Definição do conceito
[POR] A gravação e produção do disco de vinil segue um processo mecânico complicado, do tipo analógico, que se completa em sete etapas. Apesar da complexidade, a produção de um disco não dura mais de meia hora no total. | Depois de a música ser gravada, misturada e masterizada em estúdio, em fita magnética ou, na actualidade, em algum suporte digital, esta gravação é remasterizada para adaptar ao meio em que vai ser gravada, o que é especialmente importante nos discos de vinil devido à sua resposta na frequência, à interferência entre canais (estéreo, por exemplo) provocado pelo processo mecânico de corte e posteriormente pela leitura por agulha, e pela dependência do tempo total disponível no disco relativamente ao volume da gravação, sendo este um processo decisivo no resultado final. | O processo de remasterização pode implicar (dependendo da técnica e equipamento usado) a eliminação de certas frequências, um trabalho aturado sobre a diferença de fase de áudio (entre canais), assim como a normalização do nível de volume (nível sonoro do sinal), que pode passar por compressão, determinação da intensidade relativa dos instrumentos entre os canais, e determinação da largura e profundidade do sulco em função da duração total da obra a gravar no disco, uma vez que quanto maior o volume da gravação mais largura ocupará o sulco e portanto menor será a duração máxima possível do que se poderá gravar no disco em causa. | Nesta fase, conhecida como "cortar a matriz" (também se pode cortar um dubplate se o objectivo final não é prensar outros discos) transfere-se o conteúdo da fita dita master para a matriz de acetato também conhecida como lacquer master. É um disco geralmente feito de alumínio polido recoberto com um banho depositado por gravidade de laca nitrocelulósica (acetato de nitrocelulose) negra, ou (dependendo do fabricante) com tons azul ou avermelhados, e com uma espessura entre 0,6 e 1 mm. O equipamento usado para o corte da matriz de acetato é conhecido como "torno vertical de gravação fonográfica", o qual contém uma cabeça de corte que grava (corta e modula o corte) o sulco, transferindo a música contida na fita master para o matriz de acetato, passando entretanto por um processador que lhe aplica uma equalização especial chamada curva RIAA para gravação, o qual adapta o sinal registado às características físicas de um disco de vinil. As entradas "phono" de um amplificador ou mesa de mistura diferenciam-se de qualquer outra entrada do mesmo equipamento (para CD, por exemplo) por incorporarem uma equalização inversora da curva RIAA de gravação, e chamada curva RIAA de reprodução. A necessidade deste processo de equalização deve-se às características mecânicas do processo de gravação e reprodução, e às suas inerentes limitações e características. | Uma vez gravada a matriz de acetato ou master, esta é lavada com detergentes e coberta com cloreto de estanho, o qual permite a aderência de uma delgada capa de prata que é então aplicada. | O disco já prateado é submerso numa solução de níquel, que adere ao disco e o cobre por completo, por processo galvânicos (aplicação de uma corrente elétrica). Este disco, assim preparado, é então retirado e novamente lavado. A este processo chama-se banho galvânico ou galvanoplastia. | A capa de prata e níquel é então retirada da matriz de acetato, obtendo-se portanto uma cópia negativa da mesma, chamada simplesmente matriz, "macho" ou disco pai. | Do disco matriz, é obtida uma cópia positiva, chamada disco mãe. Se este disco contém a informação correta o processo é repetido até se obterem mais oito discos "mãe". De cada uma das 8 cópias do "disco mãe" fazem-se duas cópias negativas, chamadas discos estampadores ou "carimbos". Este processo é repetido com o outro disco pai que representa o outro lado do disco final. | A partir do "disco estampador" (ou "carimbo") tiram-se as cópias positivas finais ou copias comerciais, por simples prensagem de uma pastilha quente de cloreto de polivinilo ou mais modernamente de poliéster, chamado o "donut", entre os dois carimbos, moldes estampadores ou matrizes correspondentes às duas faces do disco. Finalmente adiciona-se, por simples colagem, a etiqueta em cada face do disco, identificando o seu conteúdo. Esta cópia final é a que é vendida ao público. Actualmente as tiragens de discos de vinil com cada matriz de acetato não ultrapassam em geral a centena de unidades, quando na sua época se atingiam tiragens de muitos milhares. | Existe ainda uma técnica denominada "direct metal mastering" (masterização directa em metal) ou DMM na qual a música é transferida directamente para um disco metálico relativamente pouco duro, em geral de cobre. Por este processo, apenas é necessário seguir o processo galvânico para obter os estampadores, diminuindo os custos de produção. Também existem discos em que o processo de corte é efectuado a uma velocidade mais baixa que a de reprodução, normalmente metade ou um quarto, sendo o disco resultante de qualidade notavelmente melhor em toda a banda de frequências audível pelo ouvido humano. Este mesmo processo permitiu também gravar vídeo em discos de vinil, ou áudio multicanal, como foi o caso dos formatos cd4, SQ, QS (ou outros sistemas de 4 canais). | https://pt.wikipedia.org/wiki/Disco_de_vinil
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[SPA] En la producción de discos fonográficos (inicialmente fabricados con goma laca y después con vinilo) el sonido se registra directamente en un disco maestro (también llamado matriz o simplemente máster) en un estudio de grabación. Desde aproximadamente 1950 en adelante (antes para algunas compañías discográficas grandes, más tarde para algunas pequeñas) se hizo habitual que la interpretación se grabara primero en cinta magnetofónica, que podía procesarse y/o editarse antes de ser grabada en el disco maestro. | Un torno de discos es una máquina diseñada para grabar analógicamente sonidos en un surco espiral sobre un disco maestro.2? Las primeras versiones de estos discos maestros estaban recubiertas de cera, sustituida más adelante por laca, un material mucho más duro. | El proceso de masterización era originalmente una especie de arte, ya que el operador tenía que ajustar manualmente los cambios en el sonido que afectaban la amplitud del espaciado entre vueltas del surco en cada rotación. A veces, el ingeniero firmaba su trabajo, o dejaba comentarios humorísticos o crípticos en el área de la ranura de salida, donde era normal rayar o estampar códigos de identificación para distinguir a cada maestro. | El delicado disco maestro original se plateaba utilizando el mismo proceso que el plateado de los espejos. Para poder hacer copias, la superficie grabada tenía que hacerse sensible al paso de la corriente eléctrica, para lo que se recubría con grafito en polvo (cuando se usaba cera); o bien se rociaba con una mezcla de saponina, que se enjuagaba y luego se rociaba con cloruro estañoso (cuando se usaba laca). Después de otro enjuague, se rociaba con una mezcla de una solución de plata y un reductor de dextrosa para crear una capa de plata. Este recubrimiento constituía la capa conductora necesaria para transportar la corriente utilizada en el proceso de galvanoplastia posterior, comúnmente empleando una aleación de níquel. | En los primeros tiempos de los registros de microsurcos (1940-1960), el niquelado era breve, y duraba una hora o menos. Más adelante se desarrolló el revestimiento de cobre, que era todavía más rápido y más sencillo de producir. Sin embargo, con la aparición de las soluciones de recubrimiento de sulfamato de níquel, todas las matrices se recubrieron con níquel sólido. La mayoría de las fábricas transferían la matriz maestra después de un niquelado inicial en un baño de galvanoplastia de níquel tibio lento a alrededor de 15 amperios, a un baño de niquelado caliente a 130 grados, en el que la corriente se subía a intervalos regulares hasta alcanzar entre 110 A y 200 A, dependiendo del estándar del equipo y de la habilidad de los operadores. Esta y todas las copias metálicas posteriores reciben el nombre de matrices. | Una vez retirada de la laca, esta copia se convertía en el primer maestro en negativo o matriz maestra, ya que era una copia negativa del original grabado sobre la laca. Inicialmente, el máster negativo se utilizaba como molde para imprimir los discos vendidos al público, pero a medida que crecía la demanda de producción en masa, se añadió otro paso intermedio al proceso industrial. | Después de retirar el depósito de plata y ser neutralizado (véase más adelante), el disco maestro de metal era luego sometido a un proceso de electrodeposición (electroformado) para crear matrices metálicas positivas, o "madres". A partir de estos positivos, se creaban a su vez estampadores (negativos). La producción de madres era similar a la electroformación de discos maestros, excepto que el tiempo necesario para alcanzar la corriente completa era mucho más corto y las madres (más pesadas) se podían producir en tan solo una hora y los estampadores (145 gramos) se podían hacer en 45 minutos. | Antes de platear la matriz de níquel o la madre de níquel, era necesario neutralizarla para evitar que la siguiente matriz se adhiriera a la madre. Para ello, se utilizaron varios métodos: EMI favoreció un método de inmersión en albúmina bastante difícil, mientras que CBS Records y Philips utilizaron el método electrolítico. La inmersión en una solución de dicromato era otro método popular, aunque con este método se corría el riesgo de contaminar la solución de níquel con cromo. El método electrolítico era similar al método estándar de limpieza electrolítica, excepto en que los ciclos se invertían y se terminaba el proceso con la matriz como ánodo, limpiando a su vez la superficie de la matriz a punto de ser copiada. Después de separarse del maestro, se pulía una nueva madre con un abrasivo fino para eliminar (o al menos redondear) los picos microscópicos en la parte superior de los surcos, producidos por el torno de corte. Este proceso permitía que el vinilo fluyera mejor en la etapa de prensado y reducía el problema de la falta de relleno. | Los estampadores producidos por las madres después de la separación se cromaban para obtener una superficie dura. Cada estampador era perforado en su centro. Los métodos utilizados incluyeron alinear el surco cerrado final con respecto a tres pasadores, o desplazar el borde del disco mientras se giraba hasta que se pudieran ver los surcos a través de un microscopio moviéndose uniformemente hacia el centro. Cualquiera de los dos métodos requería bastante habilidad y mucho esfuerzo para ser dominado. El punzón no solo realizaba el orificio central, sino que también conformaba un labio que se usaba para asegurar la matriz en la prensa. | A continuación, se recortaba el estampador a la medida y se lijaba en su parte posterior para asegurar la suavidad del acabado de las molduras y mejorar el contacto entre la estampadora y la matriz de prensa. Luego, el borde se presionaba hidráulicamente para formar otro labio con el fin de sujetar el borde hacia abajo en la prensa. Los estampadores se utilizaban en prensas hidráulicas para moldear los discos LP. Las ventajas de este sistema sobre el sistema más directo anterior incluían la capacidad de hacer una gran cantidad de registros rápidamente mediante el uso de múltiples matrices. Además, se podían producir más copias, ya que los estampadores podrían resultar dañados accidentalmente, pero rara vez se desgastarían. | Dado que el maestro era la fuente única del positivo, hecho para producir las matrices de estampación, se consideraba un elemento de biblioteca. En consecuencia, las matrices necesarias para reemplazar a los positivos gastados, se generaban a partir de los negativos iniciales no utilizados. | El origen de cualquier disco se puede rastrear a través de las identificaciones contenidas en los discos positivos/estampadores utilizados, leyendo las anotaciones que se encuentran en el área comprendida entre el surco final y la etiqueta del disco. | FUENTE: https://es.wikipedia.org/wiki/Producci%C3%B3n_de_discos_fonogr%C3%A1ficos
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[ENG] In the production of phonograph records – discs that were commonly made of shellac, and later, vinyl – sound was recorded directly onto a master disc (also called the matrix, sometimes just the master) at the recording studio. From about 1950 on (earlier for some large record companies, later for some small ones) it became usual to have the performance first recorded on audio tape, which could then be processed and/or edited, and then dubbed on to the master disc. | Background: The grooves are engraved into the master disc on a mastering lathe. Early versions of these master discs were soft wax, and later a harder lacquer was used. | Process: The mastering process was originally something of an art as the operator had to manually allow for the changes in sound which affected how wide the space for the groove needed to be on each rotation. Sometimes the engineer would sign his work, or leave humorous or cryptic comments in the lead-out groove area, where it was normal to scratch or stamp identifying codes to distinguish each master. | The original soft master, known as a "lacquer", was silvered using the same process as the silvering of mirrors. | To prepare the master for making copies, soft masters made of wax were coated with fine graphite. Later masters made of lacquer were sprayed with a saponin mix, rinsed, and then sprayed with stannous chloride, which sensitized the surface. After another rinse, they were sprayed with a mix of the silver solution and dextrose reducer to create a silver coating. This coating provided the conductive layer to carry the current for the subsequent electroplating, commonly with a nickel alloy. | In the early days of microgroove records (1940–1960), nickel plating was only brief, just an hour or less. This was followed by copper plating, which was both quicker and simpler to manage at that time. Later with advent of nickel sulfamate plating solutions, all matrices were plated with solid nickel. Most factories transferred the master matrix after an initial flash of nickel from a slow warm nickel electroplating bath at around 15 amperes to a hot 130 degree nickel plating bath. In this, the current would be raised at regular intervals until it reached between 110 A and 200 A, depending on the standard of the equipment and the skill of the operators. This and all subsequent metal copies were known as matrices. | When this metal master was removed from the lacquer (master), it would be a negative master or master matrix, since it was a negative copy of the lacquer. (In the UK, this was called the master; note the difference from soft master/lacquer disc above). In the earliest days the negative master was used as a mold to press records sold to the public, but as demand for mass production of records grew, another step was added to the process. | After removing the silver deposit and passifying ... , the metal master was then electroplated (electroformed) to create metal positive matrices, or "mothers". From these positives, stampers (negatives) would be formed. | Producing mothers was similar to electroforming Masters, except the time allowed to turn-up to full current was much shorter and the heavier Mothers could be produced in as little as one hour and stampers (145 grams) could be made in 45 minutes. | SOURCE: https://en.wikipedia.org/wiki/Production_of_phonograph_records
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Definição do conceito
[POR] A gravação e produção do disco de vinil segue um processo mecânico complicado, do tipo analógico, que se completa em sete etapas. Apesar da complexidade, a produção de um disco não dura mais de meia hora no total. | Depois de a música ser gravada, misturada e masterizada em estúdio, em fita magnética ou, na actualidade, em algum suporte digital, esta gravação é remasterizada para adaptar ao meio em que vai ser gravada, o que é especialmente importante nos discos de vinil devido à sua resposta na frequência, à interferência entre canais (estéreo, por exemplo) provocado pelo processo mecânico de corte e posteriormente pela leitura por agulha, e pela dependência do tempo total disponível no disco relativamente ao volume da gravação, sendo este um processo decisivo no resultado final. | O processo de remasterização pode implicar (dependendo da técnica e equipamento usado) a eliminação de certas frequências, um trabalho aturado sobre a diferença de fase de áudio (entre canais), assim como a normalização do nível de volume (nível sonoro do sinal), que pode passar por compressão, determinação da intensidade relativa dos instrumentos entre os canais, e determinação da largura e profundidade do sulco em função da duração total da obra a gravar no disco, uma vez que quanto maior o volume da gravação mais largura ocupará o sulco e portanto menor será a duração máxima possível do que se poderá gravar no disco em causa. | Nesta fase, conhecida como "cortar a matriz" (também se pode cortar um dubplate se o objectivo final não é prensar outros discos) transfere-se o conteúdo da fita dita master para a matriz de acetato também conhecida como lacquer master. É um disco geralmente feito de alumínio polido recoberto com um banho depositado por gravidade de laca nitrocelulósica (acetato de nitrocelulose) negra, ou (dependendo do fabricante) com tons azul ou avermelhados, e com uma espessura entre 0,6 e 1 mm. O equipamento usado para o corte da matriz de acetato é conhecido como "torno vertical de gravação fonográfica", o qual contém uma cabeça de corte que grava (corta e modula o corte) o sulco, transferindo a música contida na fita master para o matriz de acetato, passando entretanto por um processador que lhe aplica uma equalização especial chamada curva RIAA para gravação, o qual adapta o sinal registado às características físicas de um disco de vinil. As entradas "phono" de um amplificador ou mesa de mistura diferenciam-se de qualquer outra entrada do mesmo equipamento (para CD, por exemplo) por incorporarem uma equalização inversora da curva RIAA de gravação, e chamada curva RIAA de reprodução. A necessidade deste processo de equalização deve-se às características mecânicas do processo de gravação e reprodução, e às suas inerentes limitações e características. | Uma vez gravada a matriz de acetato ou master, esta é lavada com detergentes e coberta com cloreto de estanho, o qual permite a aderência de uma delgada capa de prata que é então aplicada. | O disco já prateado é submerso numa solução de níquel, que adere ao disco e o cobre por completo, por processo galvânicos (aplicação de uma corrente elétrica). Este disco, assim preparado, é então retirado e novamente lavado. A este processo chama-se banho galvânico ou galvanoplastia. | A capa de prata e níquel é então retirada da matriz de acetato, obtendo-se portanto uma cópia negativa da mesma, chamada simplesmente matriz, "macho" ou disco pai. | Do disco matriz, é obtida uma cópia positiva, chamada disco mãe. Se este disco contém a informação correta o processo é repetido até se obterem mais oito discos "mãe". De cada uma das 8 cópias do "disco mãe" fazem-se duas cópias negativas, chamadas discos estampadores ou "carimbos". Este processo é repetido com o outro disco pai que representa o outro lado do disco final. | A partir do "disco estampador" (ou "carimbo") tiram-se as cópias positivas finais ou copias comerciais, por simples prensagem de uma pastilha quente de cloreto de polivinilo ou mais modernamente de poliéster, chamado o "donut", entre os dois carimbos, moldes estampadores ou matrizes correspondentes às duas faces do disco. Finalmente adiciona-se, por simples colagem, a etiqueta em cada face do disco, identificando o seu conteúdo. Esta cópia final é a que é vendida ao público. Actualmente as tiragens de discos de vinil com cada matriz de acetato não ultrapassam em geral a centena de unidades, quando na sua época se atingiam tiragens de muitos milhares. | Existe ainda uma técnica denominada "direct metal mastering" (masterização directa em metal) ou DMM na qual a música é transferida directamente para um disco metálico relativamente pouco duro, em geral de cobre. Por este processo, apenas é necessário seguir o processo galvânico para obter os estampadores, diminuindo os custos de produção. Também existem discos em que o processo de corte é efectuado a uma velocidade mais baixa que a de reprodução, normalmente metade ou um quarto, sendo o disco resultante de qualidade notavelmente melhor em toda a banda de frequências audível pelo ouvido humano. Este mesmo processo permitiu também gravar vídeo em discos de vinil, ou áudio multicanal, como foi o caso dos formatos cd4, SQ, QS (ou outros sistemas de 4 canais). | https://pt.wikipedia.org/wiki/Disco_de_vinil
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[SPA] En la producción de discos fonográficos (inicialmente fabricados con goma laca y después con vinilo) el sonido se registra directamente en un disco maestro (también llamado matriz o simplemente máster) en un estudio de grabación. Desde aproximadamente 1950 en adelante (antes para algunas compañías discográficas grandes, más tarde para algunas pequeñas) se hizo habitual que la interpretación se grabara primero en cinta magnetofónica, que podía procesarse y/o editarse antes de ser grabada en el disco maestro. | Un torno de discos es una máquina diseñada para grabar analógicamente sonidos en un surco espiral sobre un disco maestro.2? Las primeras versiones de estos discos maestros estaban recubiertas de cera, sustituida más adelante por laca, un material mucho más duro. | El proceso de masterización era originalmente una especie de arte, ya que el operador tenía que ajustar manualmente los cambios en el sonido que afectaban la amplitud del espaciado entre vueltas del surco en cada rotación. A veces, el ingeniero firmaba su trabajo, o dejaba comentarios humorísticos o crípticos en el área de la ranura de salida, donde era normal rayar o estampar códigos de identificación para distinguir a cada maestro. | El delicado disco maestro original se plateaba utilizando el mismo proceso que el plateado de los espejos. Para poder hacer copias, la superficie grabada tenía que hacerse sensible al paso de la corriente eléctrica, para lo que se recubría con grafito en polvo (cuando se usaba cera); o bien se rociaba con una mezcla de saponina, que se enjuagaba y luego se rociaba con cloruro estañoso (cuando se usaba laca). Después de otro enjuague, se rociaba con una mezcla de una solución de plata y un reductor de dextrosa para crear una capa de plata. Este recubrimiento constituía la capa conductora necesaria para transportar la corriente utilizada en el proceso de galvanoplastia posterior, comúnmente empleando una aleación de níquel. | En los primeros tiempos de los registros de microsurcos (1940-1960), el niquelado era breve, y duraba una hora o menos. Más adelante se desarrolló el revestimiento de cobre, que era todavía más rápido y más sencillo de producir. Sin embargo, con la aparición de las soluciones de recubrimiento de sulfamato de níquel, todas las matrices se recubrieron con níquel sólido. La mayoría de las fábricas transferían la matriz maestra después de un niquelado inicial en un baño de galvanoplastia de níquel tibio lento a alrededor de 15 amperios, a un baño de niquelado caliente a 130 grados, en el que la corriente se subía a intervalos regulares hasta alcanzar entre 110 A y 200 A, dependiendo del estándar del equipo y de la habilidad de los operadores. Esta y todas las copias metálicas posteriores reciben el nombre de matrices. | Una vez retirada de la laca, esta copia se convertía en el primer maestro en negativo o matriz maestra, ya que era una copia negativa del original grabado sobre la laca. Inicialmente, el máster negativo se utilizaba como molde para imprimir los discos vendidos al público, pero a medida que crecía la demanda de producción en masa, se añadió otro paso intermedio al proceso industrial. | Después de retirar el depósito de plata y ser neutralizado (véase más adelante), el disco maestro de metal era luego sometido a un proceso de electrodeposición (electroformado) para crear matrices metálicas positivas, o "madres". A partir de estos positivos, se creaban a su vez estampadores (negativos). La producción de madres era similar a la electroformación de discos maestros, excepto que el tiempo necesario para alcanzar la corriente completa era mucho más corto y las madres (más pesadas) se podían producir en tan solo una hora y los estampadores (145 gramos) se podían hacer en 45 minutos. | Antes de platear la matriz de níquel o la madre de níquel, era necesario neutralizarla para evitar que la siguiente matriz se adhiriera a la madre. Para ello, se utilizaron varios métodos: EMI favoreció un método de inmersión en albúmina bastante difícil, mientras que CBS Records y Philips utilizaron el método electrolítico. La inmersión en una solución de dicromato era otro método popular, aunque con este método se corría el riesgo de contaminar la solución de níquel con cromo. El método electrolítico era similar al método estándar de limpieza electrolítica, excepto en que los ciclos se invertían y se terminaba el proceso con la matriz como ánodo, limpiando a su vez la superficie de la matriz a punto de ser copiada. Después de separarse del maestro, se pulía una nueva madre con un abrasivo fino para eliminar (o al menos redondear) los picos microscópicos en la parte superior de los surcos, producidos por el torno de corte. Este proceso permitía que el vinilo fluyera mejor en la etapa de prensado y reducía el problema de la falta de relleno. | Los estampadores producidos por las madres después de la separación se cromaban para obtener una superficie dura. Cada estampador era perforado en su centro. Los métodos utilizados incluyeron alinear el surco cerrado final con respecto a tres pasadores, o desplazar el borde del disco mientras se giraba hasta que se pudieran ver los surcos a través de un microscopio moviéndose uniformemente hacia el centro. Cualquiera de los dos métodos requería bastante habilidad y mucho esfuerzo para ser dominado. El punzón no solo realizaba el orificio central, sino que también conformaba un labio que se usaba para asegurar la matriz en la prensa. | A continuación, se recortaba el estampador a la medida y se lijaba en su parte posterior para asegurar la suavidad del acabado de las molduras y mejorar el contacto entre la estampadora y la matriz de prensa. Luego, el borde se presionaba hidráulicamente para formar otro labio con el fin de sujetar el borde hacia abajo en la prensa. Los estampadores se utilizaban en prensas hidráulicas para moldear los discos LP. Las ventajas de este sistema sobre el sistema más directo anterior incluían la capacidad de hacer una gran cantidad de registros rápidamente mediante el uso de múltiples matrices. Además, se podían producir más copias, ya que los estampadores podrían resultar dañados accidentalmente, pero rara vez se desgastarían. | Dado que el maestro era la fuente única del positivo, hecho para producir las matrices de estampación, se consideraba un elemento de biblioteca. En consecuencia, las matrices necesarias para reemplazar a los positivos gastados, se generaban a partir de los negativos iniciales no utilizados. | El origen de cualquier disco se puede rastrear a través de las identificaciones contenidas en los discos positivos/estampadores utilizados, leyendo las anotaciones que se encuentran en el área comprendida entre el surco final y la etiqueta del disco. | FUENTE: https://es.wikipedia.org/wiki/Producci%C3%B3n_de_discos_fonogr%C3%A1ficos
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[ENG] In the production of phonograph records – discs that were commonly made of shellac, and later, vinyl – sound was recorded directly onto a master disc (also called the matrix, sometimes just the master) at the recording studio. From about 1950 on (earlier for some large record companies, later for some small ones) it became usual to have the performance first recorded on audio tape, which could then be processed and/or edited, and then dubbed on to the master disc. | Background: The grooves are engraved into the master disc on a mastering lathe. Early versions of these master discs were soft wax, and later a harder lacquer was used. | Process: The mastering process was originally something of an art as the operator had to manually allow for the changes in sound which affected how wide the space for the groove needed to be on each rotation. Sometimes the engineer would sign his work, or leave humorous or cryptic comments in the lead-out groove area, where it was normal to scratch or stamp identifying codes to distinguish each master. | The original soft master, known as a "lacquer", was silvered using the same process as the silvering of mirrors. | To prepare the master for making copies, soft masters made of wax were coated with fine graphite. Later masters made of lacquer were sprayed with a saponin mix, rinsed, and then sprayed with stannous chloride, which sensitized the surface. After another rinse, they were sprayed with a mix of the silver solution and dextrose reducer to create a silver coating. This coating provided the conductive layer to carry the current for the subsequent electroplating, commonly with a nickel alloy. | In the early days of microgroove records (1940–1960), nickel plating was only brief, just an hour or less. This was followed by copper plating, which was both quicker and simpler to manage at that time. Later with advent of nickel sulfamate plating solutions, all matrices were plated with solid nickel. Most factories transferred the master matrix after an initial flash of nickel from a slow warm nickel electroplating bath at around 15 amperes to a hot 130 degree nickel plating bath. In this, the current would be raised at regular intervals until it reached between 110 A and 200 A, depending on the standard of the equipment and the skill of the operators. This and all subsequent metal copies were known as matrices. | When this metal master was removed from the lacquer (master), it would be a negative master or master matrix, since it was a negative copy of the lacquer. (In the UK, this was called the master; note the difference from soft master/lacquer disc above). In the earliest days the negative master was used as a mold to press records sold to the public, but as demand for mass production of records grew, another step was added to the process. | After removing the silver deposit and passifying ... , the metal master was then electroplated (electroformed) to create metal positive matrices, or "mothers". From these positives, stampers (negatives) would be formed. | Producing mothers was similar to electroforming Masters, except the time allowed to turn-up to full current was much shorter and the heavier Mothers could be produced in as little as one hour and stampers (145 grams) could be made in 45 minutes. | SOURCE: https://en.wikipedia.org/wiki/Production_of_phonograph_records
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