia(2024). Atualmente é integrante do Núcleo de Antropologia e Cidadania (NACi) da UFRGS. Foi membro da coordenação da equipe de pesquisadores para a realização de relatório técnico de comunidade quilombola (2022). É membro discente representante na comissão de ações afirmativas do PPGAS/UFRGS. É membro da Representação Discente do PPGAS/UFRGS(2025). Tem experiência na área de Ciências Sociais, com ênfase em Antropologia, priorizando a experiência etnográfica e o debate das relações raciais e atuando nos seguintes temas: Invisibilização, Sociabilidade e Territorialidade negra, catolicismo popular, a África no Brasil e intolerância racial. Atualmente faz pesquisa etnográfica na cidade de Rio Pardo, com o tema relações etnico/raciais,

