A fundição é a técnica que se utiliza do metal quente que é vertido em um molde feito com outros materiais.
Para saber mais sobre fundições e processos de escultura em metal:
http://www.youtube.com/watch?v=uPgEIM-NbhQ
http://www.youtube.com/watch?v=Z3bolWh95Xk
http://www.youtube.com/watch?v=sYlD9Z7vuzs
http://www.youtube.com/watch?v=8MOz7ZGq5yg
http://www.youtube.com/watch?v=DAAFTAA9v8I
O bronze é o mais usual dos metais com os quais se fundem esculturas, a ponto de que qualquer escultura de metal freqüentemente ser chamada de bronze. O bronze é uma liga metálica constituída de 85% de cobre, 10% de estanho e o restante de chumbo, e tem a propriedade de se expandir um pouco enquanto resfria, ressaltando todos os detalhes do molde. O processo mais utilizado para se fundir uma escultura de bronze é o chamado método da cera perdida, no qual o artista começa fazendo um modelo da obra em tamanho real em argila. A partir desse modelo, confecciona-se um molde com material próprio. Desse molde primeiro tira-se uma cópia em material vulgar, como gesso ou outro material plástico, que será a primeira visão da obra. Aplica-se então uma camada interna de cera no molde, como se fosse a casca de uma laranja, que será substituída pelo metal, na hora da fundição, daí o nome do processo. Reforços estruturais são adicionados aumentando a camada de cera em alguns pontos ou colocando-se pedaços do mesmo material. Preenchem então o espaço interior restante no molde para não gastar muito bronze e deixar a peça mais leve. O conjunto do molde é então reforçado externamente para que não se rompa durante a fundição. Verte-se então o metal fundido, cuidando de deixar um caminho por onde saia a cera derretida. Após um período de resfriamento, desmoldagem e correção de pequenos defeitos de fundição, a peça vai ao acabamento final. Após o polimento aplicam materiais corrosivos para oxidar a peça e formar uma pátina que protege e dá a cor final da obra, ao gosto do artista.