Graduação

Graduação

Arquivologia

Apresentação

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A profissão de Arquivista foi regulamentada pelo Decreto nº 82.590 de 06 de novembro de 1978. O Curso de Arquivologia foi criado em 30 de julho de 1999 pela Decisão nº 112/99 do Conselho Universitário da UFRGS, com sua primeira turma de alunos ingressando no ano de 2000. O curso acompanha o processo evolutivo tecnológico da área, dedicando-se à organização e gestão de informação arquivística contida em diferentes suportes. Direciona a formação do aluno para o planejamento e a implementação de arquivos, utilizando técnicas de gestão de documentos eletrônicos, tecnologias para a sua preservação e conservação, microfilmagem e digitalização em sistemas híbridos e as convergências de mídias.
A Comissão de Graduação (COMGRAD) de Arquivologia é composta pelos seguintes membros:

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O curso oferece 30 vagas anuais preenchidas pelos candidatos aprovados no Concurso vestibular da Universidade. Todos os aprovados ingressam no 1º semestre letivo.
O currículo do curso de Arquivologia oferece uma sequência de disciplinas obrigatórias e eletivas, ordenadas por matrículas semestrais, em uma seriação aconselhada. Essas disciplinas compõem um elenco organizado nas áreas de fundamentação geral, habilidades instrumentais e conhecimentos específicos. O curso exige a realização de estágio curricular obrigatório em sua última fase. Seguir a seriação aconselhada é a melhor forma do estudante concluir o curso na duração prevista e evitar problemas em sua matrícula. Créditos Obrigatórios: 113 (1.695 horas) Créditos Eletivos: 16 (240 horas) Créditos Complementares: 9 (135 horas) Estágio em Arquivologia I: 10 créditos convertidos (150 horas) Estágio em Arquivologia II: 10 créditos convertidos (150 horas) Introdução ao Trabalho de Conclusão de Curso: 2 créditos convertidos (30 horas) Trabalho de Conclusão de Curso: 10 créditos (150 horas) Total de créditos para diplomação: 170 Carga horária total do curso: 2550 horas-aula Conclusão aconselhada: 8 semestres Currículo e Súmulas das disciplinas
O Projeto Pedagógico do Curso de Arquivologia foi atualizado em 2014 pela comissão formada pelos professores Jorge Eduardo Enríquez Vivar, Moisés Rockembach, Rafael Port da Rocha, Rodrigo Silva Caxias de Sousa,Valéria Raquel Bertotti e pelos técnicos em assuntos educacionais Anamaria Teixeira da Rosa, Cláudia Pereira Antunes, Joseane Lima, Ludmila Oliveira, juntamente ao representante discente do curso Francisco Alcides Cougo Junior. Projeto Pedagógico do Curso de Arquivologia 2014 Projeto Pedagógico do Curso de Arquivologia 2017 – atualização PDF PDF
O Núcleo Estruturante Docente de Arquivologia é composto pelos seguintes membros:

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Leia o Regimento do Núcleo Estruturante Docente

Biblioteconomia

Apresentação

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A criação do curso de Biblioteconomia data de 1947. Originalmente vinculado à Faculdade de Economia e Administração da Universidade de Porto Alegre (UPA), foi o primeiro do gênero na Região Sul do Brasil, e o sétimo no país. Em 1972, o curso vinculou-se à Fabico. A formação dos profissionais baseia-se em quatro eixos: Fundamentos das Ciências da Informação; Organização e Tratamento da Informação; Recursos e Serviços de Informação; Gestão de Sistemas de Informação. Assim, alinha-se às diretrizes assumidas pelas Escolas de Biblioteconomia dos países do Mercosul.
A Comissão de Graduação (COMGRAD) de Arquivologia é composta pelos seguintes membros:

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O curso oferece 75 vagas anuais preenchidas pelos candidatos aprovados no Concurso Vestibular da Universidade. Os aprovados ingressam no 1º e no 2º semestres letivos.
O currículo do curso de Biblioteconomia abrange uma sequência de disciplinas e atividades, ordenadas por matrículas semestrais, em uma seriação aconselhada. O currículo do curso, composto de disciplinas de caráter obrigatório e por um conjunto de disciplinas de caráter eletivo, deve ser cumprido integralmente pelo aluno a fim de que ele possa qualificar-se para a obtenção do diploma. Seguir a seriação de matrícula aconselhada é a melhor forma do estudante concluir o curso na duração prevista e evitar problemas em sua matrícula. Número de créditos obrigatórios: 114 Número de créditos eletivos: 30 Número de créditos complementares: 12 Número total de créditos para a diplomação: 156 Carga horária total do curso: 2850 horas-aula Conclusão aconselhada: 8 semestres. Currículoe Súmula das Disciplinas
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Projeto PedagógicoO Projeto Pedagógico do Curso de Biblioteconomia foi atualizado em 2012 pela comissão formada pelos professores Me. Glória Isabel Sattamini Ferreira, Dr. Geraldo Ribas Machado, Dr. Rafael Port da Rocha, Dra. Samile Andréa de Souza Vanz, Dra. Sônia Elisa Caregnato e pela técnica em assuntos educacionais Esp. Anamaria Teixeira da Rosa. Projeto Pedagógico do Curso de Biblioteconomia

PROJETO PEDAGÓGICO DE BIBLIOTECONOMIA

Composição

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Guia do Estudante Abril Cultural 2014 – Pontuado com 5 estrelas. Guia do Estudante Abril Cultural 2013 – Pontuado com 4 estrelas.
LEIA O GLOSSÁRIO DE CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO
1 INTRODUÇÃO Este Tesauro constitui-se uma edição preliminar e foi elaborado em virtude da dificuldade de recuperação das informações contidas no então Centro Referencial de Literatura Infantil e Juvenil do Departamento de Ciências da Informação (CERLIJ) identificada por docentes e discentes. Constatou-se a necessidade de um vocabulário controlado para ser utilizado na indexação dos documentos desse acervo. Este instrumento de indexação tem a finalidade de estruturar um vocabulário sobre literatura Infanto-juvenil. Foi elaborado a partir de uma pesquisa desenvolvida por professoras do Departamento de Ciências da Informação (DCI), da área de Organização e Tratamento da Informação, iniciada em 2001, uma vez que este tema é contemplado por esta subárea do Curso de Biblioteconomia. Na primeira etapa da pesquisa procurou-se levantar as linguagens documentárias existentes nessa área específica, sendo que, em nível internacional, somente um instrumento foi localizado – “Tesauro de Literatura Infantil”, do Banco del Libro da OEA – Programa Regional de Desarrollo Cultural. Em nível nacional, não foi encontrado nenhum tesauro nesta área, mas foi examinada a obra “Base de Dados em Literatura Infanto-Juvenil (BADALI)”, coordenada por Else Benetti Marques Válio. Para fins de elaboração deste tesauro foi utilizado o “Manual de Elaboração de Tesauros Monolíngües”, editado pelo IBICT em 1990. Além deste padrão utilizado, foi construída uma metodologia de elaboração interrelacionada com a Teoria Comunicativa da Terminologia. As fontes (obras) norteadoras para a coleta, categorização e definição de termos foram o livro da Profª Vera Aguiar: Era Uma Vez …na Escola (2002) bem como Base de Dados em Literatura Infanto-Juvenil (BADALI) coordenado por Else Benetti Marques Válio e o trabalho de Elizabeth Márcia Martucci e Glória Caitano Rozeti, apresentado no 19° CBBD, realizado em Porto Alegre, no ano de 2000. Além dessas, foram também analisadas obras de literatura infanto-juvenil, nas quais foram coletados traços semânticos necessários para o aperfeiçoamento da construção das definições e categorizações. A categorização utilizada, assim como as definições do glossário, obedeceu estritamente a uma necessidade prática para a construção de um instrumento para indexar documentos, não sendo nosso propósito que esta obra sirva para consulta na área de literatura infanto-juvenil. Com base neste estudo, foram construídas definições para o glossário, adaptadas às necessidades do local a que se destina. Os critérios que determinaram a escolha do descritor preferido foram, primeiramente, a terminologia utilizada no CERLIJ e, em segundo lugar, a terminologia mais empregada na literatura da área. Os descritores foram testados e validados. 2 ESTRUTURA A tecnologia empregada no desenvolvimento do tesauro foi o software de gestão de linguagens documentárias, TemaTres, que possibilita a criação de tesauros hierárquicos. O Tesauro está divido em três partes: glossário, apresentação alfabética dos descritores e representação gráfica. Cumpre salientar que esta versão que está sendo divulgada inclui somente a apresentação alfabética e a sistemática deste instrumento de indexação. Este tesauro foi organizado em cinco grandes categorias, sendo que alguns assuntos foram aglutinados ou inseridos em uma determinada categoria para atender a finalidade prática do uso a que se destina. Essas categorias são: a) Abordagem; b) Gêneros; c) Personagens; d) Tema; e) Forma. 3 RELAÇÕES ENTRE OS DESCRITORES E AS NOTAS Para fins de indicação das relações entre os descritores, foram utilizadas as seguintes abreviaturas: TG – Termo Genérico TE – Termo Específico TR – Termo Relacionado Exemplos: APÓLOGO TG NARRATIVA TR ANEDOTA TR CONTO TR CRÔNICA TR DIÁRIO TR FÁBULA TR HQ TR LENDA TR MITO TR NOVELA TR PARÁBOLA TR REMINISCÊNCIA TR ROMANCE Em função de limitações da versão do software utilizado para a construção do tesauro, as relações partitivas aparecem como termos relacionados e também não aparecem nesta versão a indicação das relações de equivalência. 4 PUBLICAÇÃO E ATUALIZAÇÃO A edição preliminar deverá ser enriquecida após a testagem de seu uso com sugestões de bibliotecários que atuam na área uma vez que o tesauro é uma obra que carece de uma atualização constante para dar conta da criação de novos termos na terminologia da área. Com esta finalidade, foi anexado um formulário para envio de sugestões com a indicação das respectivas fontes de informação nas quais foram coletados os novos termos e data da coleta. 5 EQUIPE 5.1 – Pesquisadores Glória Isabel Sattamini Ferreira; Martha Eddy Krummenauer Kling Bonotto; Regina Helena van der Laan. 5.2 – Bolsistas voluntários Daiani Ribas Semeler; Carlos Alberto Borges Ribeiro. 5.3 – Assessoria para informática Alexandre Semeler; Rodrigo Klanovicz Ferreira

LEIA O TESAURO http://www.ufrgs.br/thesinfantojuv/

Resultado da pesquisa conduzida pela Comissão de Graduação em Biblioteconomia, que teve como objetivo investigar os motivos determinantes da evasão e da retenção dos alunos do curso de Biblioteconomia da UFRGS, no período de 2000/1 a 2009/2. Equipe: Samile Andréa de Souza Vanz (coordenadora); AnamariaTeixeira da Rosa (técnica em assuntos educacionais); Andressa Bones Flores (bolsista de graduação); Geraldo Ribas Machado (professor); Glória Isabel Sattamini Ferreira (professora); Lucas Gonçalves (bolsista de graduação); Patrícia Mallman Souto Pereira (bolsista de doutorado); Sabrina Zanatta Grebin (bolsista de graduação); Suélen Spíndola Bilhar (bolsista de graduação); William Flaiban (bolsista de graduação).

Biblioteconomia EAD

Apresentação – Site do curso: Biblioteconomia EAD

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Jornalismo

Apresentação

O curso de Jornalismo da UFRGS é um dos mais antigos do Brasil. Foi criado em março de 1952, vinculado à Faculdade de Filosofia. O curso visa a formação de profissionais com competência para atuar de modo crítico e responsável, contribuindo para uma sociedade justa e igualitária. Com a implementação das Diretrizes Curriculares Nacionais de 2013, o curso readquire sua autonomia, deixa de ser uma habilitação da Comunicação Social e, em 2016, transforma-se em um bacharelado em Jornalismo.
A Comissão de Graduação (COMGRAD) do curso de Jornalismo é composta pelos seguintes membros:

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São oferecidas 50 vagas preenchidas pelos candidatos aprovados no Concurso Vestibular da Universidade e no Sistema de Seleção Unificada (Sisu). O ingresso acontece no 1º e no 2º semestre do ano, por ordem de classificação.
O currículo do curso abrange uma sequência de disciplinas e atividades ordenadas por matrículas semestrais em uma seriação aconselhada. É composto de um conjunto de atividades de ensino (de caráter obrigatório e eletivo) e créditos complementares, que devem ser cumpridos pelo aluno a fim de que ele possa qualificar-se para a obtenção do diploma. Seguir a seriação de matrícula aconselhada é a melhor forma do estudante concluir o curso na duração prevista e evitar problemas em sua matrícula. Link para o currículo disponível na Página Inicial da Ufrgs

Veja o currículo do curso em: http://www.ufrgs.br/ufrgs/ensino/graduacao/cursos/exibeCurso?cod_curso=1489

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PDF e decisão do CEPE http://www.ufrgs.br/fabico/Untitled_04072018_163659.pdf
Composição

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Observação

O Coordenador da COMGRAD é membro nato do NDE do respectivo curso – art. 3º da Resolução nº 22/2012 do CEPE.

Curso de Jornalismo – Guia do Estudante Abril Cultural 2016 – Pontuado com 4 estrelas Curso de Jornalismo – ENADE 2012 – Conceito 5

Museologia

Apresentação

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O primeiro curso de Museologia do Brasil foi criado em 1932, ligado ao Museu Histórico Nacional, passando posteriormente a funcionar na Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO). Somente no ano de 1970 foi criado o segundo curso de Museologia do Brasil, na Universidade Federal da Bahia (UFBA). Durante quatro décadas, portanto, somente funcionaram esses dois cursos para suprir a demanda de profissionais de Museologia em todo o território nacional. A necessidade de formar profissionais museólogos havia sido apontada pela Secretaria de Cultura do Estado do Rio Grande do Sul, que em 8 de maio de 1991 enviou ao Reitor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul o Ofício nº 545/SEDAC/91, apontando para a necessidade social de tal curso no âmbito do estado do Rio Grande do Sul. Em 2006 foi designado pelo Departamento de Ciências da Informação da Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação (DCI/FABICO), através da Portaria nº07/06, um Grupo de Trabalho para o estudo da viabilidade da implantação do curso de Museologia, integrado por docentes da Universidade. Até aquele momento o Rio Grande do Sul não possuía nenhum curso de graduação em Museologia. No semestre seguinte foi criado o Curso na Universidade Federal de Pelotas (UFPEL), na cidade de Pelotas. A autorização de funcionamento do Curso de Museologia na UFRGS deu-se pela Decisão nº 223/2007, do Conselho Universitário, em sessão de 20 de julho de 2007, tendo em vista o constante no processo nº 23078.031830/06-11, de acordo com o parecer nº 138/2007 da Comissão de Ensino, Pesquisa, Extensão e Recursos. Em 2008 foi realizado o vestibular e houve o ingresso da primeira turma de 30 alunos.
A comissão de graduação do curso de Museologia é composta pelos seguintes membros:

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