• Núcleo Interinstitucional de Estudos e Pesquisas em Acessibilidade e
Inclusão – FADERS
A Fundação de Articulação e Desenvolvimento de Políticas Públicas para as Pessoas com Deficiência e Altas Habilidades no Rio Grande do Sul – FADERS- órgão gestor e articulador das políticas públicas para pessoas com deficiência, com mobilidade reduzida e altas habilidades no estado do Rio Grande do Sul – tem pautado seu trabalho institucional em dois fundamentos básicos: acessibilidade e inclusão. Estes constituem-se na busca de igualdade de direitos para as pessoas com deficiência, os quais devem ser assumidos como elementos norteadores da política pública. Para fortalecer as ações referentes a estas temáticas na área de pesquisa, a FADERS cria o Núcleo de Estudos e Pesquisas de Acessibilidade e Inclusão, sob a Coordenação do Eixo da Pesquisa desta Fundação. A FADERS propõe a criação do Núcleo como um espaço interinstitucional, cuja prioridade será o estabelecimento de parcerias com Universidades por meio de seus Núcleos e Grupos de Pesquisas, além de outras Instituições Educacionais, com a finalidade de proporcionar um espaço de compartilhar experiências, dificuldades e objetivos comuns nesta temática. Os atributos essenciais na pesquisa interinstitucional são o trabalho coletivo, a troca de experiências, a realização de novos estudos e pesquisas, e a construção de uma rede ao longo do processo. A proposta de se construir e efetivar parcerias está inserida em um cenário de inovação em relação à acessibilidade e inclusão, pois envolve reciprocidade e colaboração entre as instituições envolvidas.
• Área da Educação Especial do Colégio de Aplicação da Universidade
Federal do Rio Grande do Sul
O Colégio de Aplicação da UFRGS – CAP- foi fundado em 1954, pautado no Decreto Lei nº 9043 de 1946. Inicialmente o ingresso dos alunos acontecia por meio de processo seletivo e, posteriormente, foi adotado o ingresso a partir de sorteio público. Desta forma, os alunos da instituição ingressam na mesma condição a partir de ampla concorrência, o que justifica o número de matrículas pouco expressivo de estudos com deficiência. Até o ano de 2015, mesmo com estudantes público-alvo da educação especial matriculados, o Colégio de Aplicação não contava com professores da área de educação especial em seu quadro e, com isso, não ofertava atendimento educacional especializado. No ano de 2015 ingressa a primeira professora de educação especial a partir de uma redistribuição e os alunos com deficiência. Transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades passam a receber esse atendimento. A partir daí passa a se constituir a área da educação especial na escola, mesmo que ainda de forma tímida. No ano de 2016 é realizado o primeiro concurso para a área de educação especial na escola. Com o ingresso de uma segunda professora de educação especial, a área bem como os serviços, passam a ser pensados de forma articulada. O atendimento educacional especializado (AEE) é organizado a partir das seguintes iniciativas: atendimento educacional especializado no contraturno; apoio pedagógico em sala de aula; apoio aos professores; bolsistas de acompanhamento de processos inclusivos; oficinas. A área de educação especial vem, ainda, se organizando a partir de algumas iniciativas que se articulam com o trabalho pedagógico. Dentre elas, o projeto de extensão “A formação docente na perspectiva dos processos inclusivos: cotidianos e práticas!, que tem como principal objetivo “Contribuir para os processos formativos de professores e estudantes dos cursos de graduação por meio de experiências docentes na realização de práticas pedagógicas na educação básica”. Uma das ações previstas, no âmbito do projeto, envolve a organização de um espaço de documentação pedagógica que qualifique as práticas associadas aos processos inclusivos. Nesse sentido, indicamos a sintonia de uma parceria com o Centro de Documentação, com o intuito de qualificar as práticas pedagógicas voltadas aos alunos público alvo da educação especial, seja por meio da formação docente ou através da constituição do espaço que envolve a documentação pedagógica.
• MULTI
O Projeto Multi tem como objetivo desenvolver literatura para todos por meio de livros ilustrados táteis e multiformatos. Nossa equipe é composta por integrantes de diferentes unidades acadêmicas da UFRGS e temos parcerias com profissionais das áreas da educação e de acessibilidade comunicacional.


