A avaliação institucional é vista na UFRGS como um processo que permite aos gestores o planejamento de ações que visem à melhoria da qualidade institucional. A avaliação institucional contribui para demonstrar à sociedade o desempenho da Universidade em diferentes dimensões, e serve como um referencial para que a qualidade da UFRGS possa ser conhecida, inclusive em parâmetros de comparação com outras instituições nacionais e internacionais.

A Secretaria de Avaliação Institucional (SAI) é um órgão da Administração Central, diretamente vinculada ao Gabinete do Reitor.

A SAI, conjuntamente com a CPA e os NAUs, compõem a estrutura de Avaliação da UFRGS, tendo suas atribuições definidas na Decisão CONSUN 184/2009.

A SAI é responsável por coordenar e articular as diversas ações de avaliação desenvolvidas na Instituição, através dos seguintes setores: o Núcleo de Regulação, responsável pelo acompanhamento dos processos de regulação dos cursos de graduação; e o Núcleo de Avaliação, responsável pela implementação de sistemáticas de avaliação estabelecidas pela CPA, pela logística de preparação à realização de exames como o Enade, pelo acompanhamento de rankings nacionais e internacionais. Há um setor em construção, denominado Núcleo de Autoavaliação, que trabalha com a sistematização e publicação de dados de autoavaliação institucional, e com o acompanhamento, orientação e apoio aos Núcleos de Avaliação das Unidades (NAUs).

Relatório de Autoavaliação Institucional (RAAI)

O RAAI é composto por dois volumes: o primeiro elaborado pelos órgãos da Administração Central da Universidade; e o segundo, referente às Unidades Acadêmicas, conforme o trabalho realizado pelos Núcleos de Avaliação das Unidades (NAUs). Ambos são elaborados em conformidade com o que determina a Nota Técnica INEP/DAES/CONAES, nº 65, de outubro de 2014, e a Lei 10.861/2004, sob liderança e coordenação da SAI e da CPA.

O RAAI em seu Volume 1 apresenta reflexões de autoavaliação dos órgãos da Administração Central da Universidade, suas principais ações durante o ano, considerando os objetivos do PDI, potencialidades e fragilidades, bem como as perspectivas futuras. Da mesma forma, em seu Volume 2, o RAAI abrange a autoavaliação sobre ações de avaliação desenvolvidas pelos Núcleos de Avaliação das Unidades (NAUs), bem como sobre as ações de melhoria promovidas pelos gestores a partir dessas iniciativas e diagnósticos de avaliação apresentados pelos Núcleos.

Ambos volumes abordam, como prevê a legislação, uma reflexão autoavaliativa que inclui as dez dimensões estabelecidas pelo SINAES. De forma geral, o documento revela a grande diversidade de atividades desenvolvidas pela UFRGS na sua relação com as comunidades interna e externa.

A missão da Instituição, como promotora de transformações na sociedade por meio da excelência acadêmica e do compromisso social, está evidenciada em todo o conteúdo do RAAI. Para conferir a última edição, assim como, a de anos anteriores dos volumes do RAAI, clique no botão abaixo.

O processo de Avaliação na UFRGS

O processo de avaliação, conforme representado na Figura, é cíclico. Observa-se nas etapas 1 a 5, a importância do conhecimento sobre avaliação (seu histórico, suas fundamentações teóricas e legais) e o trabalho de planejamento e reflexão sobre indicadores de qualidade para a identificação de fragilidades, bem como a elaboração de diagnósticos e análises. Para que os diagnósticos e análises possam ser compartilhados, a etapa 6 destaca a importância da comunicação interna e externa, exemplificada pela atualização constante de sites ou mídias. Posteriormente, além do compartilhamento interno, é fundamental o momento de compartilhamento dos resultados da avaliação com os gestores, representado pelas etapas 7 e 8. Nestas etapas, os gestores conhecem os diagnósticos, as potencialidades e fragilidades detectadas na avaliação. A partir do conhecimento proporcionado pelo compartilhamento dos resultados, os gestores podem tomar decisões mais assertivas, planejar e executar ações de melhorias. Quando um ciclo encerra, um novo ciclo de avaliação tem início. Desta forma, se foram identificadas fragilidades, e existiram ações para resolvê-las, no novo ciclo novas fragilidades serão encontradas e novas ações precisarão ser executadas, permitindo um processo de melhoria contínua da Universidade. A avaliação institucional da Universidade, e da educação superior como um todo, caracteriza-se por inúmeros processos, boa parte extremamente complexos e não exclusivamente quantitativos. Com esta perspectiva, as etapas acima descritas, auxiliam a compreensão da amplitude da avaliação e da necessária interação entre os diversos agentes na busca incessante pela melhoria da qualidade de nossa Universidade.    

Confira no botão abaixo algumas das publicações organizadas pela SAI ou as notícias de avaliação.