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Anico Herskovits.
Não se fazem mais famílias como antigamente, 1976.
Xilogravura, 4/25, 47 x 90 cm.
Coleção Pinacoteca barão de Santo Ângelo, Instituto de Artes, UFRGS.








Maristela Salvatori.
Cais do Porto XXX, 1998.
Gravura em metal, 2/15, 33 x 63 cm.
Coleção Pinacoteca Barão de Santo Ângelo, Instituto de Artes, UFRGS.



Paulo Peres.
Homenagem, 2003.
Litogravura, 18/18, 57 x 38,5 cm.
Coleção Pinacoteca Barão de Santo Ângelo, Instituto de Artes, UFRGS.



Luiz Barth.
Sem título, 1971.
Serigrafia, 33/50, 66,5 x 48,5 cm.
Coleção Pinacoteca Barão de Santo Ângelo, Instituto de Artes, UFRGS.

Gravura



Gravura é uma imagem impressa a partir de uma matriz. O material da matriz pode variar, sendo chamada de xilogravura aquela que tem uma matriz em madeira, gravura em metal para as que têm uma placa de metal como matriz, litografia para a que a imagem é criada sobre uma pedra e depois transferida para o suporte e, finalmente, a serigrafia, técnica que se utiliza de uma tela preparada. Geralmente as várias cópias da imagem reproduzida são numeradas e levam a assinatura do artista, compondo o que se chama de tiragem. A técnica mais antiga de gravura é a xilogravura, inventada como um método de impressão sobre tecido na China e utilizada no Egito e no Império Bizantino. Sua popularização na Europa deu-se a partir do século XV, devido ao barateamento do papel. A técnica da gravura em metal, que era parte da arte dos ourives na Idade Média, só começou a ser utilizada como meio de reprodução de imagens no século XV. Em 1796, Alois Senefelder descobriu as possibilidades da pedra calcária para fazer impressões e, após dois anos de experimentações, desenvolveu a técnica da litografia. Embora existam registros de trabalhos utilizando estêncil na China, desde o século VIII, a serigrafia só começa a ser utilizada por artistas na segunda metade do século XX.


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