Carlos Mancuso.
Paisagem, 1961.
Aquarela sobre papel, 34 x 50 cm.
Acervo Artístico Pinacoteca Barão de Santo Ângelo, Instituto de Artes, UFRGS.
José de Curtis.
Colheita da macela,, 1980.
Aquarela sobre papel, 35.5 x 52,5 cm.
Museu de Arte do Rio Grande do Sul Ado Malagoli
A tinta usada para essa técnica é composta de pigmentos que são diluídos em água e aplicados com pincel, geralmente sobre uma folha de papel. A maior característica da aquarela é a sua transparência, que exige uma série de leves aplicações sucessivas de cor (lavis) para obter o efeito desejado sobre o branco do papel. No caso da aquarela o branco do papel é de fundamental importância, pois ele traduzirá as luzes e os realces desejados. A aquarela é uma técnica de difícil realização, pois, assim como nos desenhos úmidos, ela não permite correções após secar. Apesar de o pincel ser o instrumento mais comum para a aplicação da aquarela, também são utilizadas as esponjas e é comum a ação de raspar a superfície pintada enquanto esta estiver molhada, recuperando assim o branco do papel. O tratamento dado ao papel também interfere no resultado final de uma aquarela: as técnicas mais usuais são a aquarela sobre papel seco, sobre papel úmido ou sobre papel preparado com goma ou outra substância para isolar (parafina, por exemplo).
Para saber mais:
http://www.youtube.com/watch?v=hClWO3YIOsY
http://www.youtube.com/watch?v=LFMi4VA6O6I
http://www.youtube.com/watch?v=rNziSVHRLOI