IN ON IT: desvelando narrativas

 

Foto: Bruno de Oliveira.

 

 

Um vórtice incrível em câmera lenta e silêncio. Girando através do tempo, mais leve que o ar, sem peso. Sem peso e perfeitamente calmo… E você pensa: é isso que sentimos quando morremos. Mas não, então você se dá conta… Não. Isso é o que sentimos quando estamos vivos.

In On It de Daniel Maclvor

 

In On It, texto do dramaturgo canadense Daniel Maclvor, chegou até mim por conta de um percalço em meu caminho como jovem estudante de Direção Teatral. Isso porque, em uma disciplina específica de composição e montagem do Departamento de Arte Dramática da UFRGS, no primeiro semestre de 2018, teríamos que montar um espetáculo e eu estava decido, desde o início, a montar Arte ou Carnage da dramaturga francesa Yasmina Reza, os quais eu já estava namorando há um bom tempo. In On It não era, portanto, o texto que, inicialmente, eu planejara montar naquele momento. Porém, com a ausência de atores e atrizes para compor o elenco de ambos os textos de Reza, precisei ir atrás de outras possibilidades. Nunca havia ouvido falar antes do texto de Maclvor, embora tenha ficado sabendo, posteriormente, do enorme sucesso da peça ao redor do mundo e da montagem brasileira bastante elogiada, realizada pela companhia do diretor Enrique Diaz. Então o li. O reli. E me apaixonei perdidamente. Não apenas pelas possibilidades e a grandeza de imagens que a obra suscita, mas por ser algo que, talvez, eu não montaria em outro momento da vida (quem sabe?) se não me tivesse chegado assim, de repente, em minhas mãos, naquele momento e naquela disciplina.

In On It é um texto dramático peculiar, intenso e visceral à sua maneira. Envolto em certa aura de mistério e humor ácido que permeia toda a construção dramatúrgica, o texto apresenta três planos que se complementam e se cruzam entre si, como um grande quebra-cabeça narrativo: a peça, o espetáculo e o passado. O plano da peça conta a história de Ray e sua sequencial onda de desilusões com a própria vida, em um ambiente bastante teatralizado e, por vezes, propositadamente estereotipado. O plano do espetáculo incide no que acontece no aqui e no agora, na noite de apresentação, e consiste em Brian e Brad (Esse Aqui e Aquele Ali, como são nomeados ao longo do texto) discutindo a peça, seu desenvolvimento e os desdobramentos de suas personagens, bem como, vez ou outra, a sua própria relação amorosa. E o plano do passado que, por sua vez, apresenta Brian e Brad se conhecendo e tornando-se amantes em um tempo que acontece anteriormente ao que se edifica na noite de apresentação do espetáculo.

Em entrevista para a jornalista Maria Eugênia de Menezes, do jornal O Estado de São Paulo, em 13 de dezembro de 2013, Daniel Maclvor diz o seguinte: “Acredito que os meus textos foram feitos para ser encenados, é pela encenação, pela performance que o público acaba se interessando. A história que está sendo contada não é o ponto central para mim. O texto, no entanto, é como uma arquitetura. Quero dar à plateia a impressão de que está assistindo a um tipo de peça e, de repente, levá-la para outro lugar completamente diferente”. In On It é um exemplo explícito dessa observação do autor acerca de sua obra, pois sugere uma série de conflitos, imagens e movimentos que convergem para a arquitetura, na composição cênica, da dramaturgia fragmentada de Daniel Maclvor, moldando-se e estruturando-se no calor do jogo delineado pelo elenco. Assim, ainda que o texto seja categórico nas marcas e sugestões que estão sendo indicadas para o encenador, a abertura de imagens e movimentos é constante e sugere diversas possibilidades. Não há, portanto, uma maneira única de levar o texto de Maclvor para a cena.

Sendo assim, pensando nessa riqueza e na dinamicidade da dramaturgia do autor canadense como um ponto de partida – e de interrogações constantes ao longo dos ensaios- importante no trato com as referências teóricas e artísticas que eu vinha lendo e pesquisando em 2018, passei a pensar a encenação a partir dos deslocamentos, das marcações, da edificação de tempo e espaço dramatúrgico e suas variáveis e, sobretudo, do jogo estabelecido entre os dois atores em cena, onde uma série de condicionamentos e proposições entre mim, enquanto diretor, e Frederico Vittola e Leonardo Koslowski, enquanto atores da peça, inferiu diretamente na relação estabelecida com o espectador acerca da construção (e desconstrução) de fatos, prerrogativas e ideias propostas pelo trabalho.

Já no início dos ensaios, sabíamos que algumas imagens e alguns conflitos do texto de Maclvor eram fundamentais e de extrema importância para a composição geral do trabalho: as discussões de Brian e Brad, os espaços indicados nos quais as cenas se desenrolariam, tais como os restaurantes, o campo, a casa, o consultório médico e as imagens que se estabelecem a partir da troca de um casaco entre as personagens- elemento importante na produção de sentidos. Porém, foram os aspectos da nossa encenação que trouxeram vida a essas sugestões textuais, na medida em que o jogo dos atores avançava. Questão fundamental, entretanto, foi definir os conflitos e a maneira de pontuá-los a partir de cada um dos planos propostos por Maclvor. As discussões de Brian e Brad são o conflito central do plano do espetáculo, na medida em que no plano da peça, os conflitos se modificam na medida em que as relações de Ray com os demais personagens são bastante específicas. No plano do passado, por sua vez, os conflitos são vetores de narração do que se passou entre Brian e Brad.

Percebi então que, pensando nessa estrutura de encenação, a temática de In On It girava em torno da comunicabilidade/incomunicabilidade entre as pessoas. É uma dramaturgia que fala sobre separação, amor e morte. Sobre como o cotidiano pode ser cômico e irônico quando as diversas narrativas que nos atravessam se desvelam diante de nossos olhos. Se tivéssemos, no entanto, que escolher apenas uma palavra para ser o tema de nossa montagem de In On It, eu diria: criação. Criação artística, criação dos laços que nos unem, criação de caminhos possíveis diante do caos que nos circunda. Pois, nesse exercício, nesse jogo entre duas pessoas que costuram uma trama de cenas, criam-se reflexões o tempo todo, falando de si, do outro e da vida que, muitas vezes, acontece sem que tenhamos qualquer controle sobre ela. Desse modo, pensando na temática e nas ideias que permearam a encenação, os conceitos abordados em nossa montagem de In On It foram:

  1. Comunicabilidade/Incomunicabilidade humana na construção da cena;
  2. Ausência de cenografia ou cenário mínimo;
  3. Palco nu;
  4. Convenção de situações, ações, atmosfera, lugares, espaços, temporalidades e afins através do jogo proposto pelos atores;
  5. Luz e sonoridade como recurso narrativo;
  6. Casaco como objeto de transição entre os planos da peça e do espetáculo, bem como enquanto um recurso da relação estabelecida entre Brian e Brad.

 

Foto: Bruno de Oliveira

 

Tendo em vista a ausência de cenografia e a consignação teatral das convenções propostas pelo jogo dos atores em cena – sendo esse um fator de extrema importância para o andamento narrativo do trabalho – os referenciais estéticos de nossa montagem transitaram na construção dessa narrativa que se sustenta com “pouco” para dizer muitas coisas no decorrer do que é contado, mas que, porém, precisa fazer desse pouco o seu pilar de toda a criação e sustentação cênica. Assim, pesquisei para a encenação referências que pudessem estabelecer um protótipo inicial para a cena, sem, contudo, me prender exponencialmente nelas ao longo dos ensaios. Essas referências foram, portanto, um pontapé inicial para nossas próprias descobertas. Partindo da ideia de que alguns recursos como luz, som e indumentária eram pontos importantes na construção estética do trabalho, fui em busca de espetáculos e filmes que me dessem subsídios para pensar as imagens de composição da cena em In On It, sabendo já da escolha dos conceitos de palco nu e ausência cenográfica dos quais disporíamos. Assim, espetáculos como Mire Veja da Companhia do Feijão (SP), Valsa nº 6 do Espaço da Arte (RS) e a própria montagem brasileira de In On It dirigida por Enrique Diaz (RJ) foram trabalhos que me serviram como inspiração na busca de uma luz e de um figurino funcional –e no pensar sobre esses pontos em sua relação com o jogo- que executasse uma função narrativa na medida em que conduzisse o olhar do espectador. Os focos delineados de Mire Veja, a luz como recurso narrativo de Valsa nº 6, os figurinos sóbrios de In On It: referenciais importantes que embasaram o processo de concepção e execução de nossa própria encenação. Nesse sentido, os espetáculos citados- além de outros trabalhos, como a percepção dos diálogos em filmes de Ingmar Bergman, Jean Luc-Godard e Woody Allen- somaram-se como um todo de ideias para que chegássemos à simplicidade estética, porém funcional de nosso trabalho.

Doravante, a atmosfera de nossa montagem de In On It transitou entre uma orla de mistério, alinhada com essa história que vai desvelando narrativas, gradativamente. Ora cômica, ora nem tão cômica assim nos assuntos que são abordados por Brian e Brad ao longo da peça, a ambientação sugeriu o entrecruzamento desses lugares que vão se construindo, se desmoronando e se desvelando sob o olhar do público. Assim, durante todo o tempo em que os atores estão em cena, fica uma questão aberta sobre o que vem depois, sobre como vem esse depois e sobre a forma como será abordada a questão em meio ao quebra-cabeça imagético e discursivo que vai se delineando no palco.

Nesse sentido, o ritmo de In On It variou entre o frenético, as pausas e o silêncio que acompanha as relações, os diálogos e a estrutura que se desenrola em cena. Por vezes, os diálogos entre Brian e Brad são rápidos, diretos e irrequietos, evidenciando a construção da peça que criam juntos, a relação que se desmorona ou a afetividade que resta dela. Outras vezes, existem pausas entre ambos que dão um respiro ao espectador e executam a construção da comicidade presente no texto. E, em outros momentos, sobretudo no plano da peça, há um ritmo intenso que serve para evidenciar a solidão de Ray perante todos aqueles que o abandonam- e que, falando de forma verborrágica sobre si mesmos, ignoram a doença e os problemas do personagem em questão. O ritmo, portanto, é variável de acordo com cada situação específica, em que pese nunca estagnar em um ritmo lento, que tranca a dinamicidade no jogo dos atores em cena.

A proposta de relação com o espectador de In On It girou em torno de duas ideias específicas que, todavia, dialogaram e convergiram entre si. Houve, em alguns momentos, um distanciamento em relação ao público naquilo que é mostrado e houve, em outros momentos, uma cumplicidade que se cria a partir do endereçamento direto de percepções, pensamentos, pontos de vista e segredos de Brian e Brad que são divididos com os espectadores. Grosso modo, podemos pensar da seguinte maneira em relação aos planos que compuseram o trabalho: no plano do espetáculo, onde existe um tom mais coloquial e informal naquilo que é narrado e comentado, a quarta parede é bem mais frágil e efêmera, sendo que, em diversos momentos, existe uma relação direta com quem assiste e o que se desenrola no palco. No plano da peça, contudo, essa relação praticamente não existe. É como se, de fato, se criasse uma nova ordem dentro do espetáculo, onde essa estrutura teatralizada da peça não é passível de ser comentada diretamente com o espectador enquanto se desenrola e acontece, sendo ponderada com o público presente somente nas análises de Brian e Brad sobre ela. Essa cumplicidade e essa aproximação com o espectador, por ora, também acontece em alguns momentos do plano concernente ao passado de Brian e Brad, onde cada um deles divide com quem assiste alguns acontecimentos de sua relação pretérita sob a sua própria ótica. Entretanto, ainda que essa proposta de relação ao espectador seja bastante claro em cada um dos planos, cabe ressaltar que, por vezes, elas podem vir a se misturar, uma vez que durante o desenrolar da peça os diversos planos se cruzam e conversam entre si.

Para significar essas relações, os recursos de iluminação criados pelo iluminador Roger Santos foram de uma importância enorme. Compondo e produzindo sentido junto ao jogo estabelecido pelos dois atores, a luz de In On It cria, comenta, sugere e convenciona. Cria, porque estabelece lugares e situações. Comenta, porque anda junto com o que é proposto pelos atores nos diferentes planos narrativos. Sugere e convenciona porque a cada troca de luz, para cada situação específica, se convenciona os planos do espetáculo, da peça e do passado, ainda que existam alterações do discurso e da ação dentro desses universos. Ou seja, a ambientação sempre é indicada por uma iluminação diferente para cada “realidade”. Sendo assim, a luz acompanha o fluxo de Brian e Brad quase como um terceiro personagem que se torna cúmplice da trajetória de ambos e parceiro do público no sentido de fornecer ferramentas para a compreensão e junção dos fragmentos dramatúrgicos que são expostos em cena.

Ainda pensando em produção de sentidos, a sonoridade de In On It foi composta por uma série de músicas e sons que estão entrelaçados nas significações da narrativa construída pela dramaturgia. Nessa definição, por exemplo, no início da peça, enquanto o público entra, há uma junção de composições de Lesley Gore, Talking Heads, Maria Calas, Blondie, Led Zeppelin, Roy Orbison e outras músicas que são comentadas ou sugeridas pelos personagens ao longo do texto e fazem parte das relações e da identidade construída por ambos. Também há, enquanto o público adentra o espaço da apresentação, uma troca de estação no rádio na medida em que as músicas são trocadas, sugerindo a ação que Brad fazia (trocar de estação procurando uma nova música) ao sofrer um acidente de carro (fato que vai se desenrolando ao longo da peça e se revela ao final do espetáculo). Outras músicas como Sunshine Lollipops, You Don’t Own Me e It’s My Party de Lesley Gore ou ainda fragmentos de óperas de Maria Calas que perpassam vários momentos do espetáculo, fazem parte do universo de Brian e Brad e estão incursas na produção de sentido do que é narrado acerca de suas histórias pessoais. Ou seja: assim como a iluminação, a sonoridade de In On It também sugere, costura e significa.

 

Foto: Bruno de Oliveira

 

A proposta de atuação sugerida em nossa montagem de In On It, por sua vez, vigorou no trânsito entre os três planos propostos na dramaturgia e a diferenciação deles no jogo estabelecido pelos atores. As regras do jogo, nesse sentido, se estabelecem para que esses três níveis dramatúrgicos possam ser percebidos e apreendidos pelo espectador na medida em que há a troca dos planos ao longo do que é apresentado, construindo o quebra-cabeça narrativo proposto por Maclvor. Sendo assim, no plano do espetáculo, que acontece no aqui e no agora, a atuação dos atores estabelecia uma linha mais coloquial onde o ator personagem, evidenciado nas figuras de Brian e Brad, assumiu um jogo por vezes direto com o público, contando coisas, dividindo segredos e estabelecendo uma cumplicidade ao falar de si e do outro. Cabe ressaltar, no entanto, que essa sobriedade mais coloquial varia de acordo com cada situação específica, mesmo que os planos estabeleçam uma forma de ser e de contar em cena. Por exemplo: no início da peça há uma entonação teatral na voz de Frederico Vittola, o ator que interpreta Brian, ainda que o plano seja do espetáculo e exija um caráter mais coloquial/informal, pois existe a consciência de que ali, naquele momento, se inicia uma peça que não aquela em que o personagem está inserido no aqui e no agora (mais coloquial) – o que será, inclusive, apontado por Brad que já adentra a narrativa de forma bastante informal em relação ao outro, corroborando essa contraposição consciente. Também houve variações na forma de executar a regra, ainda que os atores soubessem qual a regra geral de cada plano na proposição de cada jogo.

No plano da peça, por sua vez, a teatralidade e a aparente mecanização das situações contrapostas ao espetáculo é bastante evidenciada, explorando a identidade e a forma como cada um dos atores personagens vê as figuras que estão criando, refletindo e interpretando para além do aqui e do agora. Assim, nasceram personagens tipificados que, não obstante, servem para Brian e Brad falarem de sua relação afetiva e de si mesmos a partir daquilo que representam nesse universo teatral. Acerca desse ponto, é importante advertir que, por conta desse fato, muitas vezes os planos, ao cruzarem-se entre si, possibilitaram a modificação da proposta de atuação que permanecia em primeiro nível na cena, uma vez que Brian e Brad tem consciência que estão representando cada um desses personagens a seu modo. Na primeira cena, por exemplo, em que Brad interpreta Ray e Brian interpreta o médico, o ponto culminante da briga, ainda que seja entre médico e paciente, serve também como uma discussão entre os próprios atores personagens, sendo que a tipificação da atuação que está no primeiro nível do jogo por vezes é borrada pela presença da sobriedade proposta no plano do espetáculo. Ou seja, ainda que a regra do jogo e a proposta de atuação seja bastante nítida, a intersecção entre os planos acontece desde o início, mesmo que o espectador possa vir a compreender completamente a proposta somente em um ponto mais avançado do trabalho.

Por fim, no plano do passado, a proposta de atuação e o jogo aproximam-se da proposição do plano do espetáculo, com a diferença de que, sendo as situações já acontecidas e vivenciadas por ambos, elas são apresentadas de maneira mais recortada e direta na forma em que é apresentada ao público, explicitando que, ali, naquele momento, trata-se de uma cena do passado, focando em uma relação homoafetiva entre Brian e Brad que já aconteceu. Isso, no entanto, não interferiu no fato de que, às vezes, tanto Brian quanto Brad comentavam sobre situações que aconteceram nesse passado, dividindo com os espectadores percepções individuais sobre o que ocorreu com ambos em um momento pretérito. Assim, como se pode perceber, a proposição de cada jogo e de cada plano pôde transitar entre todos os planos, como supracitado, mas, em cada plano, houve um nível predominante e uma proposta de atuação que está em primeiro nível, conduzindo a narrativa central de cada situação.

Por fim, como proposto na dramaturgia de Maclvor, a nossa encenação finaliza retornando ao ponto inicial da história, onde, de certa forma, tudo começou e tudo acabou na vida das personagens, simultaneamente. In On It é um texto que fala de vida e morte, fins e recomeços e, não por acaso, a escolha do retorno à imagem inicial como finalização da peça me pareceu ser a mais simbólica e a mais apropriada, pois, como diz Brian no início do espetáculo: “Algumas coisas acontecem porque foram cuidadosamente planejadas: duas pessoas se casam, alguém constrói um barco, uma pessoa escreve uma peça. Coisas que acontecem entre listas de convidados, letras miúdas e revisões E também coisas que fogem do nosso controle, coisas que simplesmente acontecem…”.

 

 

REFERÊNCIAS

 

BOGART, Anne. A Preparação do Diretor. São Paulo: Martins Fontes, 2011.

FARIA, Alessandra Ancona de. Contar Histórias com o jogo teatral. 2002. Dissertação. (Mestrado em Teatro Educação) – Escola de Comunicação e Artes. Universidade de São Paulo – USP, São Paulo, 2002.

KOUDELA, Ingrid Dormien. Texto e Jogo. São Paulo: Perspectiva, 1996.

MACLVOR, Daniel. In On It. Tradução do original por Daniele Ávila. São Paulo, 2009.

PAVIS, Patrice. Dicionário de Teatro. Tradução de J. Guinsburg e Maria Lúcia Pereira. São Paulo: Editora Perspectiva, 2005.

ROOSE-EVANS, James. Experimental Theatre: from Stanislavsky to Peter Brook. London and New York: Routledge, 2001.

ROUBINE, Jean-Jacques. A linguagem da encenação teatral. Tradução Yan Michalski – 2ª Ed. – Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 1998.

SPOLIN, Viola. O jogo teatral no livro do diretor. São Paulo: Perspectiva, 1999.

O texto vivo de Daniel Maclvor. Entrevista concedida a Maria Eugênia de Menezes. Link disponível em: http://cultura.estadao.com.br/noticias/geral,o-texto-vivo-de-daniel-macivor,1108342  Acesso em 10/09/2020.

 

 

 

Qorpo Qrítico – Vol. 02, n. 05, outubro de 2020 a janeiro de 2021. ISSN 2675-4207.