
ESPETÁCULOS VIRTUAIS
27 DE SETEMBRO, SEGUNDA-FEIRA, 20H
PRESENTE José Miguel Wisnik, Celso Sim e Marina Wisnik Desde As boas, de Jean Genet, em 1991, espetáculo que marca a volta de Zé Celso Martinez Correia ao teatro brasileiro, depois de um longo período de exílio e ostracismo, José Miguel Wisnik compôs canções para o Teatro Oficina. Entre elas estão “As quatro estações”, que permanecem como músicas propiciatórias da fé cênica, a cada ciclo anual; “Flores horizontais”, “Noturno do mangue”, “Coração do mar” e “São Paulo Rio”, feitas para Mistérios gozozos, sobre texto de Oswald de Andrade; “Cacilda”, música tema de Cacilda!, para Cacilda Becker; “Comida e bebida”, que tem como letra um trecho de Bacantes, tragédia de Eurípedes, vertida para a tragicomediorgia musical brasileira; e “Hégira”, feita para O Homem 2 / Os sertões, de Euclides da Cunha. “Mortal loucura”, uma canção composta para o espetáculo de dança Onqotô, do Grupo Corpo, sobre poema de Gregório de Matos, encerra o espetáculo. José Miguel convidou o cantor Celso Sim e a cantora Marina Wisnik pelos laços comuns que os unem, entre outras coisas, à experiência do Teatro Oficina.
FICHA TÉCNICA
Gravado, filmado, mixado, editado e masterizado por André Mehmari no Estúdio Monteverdi. Serra da Cantareira, Brasil José Miguel Wisnik: piano, voz e direção artística Marina Wisnik: voz Celso Sim: voz Swami Jr: contrabaixo e violão Sérgio Reze: bateria e gongos melódicos Luisinho Silva: roadie e transporte Guto Ruocco: Circus produções Lenise Pinheiro: imagens Teatro Oficina
CENAS SONORAS Trilhas de Caio Amon O compositor e produtor musical Caio Amon apresenta temas de suas trilhas para teatro e dança em um concerto celebrando a diversidade e colaboração musical. Iniciando com arranjos camerísticos para piano, clarinete e flauta, o concerto explora o diálogo entre o erudito, o jazz, a ópera, a música flamenca e o universo violonístico, encerrando com sambas interpretados pela cantora Valéria Barcellos. Os músicos convidados são a pianista Olinda Allessandrini, o clarinetista Diego Grendene, o violonista Thiago Colombo, a soprano lírica Cintia de los Santos, a percussionista Mestra Alexsandra e o saxofonista Cleomenes Junior. Participação do Grupo Máscara Encena e da bailarina Camila Vergara.
FICHA TÉCNICA
Gravado no Estúdio Soma, em Porto Alegre, com apoio da Person Pianos Caio Amon: violão, voz e sintetizador Olinda Allessandrini: piano Diego Grendene: clarinete Grupo Máscara Encena: Alexandre Borin, Camila Vergara, Fábio Cuelli e Mariana Rosa Cleomenes Junior: flauta, sax soprano e sax alto Cintia de los Santos: soprano lírica Thiago Colombo: violão Camila Vergara: bailarina Mestra Alexsandra: percussão Valéria Barcellos: voz Heloisa Marshall: produção Mixagem e masterização: Clauber Scholles Imagens: Filipe Pimentel, Francisco Milanez e Júlio Estevan (UFRGS TV) Edição de vídeo: Gabriella Scott (UFRGS TV) Iluminação: Maurício Moura e João Fraga
28 DE SETEMBRO, TERÇA-FEIRA, 20H
TRAVESSIA EM LUTO Yasmim Salvador, Eric Barbosa e Uirá dos Reis Texturas, sonoridades, consonantes, constante, harmônica, orgânicas sintetizadas, conflituosa, suaves e agressivas, a melodia volta a enraizar os movimentos em dança. O espírito e a essência saltam para fora. Suas mãos e seus pés são travessia em camadas de expressões, no fluxo dos rios. Não se afastam dela. O espírito está sempre em movimento. O tempo nos testa. Deve ser um jogo?
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Gravado em Mulungu, no Ceará Direção Geral: Coletiva Direção de Arte: Coletiva Filmagem: Lui Fonte Foto e Making Off: Alexandre Lutz Captação de Áudio: Rami Freitas Edição de Áudio: Gabriel Omar Edição de vídeo: Durango (Thiago Ibiapina) Performer: Yasmim Salvador Criação Sonora: Eric Barbosa e Uirá dos Reis Motorista: Eduardo Ribeiro
DA CENA À CANÇÃO Álvaro RosaCosta O espetáculo é constituído a partir dos últimos trabalhos de Álvaro RosaCosta levados à cena. Foram selecionados processos que representam as diversas formas e pontos de partida para a música/som em cena. O predomínio é de um trabalho que ainda está no início de produção. Chama-se: Amazônia (Projeto Gompa). Das treze músicas, nove são deste projeto. As outras são oriundas dos espetáculos “Sambaracotu” (2019), “Dona Flor e seus dois maridos” (2016), “Leitura da dramaturgia de Hermes Mancilha” (2018) e “A vó da menina” (2021). Neste trabalho pensando para o Uni 40: música da presença, Álvaro aproxima artistas/parceiros queridos com quem vem trabalhando nos últimos anos. Denise Freitas, Ronald Augusto, Eliane Marques, Leandro Maia, Anaadi, David Regnier, Simone Rasslan e Jerônimo Jardim fizeram as letras das músicas que viraram canções. A letra da música “Valsa da Ruth” foi composta a partir do texto de Pedro Bertoldi.
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Gravado no Estúdio Soma, em Porto Alegre, com apoio da Person Pianos Concepção e direção: Álvaro RosaCosta Viola Caipira e voz: Álvaro RosaCosta Piano e voz: Simone Rasslan Violino: Daniela Luz Contrabaixo acústico: Risomá Cordeiro Percussão: Yago Lima Arranjos: Álvaro RosaCosta e Simone Rasslan Participação especial: Beto Chedid (Violão e guitarra portuguesa) Agradecimentos: Sandra Narciso e toda a equipe envolvida na programação comemorativa dos 40 anos do projeto Unimúsica. Mixagem e masterização: Clauber Scholles Imagens: Filipe Pimentel, Francisco Milanez e Larissa Marte Tibola (UFRGS TV) Edição de vídeo: Gustavo Côrte Real (UFRGS TV) Iluminação: Maurício Moura e João Fraga
29 DE SETEMBRO, QUARTA-FEIRA, 20H
ATO PERENE: O PROCESSO COMO OBRA Cia Pé no Mundo e Nenem Menezes A partir de convite do Unimúsica, a Cia Pé no Mundo apresenta “Ato perene: O processo como obra”, uma obra multi-linguagens, desenvolvida de maneira inédita para o festival “Uni 40: música da presença”. Sensibilizado e inspirado pela mais recente criação da Cia – a websérie “Traduções simultâneas: Corpo, música e pensamento complexo” –, esse novo experimento cênico busca evidenciar a potência, a dinâmica de contaminação e interdependência e o movimento de circulação entre as linguagens da dança, da música e do audiovisual. Propomo-nos descortinar o processo íntimo de criação, permitindo que o público lance novos olhares e percepções sobre os afetos mobilizados e as contaminações possíveis entre essas linguagens. “Ato perene” revela em si um paradoxo, um mergulho interior: compreendemos o pontual ato da criação artística como um acontecimento contínuo, permanente e inerente à vida, mesmo diante do atual contexto em que as noções de tempo, espaço e presença estão alteradas, e as artes, desafiadas a encontrar outros formatos comunicacionais. No pulsar do intenso imbricamento entre criador e criatura, a cena se estabelece diante do processo.
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Gravado na Associação Cultural Cachuera e no Teatro Alfa, em São Paulo Direção e pesquisa: Cláudia Nwabasili e Roges Doglas Assistente de pesquisa: Mariana Queen Nwabasili Roteiro: Gabriel Cândido Músico: Nenem Menezes Bailarinos: Cláudia Nwabasili e Roges Doglas Captação de imagem, edição e finalização em vídeo: Osmar Zampieri Assistente de Câmera: Yuki Guimarães Figurino: Karla Pê Registro fotográfico: Clarissa Lambert Catering: Cozinha Fermenta Produção executiva: Thamy Kauanda Produção Geral: Cia Pé no Mundo
MÚSICA A SERVIÇO Arthur de Faria “Música a serviço” é uma passada por 35 anos de trabalho de Arthur de Faria como prestador de serviços na arte de escrever música para teatro. Para este espetáculo ele reuniu seu dois principais projetos atuais: o duo com Áurea Baptista, atriz e cantora, que interpretará as sete canções; e a Tum Toin Foin Banda de Câmara, que interpretará seis temas instrumentais.
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Gravado na Audio Porto, em Porto Alegre Direção musical e arranjos: Arthur de Faria Miriã Farias: violino Gabriel Romano: acordeom Ange Bazzani: fagote Adolfo Almeida Jr: flauta doce e piano de brinquedo Áurea Baptista: voz José Milton Vieira: trombone Julio Rizzo: trombone Arthur de Faria: piano e piano de brinquedo Erick Endres: guitarra Bruno Vargas: baixo elétrico Guenther Andreas: bateria Giovanni Berti: percussão Mixagem e masterização: Lauro Maia, Lorenzo Schmidt e Pedro Schmitt Imagens: Francisco Milanez, Júlio Estevan e Thaynan Schroeder (UFRGS TV) Edição: Gabriella Scott (UFRGS TV) Iluminação: Maurício Moura e João Fraga
30 DE SETEMBRO, QUINTA-FEIRA, 20H
IMERSÃO ABISSAL João Pedro Cé e Silvana Rodrigues Sem sair do lugar, “Imersão Abissal” desbrava os limites entre a realidade afugentadora e a ficção curativa. Estas são as molas que impulsionam a lucidez do encontro entre duas pessoas que buscam entender a criação do universo artístico. A dupla utiliza o deboche como método, no momento em que estabelecer contato e ser criativo evidencia as inseguranças de viver o “novo precário”. Entre mensagens de áudio, sintetizadores, loopings e semi-canções, este concerto apresenta uma assimetria sonora para colorir suas narrativas.. Sugerimos que sejam utilizados fones de ouvido para uma experiência completa.
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Gravado e mixado na TRANSCENDENTAL audio, em Porto Alegre, por Leo Bracht e Leo Silveira Perfomance: João Pedro Cé e Silvana Rodrigues Imagens: Francisco Milanez, Júlio Estevan e Thaynan Schroeder (UFRGS TV) Edição de vídeo: Júlio Estevan (UFRGS TV) Iluminação: Maurício Moura e João Fraga
RETUMBANTES Lívia Mattos, Livia Nestrovski, Rafé e Tomás Oliveira Quatro artistas buscam a sua forma de ser e estar no mundo, em ressonância paradoxal entre os seus anseios e a incoerência da existência. Um homem que perdeu a cabeça, gêmeas siamesas de genealogias diversas e um beatboxer malabarista têm a música como linguagem de interlocução entre eles e também com o seu entorno. Trata-se de figuras espaventosas que reverberam truques de como inventar formas de existir e ressoar.
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Gravado na Casa Teatro de Utopias, em São Paulo Direção artística e musical: Lívia Mattos Lívia Mattos: Monociclo, sanfona, voz Livia Nestrovski: voz, sapateado e nano piano Rafé: malabarismo, mímica e beatbox Tomás Oliveira: música excêntrica Iluminação: Marisa Bentivegna Assistente técnico: Thiago Zanota Consultoria mágica: Ricardo Malerbi Produção: Sanfonástica Produções
01 DE OUTUBRO, SEXTA-FEIRA, 20H
AFROS DO SUL Paulo Romeu e Carine Brazil Inicia com o pedido de licença aos nossos orixás, guias espirituais e ancestrais. O show é concebido em duas partes. Partindo de referências da linguagem do tambor falante, usado pelos griots africanos que cantavam as histórias do continente e usavam muito esse tambor para se comunicar. Na sequência, vem o trabalho com os instrumentos de madeira: cajons, que tem procedência peruana, e habaneras, de origem cubana, e depois com as tanajuras, que são brasileiras. A música angolana “Morro da Maianga” de André Mingas, que fala da vida rural de Angola e o choque cultural com a chegada dos colonizadores portugueses. Na segunda parte, ressalta o swing Afro-Gaúcho com levadas de Violão, sopapo e baixolão, mostrando, entre outras coisas, a levada rítmica criada pelo Afro-Sul chamada de Porongada em homenagem aos Lanceiros Negros traídos, emboscados e massacrados no final da Revolução Farroupilha. Os Lanceiros Negros, heróis farroupilha, que em um acordo entre Duque de Caxias e Canabarro, na sede de Porongos, atual cidade de Pinheiro Machado, foram massacrados. A seguir, musicalizando um pouco a atual situação política do Brasil, a música “De terno, gravata e ladrão” é um pouco da história das não-ações de um governo incapaz, fúnebre e genocida em meio a pandemia. Além disso, o show tem homenagem aos maracatus pernambucanos espalhados pelo Brasil e exterior, acompanhados pela energia da dança e o toque do agbê com a participação da Carol Marques, integrante do Grupo Maracatu Truvão e encerrando com “Batuque Nação Afro-Gaúcha”, com Carine Brazil tocando sopapo e Paulo Romeu tocando o Ilú de lata. Axé! Olorum se mexeu.
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Gravado e mixado na TRANSCENDENTAL audio, em Porto Alegre, por Leo Bracht e Leo Silveira Perfomance: Carine Brazil e Paulo Romeu Imagens: Anderson Cardozo, Filipe Pimentel e Francisco Milanez (UFRGS TV) Edição de vídeo: Anderson Cardozo (UFRGS TV) Iluminação: Maurício Moura e João Fraga
CIRANDA DE LIA Lia de Itamaracá Na apresentação, Lia de Itamaracá faz um passeio com uma ciranda de ritmos, passando pelo coco, maracatu, maxixe e as peças mais famosas do universo da ciranda, além de visitar seu trabalho atual com Dj Dolores, Ciranda Sem Fim, patrocinado e lançado pelo selo Natura Musical.
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Gravado na Fábrica Estúdios, em Recife, Pernambuco Produtora Cabra Quente Filmes Direção geral: Hamilton Cavalcanti Costa Filho Direção de arte: Lia Leticia Direção de fotografia/diretor de corte: Tiago Calazans Fotógrafos/Guimball: Vitor Lins Câmeras: Rafael Medeiros, Thiago Duarte e Lucas Oliveira Câmeras adicionais: Arthur Martins Operador GO PRO: Hamilton Cavalcanti Gravação e mixagem: Pablo Lopes e Paulo Umbelino Técnico de monitor: Marcílio Moura Assistência de áudio: Josuel Santos Eletricista: Alessandro Bonifácio Assistente de elétrica: Juarez Ildefonso Edição/Finalização: Vitor Lins Direção artística: Beto Hees Direção Musical: Severino Alves (Biu Negão) e DJ Dolores Lia de Itamaracá: vocal Dolores: DJ Severina Baracho: Backing Vocal Dulce Baracho: Backing Vocal Danda: Sax Bibiu: Trompete Biu Negão: Trombone Deco: Trombone Tony Boy: Surdo e Alfaia Antônio Januario: Caixa Ganga: Ganzá e Alfaia Aishá: Percussão Antônio Januário: Percussão Rogério Samico: Guitarra Guga Fonseca: Teclado