STRONGER: NOTAS ANTROPOLÓGICAS SOBRE FAMÍLIA, (NECRO)POLÍTICA E METODOLOGIAS DE PESQUISA

AULA ABERTA DO BACHARELADO EM SAÚDE COLETIVA

STRONGER: NOTAS ANTROPOLÓGICAS SOBRE FAMÍLIA, (NECRO)POLÍTICA E METODOLOGIAS DE PESQUISA

Com o Prof. Vitor Grunvald

Data: Quinta-feira, 12/03/2020
Horário: 18:30
Local: Anfiteatro da Escola de Enfermagem (Rua São Manoel, 963)

Abertura com exibição do curta-metragem: Domingo
Sinopse: Filmado em um único dia, o trabalho acompanha a família Stronger de um almoço de família a uma conturbada manifestação de rua na semana decisiva para o impeachment de Dilma Roussef.

Vitor Grunvald é antropólogo e realizador audiovisual. Possui mestrado no Museu Nacional e Doutorado e Pós-doutorado na USP em Antropologia, com ênfase em Antropologia Visual, da Arte, da Performance, Gênero, Sexualidade e Política. É professor do Departamento de Antropologia e do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da UFRGS, onde coordena o Núcleo de Antropologia Visual (Navisual). É também coordenador do Grupo de Reconhecimento em Universos Artísticos/Audiovisuais (GRUA) da UFRJ. Tem formação em Direção Cinematográfica pela Academia Internacional de Cinema e realizou inúmeros trabalhos artísticos e audiovisuais, muitos de cunho etnográfico e documental. Participa do Grupo de Antropologia Visual (GRAVI), do Núcleo de Antropologia, Performance e Drama (NAPEDRA), do Núcleo de Estudos sobre Marcadores Sociais da Diferença (NUMAS) e do Pesquisas em Antropologia Musical (PAM), todos ligados à USP. É integrante do Comitê de Antropologia Visual da Associação Brasileira de Antropologia e membro do Prêmio Pierre Verger, em ambos na gestão 2019/2020. Nos últimos anos, tem oferecido uma série de oficinas e cursos de cinema, vídeo e estratégias documentais, arte e questões relacionadas à gênero, sexualidade, política e éticas/teorias queer/cuir. Desde 2016, desenvolve um documentário de narrativa transmídia, bem como pesquisa antropológica e artística com a Família Stronger, em parceria com o diretor Paulo Mendel, refletindo sobre questões relacionadas a família/parentesco, cidade e marcadores sociais da diferença e realizando uma série de experimentações com a imaginação etnográfica. Suas produções já foram exibidas em importantes festivais antropológicos como o Royal Anthropological Institute Film Festival, bem como em exposições e bienais de arte contemporânea, tendo sido agraciado, em 2020, com o Premio Margot Dias e Benjamin Pereira de Melhor Filme Etnográfico da Associação Portuguesa de Antropologia.

Mais detalhes em: http://www.ufrgs.br/ufrgs/noticias/aula-aberta-discute-familia-necropolitica-e-metodologias-de-pesquisas

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