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Fernando Corona.
Busto de Tasso Corrêa, sem data.
Bronze, 37 x 18 x 25 cm.
Saguão do Instituto de Artes, UFRGS.



Mauro Fuke.
O errado, 1992.
Madeira, 22 x 58 x 56 cm.
Coleção Pinacoteca Barão de Santo Ângelo, Instituto de Artes, UFRGS.



Dorothea Vergara.
Medusa, 1946.
Gesso, 52 x 44 x 41 cm.
Coleção Pinacoteca Barão de Santo Ângelo, Instituto de Artes, UFRGS.



Rose Lutzenberger.
Sem título, sem data.
Metal, 100 x 50 x 40 cm.
Coleção Pinacoteca Barão de Santo Ângelo, Instituto de Artes, UFRGS.

Escultura



Técnica de representar objetos e seres através da criação e reprodução de formas tridimensionais. A escolha do material implica na técnica a ser utilizada: (1) a cinzelação e o entalhe, quando de um bloco de material (mármore, granito, calcário, madeira, marfim, âmbar), se retira o que excede a figura, utilizando ferramentas próprias; (2) a fundição, quando se verte metal derretido (bronze, ouro, prata, ferro), em um molde feito com outros materiais; (3) a moldagem de materiais plásticos (argila, gesso, cera, areia) ou com resinas, concreto armado ou plásticos; (4) corte, dobra e solda de chapas metálicas, etc., além do contemporâneo uso do raio laser, para alcançar a sensação de tridimensionalidade a que aspira à escultura. A história da escultura, dividida em períodos e fases e caracterizada por estilos, começa na pré-história, com as primeiras representações de seres humanos, e avança por toda a história da humanidade até o presente. Essa permanência deve-se aos variados empregos e usos da escultura em imagens utilitárias, votivas, celebrativas, decorativas e artísticas.


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