thesauro
O conto da aia - #Mulheres da Casa de Jezebel
 
 
author:
 
linguage
Portuguese (Brazil)
created
14/09/2022
updated
11/06/2026
URI
https://www.ufrgs.br/tesauros/index.php/thesa/terms/548

schema: O conto da aia
TG: Personagens(por)

TE: Moira(por)

UP (variação de): Garotas de programa(por)
UP (variação de): Prostitutas(por)

TR (afinidade): Casa de Jezebel(por)
TR (afinidade): Mercado clandestino(por)
TR (afinidade): República de Gilead(por)
TR (afinidade): Anjos(por)
TR (afinidade): Comandantes dos Fiéis(por)
TR (afinidade): Tias(por)


            
                    

Definição do conceito
Mulheres da Casa de Jezebel são personagens do sexo feminino que trabalham como escravas sexuais na Casa de Jezebel, sendo monitoradas pelas Tias. São designadas para trabalhar na Casa de Jezebel apenas mulheres relativamente jovens e que foram consideradas inaptas para a função de Aias (sendo que algumas também estão lá por “escolha”, uma vez que puderam optar entre ir para as Colônias ou para a Casa de Jezebel, dando preferência para esta). Todas as Mulheres da Casa de Jezebel são estéreis (caso não fossem antes de serem enviadas para lá, passam por uma operação de laqueadura tubária). Ao contrário da maioria das outras funções designadas às mulheres na República de Gilead, as Mulheres da Casa de Jezebel têm acesso a produtos de beleza (como maquiagem e creme facial, por exemplo), além de drogas e bebidas. A Mulher da Casa de Jezebel conhecida no livro “O conto da aia” é Moira. O.D.: Garotas de programa; Prostitutas.

Referência completa da Definição:
ATWOOD, Margaret. O conto da aia. Tradução de Ana Deiró. Rio de Janeiro: Rocco, 2017.

SPARKNOTES. The Handmaid´s Tale: character list. [S. l., c2022]. Disponível em: https://www.sparknotes.com/lit/handmaid/characters/. Acesso em: 11 set. 2022.


Garantia literária
“Sabe como chamam este lugar, entre eles? A Casa de Jezebel. As Tias acham que estamos todas [nós, as Mulheres da Casa de Jezebel] condenadas ao inferno de qualquer maneira, desistiram de nós, de modo que não importa que tipo de vício tenhamos, e os Comandantes estão pouco se lixando com o que façamos em nossas horas de folga.” (ATWOOD, 2017, p. 296).

“— Quem são estas pessoas? — pergunto.
— É apenas para oficiais — diz ele. — De todas as áreas e para funcionários mais graduados. E delegações comerciais, é claro. Estimula o comércio. É um bom lugar para conhecer pessoas. É praticamente impossível fazer negócios sem isso. Tentamos proporcionar algo no mínimo tão bom quanto podem encontrar em outros lugares. Aqui também se pode ouvir coisas; obter informações. Um homem por vezes dirá coisas a uma mulher que não diria a outro homem.
— Não — explico —, quero dizer as mulheres.
— Ah — diz ele. — Bem, algumas delas são profissionais de verdade. Garotas de programa — ele ri — do tempo de antes. Não podiam ser assimiladas; de qualquer maneira, a maioria delas prefere estar aqui.” (ATWOOD, 2017, p. 282).


Nota de citação
ATWOOD, Margaret. O conto da aia. Tradução de Ana Deiró. Rio de Janeiro: Rocco, 2017.






THESA
Tesauro Semântico Aplicado
Versão 0.20.05.18
Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS
contact: rene.gabriel@ufrgs.br

Copyright © 2016-2026


Apoio, Projeto e desenvolvimento: