Poesia de Jules Laforgue – Penúltima palavra

PENÚLTIMA PALAVRA

O Espaço?A vida
Ida
Sem traço.

O amor?Seu preço:
Desprezo
E dor.

O sonho?Infindo,
É lindo
(Suponho).

Que vou
Fazer
Do ser
Que sou?

Isto,
Aquilo,
Aqui,
Ali.

Tradução de Augusto de Campos.
Autor: Jules Laforgue (1860 – 1887), In: ABC da literatura/ Ezra Pound. Org. e apresentação da ed. brasileira por Augusto de Campos; tradução de Augusto de Campos e José Paulo Paes. São Paulo, CUTRIX, 2006. p. 218.
PENÚLTIMA PALAVRA

O Espaço?A vida
Ida
Sem traço.

O amor?Seu preço:
Desprezo
E dor.

O sonho?Infindo,
É lindo
(Suponho).

Que vou
Fazer
Do ser
Que sou?

Isto,
Aquilo,
Aqui,
Ali.

Tradução de Augusto de Campos.
LAFORGUE, Jules( 1860 – 1887), In: ABC da literatura/ Ezra Pound. Org. e 
apresentação da ed. brasileira por Augusto de Campos; tradução de 
Augusto de Campos e José Paulo Paes. São Paulo, CUTRIX, 2006. p. 218.

AVANT-DERNIER MOT

L'Espace?Mon Coeur
Y meurt
Sans traces...

La Femme?J'en sors,
La mort
Dans l'âme...

Le Rêve?C'est bon
Quand on
L'achève...

Que faire
Alors
Du corps
Qu'on gère?

Ceci,
Cela,
Par-ci
Par-là...

Fonte:
https://poemargens.blogspot.com/2009/05/jules-laforgue.html